Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
por Pedro Vieira
soube do avançado que jogava nas costas do defesa e gritou que não era normal.
LAM
Começo pelo fim.
A hipótese de a homossexualidade ser considerada doença não ofende mas também nada adianta sobre o debate e o que está em causa neste momento. Por isso, e até que a Drª Margarida Cordo chegue de facto a alguma conclusão científica nessa matéria (o que, pelos vistos cientificamente ainda não chegou), é pouco mais do que um fait-divers para o assunto em debate. Se for uma doença? se não for? e daí?
Podiamos até estender o raciocínio a questões mais prosaicas: a calvice é uma doença? e se for é congénita em todos os casos, nao é nuns quantos outros? e daí?
Eu respeito muito o trabalho de qualquer investigador. Mas casos há em que o investigador, pronunciando-se publicamente, deve ter presente não só o grau de fiabilidade da sua pesquisa como também e principalmente a relevância da sua opinião para o assunto em apreço.
Neste caso parece que não houve cuidado numa e noutra coisa.
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