Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
por Daniel Oliveira
Esta reacção ao texto de Isabel Stilwell, em que a colunista avisa para os perigos da degradação da democracia e de como um discurso autoritário pode vingar nestas circunstâncias (usa como exemplo Salazar e o final da I República), mostra como algumas pessoas têm dificuldade em interpretar as coisas que lêem. Pode dizer-se que o simplismo do texto leva a fazer paralelos com pouco sentido e que a sua falta de rigor histórico não tem em conta as forças sociais que então estavam em confronto e as complexas contradições internas em cada um dos campos, incluindo no golpista. Mas a ideia de que citar seja quem for é um acto desprezível, mesmo quando não se manifesta qualquer simpatia pelo citado, é das coisas mais absurdas que já me foi dadas a ler.

por Daniel Oliveira
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26 comentários:
Ó Renato, salivações pavlovianas consigo? Eu cito-o (será pecado?) só ao fim de dez posts que escreva sobre mim. Não tenho dúvidas que a pode ler vonte vezes e vai ficar na mesma. Ainda me lembro de como leu a citação que fiz de Brecht. Também então achou que citar é concordar ou acompanhar. Já vi que esbarra sempre aí.

E sim, claro que, em teoria, o fim da democracia pode sempre voltar a acontecer. Basta fazer merda com ela.

deixado a 26/4/10 às 02:35
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