Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
por Daniel Oliveira
VPO, para nunca. A não ser uma: não sei se sabe que já corre na empresa um abaixo-assinado para retomar a negociação. Depois do susto de se poderem ter perdido os empregos dos contratados (que a CT teve como primeira prioridade), ficaram a perder quatro ou cinco vezes mais do que iriam perder com o acordo. Alguém disse, no entanto, que se salvou a "dignidade de classe". E os trabalhadores ficaram a conhecer as duas estratégias sindicais: a que trata dos seus interesses, garantindo a soliariedade entre trabalhadores do quadro e contratados, e a que faz deles meros símbolos de classe, custe isso o que custar. Mas, como na Autoeuropa as coisas se decidem democraticamente, foi a vontade dos trabalhadores que imperou e ela foi respeitada. Agora, quer que eu fale do que aconteceu na Azambuja? Seria interessante comparar.
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