Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
por Pedro Sales

Fotografia retirada da fotogaleria hoje editada pelo Guardian.
Quase 40 anos de carreira como treinador e Bobby Robson só foi despedido por 2 clubes. O Sporting, quando seguia isolado no primeiro lugar, e o Newcastle, depois de habituar a anedota preferida dos adeptos ingleses aos primeiros lugares e a presenças consecutivas na Liga dos Campeões. A sua passagem pelo Sporting foi curta mas expressiva. Sobre Robson e a história recente de Alvalade.
por Daniel Oliveira
Este documentário não é recente. É de 2004 e conta com a participação, entre outros, de Noam Chomsky, Robert Jensen, Hanan Ashrawi, Sam Husseini e Robert Fisk. Analisa o tratamento feito pelos media americanos do conflito israelo-palestiniano. Como para além da ocupação dos territórios palestinianos, há uma , por parte de Israe, uma ocupaçãolda percepção que os media transmitem deste conflito. Como em todos os casos, este documentário não corresponde obrigatoriamente aos pontos de vista dos autores do Arrastão.
Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
As autoridades judiciais de Cabo Verde estão a investigar, por suspeita de branqueamento de capitais, uma aplicação financeira de 1,7 milhões de euros realizada por Jean-Pierre Bemba numa dependência do Banco Português de Negócios (BPN) naquele país. Jean-Pierre Bemba foi vice-presidente da República Democrática do Congo e está actualmente detido à ordem do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Público, 30/07
por Pedro Vieira
Coube a duas vozes independentes dar nota positiva a dois sectores fundamentais onde se joga a marca de esquerda do PS: a universalidade do SMS e a igualdade de oportunidades garantida pela educação.
Teresa de Sousa, Público, 30/07
por Pedro Sales

Quem sabe devido à pressa na apresentação do programa, o PS parece ter-se enganado na paginação da já famosa conta poupança, no valor de 200 euros, por cada nascimento. Aparecendo nas políticas sociais, como uma proposta para incentivar a natalidade, tudo indica que a intenção mesmo seria mesmo apresentá-la no pacote de incentivos à banca. De acordo com os
números do ano passado, 20 milhões de euros a tranferir do Orçamento de Estado para os cofres da banca. Todos os anos. Só podendo ser mobilizados pelos destinatários daqui a 18 anos, são 360 milhões “em caixa” antes dos bancos autorizarem o primeiro levantamento. Não há como olhar para esta medida que não como um generoso empréstimo do Estado à banca. Para os pais sempre fica um consolo. Quando a criança atingir os 18 anos, os 450 euros que em princípio estarão na conta - se o banco não se lembrar de cobrar comissão de serviço - sempre devem dar para pagar um almoço para toda a família. Talvez então se recordem de José Sócrates com outros olhos. A política é uma actividade tão ingrata.
por Pedro Vieira

© rabiscos vieira
mais detalhes no jornal i
por Pedro Vieira
ontem à noite fui à bola ver um clube que não é o do meu coração, só para dar companhia, carinho e conforto a um camarada solitário, carente de alguém com quem partilhar umas caralhadas, e o que vi não foi bonito, só valeu as penas porque tomei nota de dois interessantíssimos detalhes orais, a saber, a recorrência do apodo "floribella", "floribella" de cada vez que certo e determinado pretinho tocava na bola, naquela que é uma aguda forma de despersonalização ou então uma estranha alusão ao duplo borgesiano mas com tetas de silicone. e depois há questão do acordo ortográfico que afinal está em vigor, um voluntarioso garrano leonino fez questão de demonstrar a nova correspondência entre "pedro silva" e o vocábulo "cepo", e fê-lo repetidamente, para que não restassem dúvidas, afinal não foi só o trema que caiu da lingüiça. à saída até as bifanas assobiavam.
em stereo
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
por Pedro Sales

Num país onde, só no ano passado, foram roubadas ou extraviadas 1154 armas, e o Governo reconhece que existem
dezenas de milhar de armas ilegais, a PSP acaba de vender em leilão 217 armas de fogo. A direcção da polícia
garante que a licitação anual decorre de uma imposição da lei das armas, o que é verdade, e que as mesmas só são vendidas a quem as "pode" ter. Certo. Mas a questão não se deveria resumir apenas à legalidade da posse, mas sim ao direito de todo e qualquer marmanjo ter uma arma em casa. E é esse o sinal que o Governo dá com esta
contraditória operação. Quantas das 13 mulheres assassinadas o ano passado com uma arma de fogo não morreram às mãos de legítimos proprietários de uma arma, ou quantas caçadeiras não viram os seus canos serrados e transformadas para ameaçar o próximo? A profusão de armas ilegais é preocupante, mas a naturalidade com que o Governo aprova uma lei que atira para as ruas uma parte significativa das armas ilegais apreendidas pela polícia, está para lá de qualquer lógica. Pior mesmo só a PSP vir dizer que as r
eceitas do leilão serão utilizadas para combater as armas ilegais. É patético, mas sempre dá para perceber a motivação deste
ebay à portuguesa.
Terça-feira, 28 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
"eu também não quero governar para os carros, quero governar para as pessoas, mas são as pessoas que têm menos posses, que não têm outro forma de se deslocarem sem ser de carro, que precisam dele para levar os filhos às creches"
pedro santana lopes à sic notícias
por Daniel Oliveira
Ainda é da natureza dos partidos viver mal com as opiniões livres e com uma verdadeira diversidade política que não se fique pelas meras contas de cabeças de cada capelinha. Nuns casos, oferecem lugares em troca da desistência, noutros, esperam sinais de fidelidade acritica, a que chamam cultura de partido, para finalmente aceitarem como seus os que sempre o foram. Seja como for, trata-se de um suicídio. Um partido sem homens e mulheres livres é um partido sem futuro. Porque o compromisso da militância só o é a sério quando tem raízes firmes em convicções pessoais.
Sobre a minha viagem, que continua, escreverei mais tarde.
Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
por Pedro Vieira
por Pedro Sales

Pegando numa história que tenha valor internacional para ser reconhecida e contada através das imagens, o blog fotográfico do Boston Globe -
Big Picture - raramente deixa de apresentar as melhores galerias fotográficas sobre os temas do momento. A edição deste ano da Volta à França não foge à regra. São 40 deslumbrantes fotografias que, acreditem, vale a pena ver no seu formato original,
clicando aqui.
por Pedro Sales
A generalidade da imprensa destacou, há coisa de uma semana, que os funcionários públicos
"auferem um salário mensal claramente acima dos seus congéneres do sector privado”. O director do Jornal de Negócios, num editorial bastante elucidativo sobre a forma como o estudo do Banco de Portugal foi recebido, foi lesto a resumir tudo num sintomático programa:
“vão trabalhar malandros”. Curiosamente, Pedro Guerreiro omite um significativo, mas pouco destacado, elemento do estudo: metade dos funcionários públicos tem uma licenciatura, valor que desce para os 10% no privado. Como não é preciso nenhum curso avançado de gestão para perceber a relação entre qualificação e salário, o indicador a extrair do estudo do BP poderia muito bem ter sido que o
“sector privado aposta em trabalho desqualificado”. Entre o simplismo extremado destas duas versões, perdeu-se o rigor necessário para destacar uma correlação que parece evidente e tentar contextualizá-la.
Pouco importa. A narrativa oficial está montada. Os funcionários públicos são absentistas, improdutivos e bem pagos. Tudo o que não encaixe nesta leitura é afastado ou reduzido a uma nota de rodapé, até que todos os estudos pareçam confirmar o discurso do costume sobre os privilégios e privilegiados. Falamos dos funcionários públicos, mas poderíamos dizer o mesmo de inúmeros lugares comuns que, de tão repetidos e difundidos, nem parecem admitir discussão, como é o estranho caso da forma como o
conceito de produtividade tem sido torcido e distorcido até resumir tudo a uma endémica falta de vontade de trabalhar que supostamente grassa entre os portugueses.
* O título deste post é uma adaptação livre deste
editorial do Jornal de Negócios.
por Pedro Sales

...vale a pena lembrar que enquanto vigorar na Madeira um clima de intolerância e perseguição política própria de um regime de coronéis, qualquer líder do PSD estará condenado a engripar ou a arranjar uma desculpa mais ou menos esfarrapada para não marcar presença em "festas" onde a legalidade e o direito à expressão de opiniões distintas é
corrida a tiros de carabina. Mas a questão não é tanto saber se Ferreira Leite apanhou, ou não, o avião para desembarcar na Madeira e abraçar Jardim na sua romaria anual. Enquanto a liderança do partido fechar os olhos ao que se passa na Madeira é a sua credibilidade política que estará irremediavelmente posta em causa.
Domingo, 26 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
por Pedro Vieira
e a joana amaral dias, teria como sueño de niña presidir ao IDT?
por Pedro Sales
Tentar conhecer melhor a posição do PSD sobre absentismo ao trabalho alegando falsos motivos saúde.
Sábado, 25 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
por Pedro Vieira

© rabiscos vieira
por Pedro Sales
Não deixa de ser curioso ver como os estremosos paladinos da liberdade de expressão, quando uns certos cartoons sobre Maomé davam para agitar o choque de civilizações, se converteram em três tempos nos editorialistas que fustigam a opinião escrita no seu jornal quando o que está em causa são as “fundamentadas manifestações de indignação” dos adeptos do clube da Cruz de Cristo.
Utilizar um editorial - por definição, o espaço de referência da opinião da direcção de um jornal – para condenar abertamente um jornalista que se limitou a constatar o óbvio, isto é, que o Belenenses não tem adeptos e que os que tem estão envelhecidos, é uma estranha e difusa forma de respeitar o direito “intocável” à “liberdade de opinião e de crítica”.
Que raio de "liberdade de opinião" é esta em que a direcção do jornal admoesta, de forma pública, as figuras de estilo escolhidas por um jornalista no livre e subjectivo exercício de crítica? Liberdade de imprensa não é apenas a do jornal poder ser publicado sem pressões e constrangimentos impostos pelo poder político, é também a dos jornalistas, cumprindo as normas legais e deontológicas a que estão obrigados, poderem escrever o que pensam sem o receio de perder o emprego ou serem publicamente repreendidos pelos seus superiores. O que pensarão os seus colegas? Que o melhor, em vez de tentarem expressar a sua subjectividade pessoal, será transformar as páginas de opinião e de crítica do Público em secos telexes próprios das agências noticiosas? Quem é que quererá ler, e pagar, um jornal assim?
Não deixa de ser sintomático que, no curto espaço de um mês, seja esta a segunda vez que que alguém com responsabilidades editoriais no Público critique abertamente o trabalho dos jornalistas que dirigem.
por Pedro Sales
Aproveitando a boleia tremendista sobre o impacto de uma possível pandemia de gripe que, até agora, apenas parece ter infectado a qualidade dos noticiários, o Governo contornou o disposto no
seu Código de Trabalho e anunciou que a Segurança Social vai custear a remuneração dos trabalhadores que, eventualmente, tenham que ficar de quarentena.
Compreende-se que, em tempos de crise e perante um hipotético risco de pandemia, tenham que existir sacrifícios e que estes tenham que ser repartidos
por todos. Mas, sabendo como as regras da casa costumam deixar que alguém se escape sempre entre os pingos da chuva, vale a pena comparar o que foi acordado com a legislação ainda em vigor.
Onde o Código Trabalho estipulava que,
"em caso de encerramento temporário que não respeite a situação de crise empresarial, o trabalhador tem direito a 75% da retribuição", a Segurança Social passou a assegurar
, depois de três dias sem vencimento, 65% do salário dos trabalhadores. Ou seja, os trabalhadores perdem dias de trabalho e uma percentagem do seu salário, a Segurança Social assume um encargo que, legalmente, não lhe competia e os empresários vêm-se totalmente isentos de uma despesa que lhes competia.
O que deveria ser um esforço de todos, passou a ser uma obrigação para alguns. Não por acaso os suspeitos do costume. Só um Governo muito satisfeito consigo tenta
vender um acordo destes numa triunfal vitória para os direitos dos trabalhadores.
Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
por Pedro Vieira

© rabiscos vieira
mais detalhes aqui e aqui
por Daniel Oliveira
Aproveitando o facto de estar no Líbano, deixo-vos aqui um pouco mais do que um documentário. São 15 episódios (45 minutos cada) sobre a guerra do Líbano (1976/1990). Em árabe com legendas em inglês. Da autoria da Aljazeera. Ok, é só mesmo para quem se interessa pelo assunto, mas é um documento fundamental para perceber o que ali se vai passando. Mesmo para ir vendo, com calma. O primeiro episódio, "Baptismo de Fogo", fica aqui. Os restantes estão com links directos para os vídeos. Vale mesmo a pena. Uma recolha que não tem, segundo sei, paralelo como trabalho jornalístico sobre este assunto.
Episódio 01 – Baptismo de Fogo Episódio 02 – Os Roteiros do Conflito Episódio 03 – Explosão Episódio 04 – Morte de um País Episódio 05 – Intervenção de Damasco Episódio 06 – Fogo e CarvãoEpisódio 07 - Zahle e o Verão Indiano Episódio 08 - Sharon Invade Episódio 09 – Ocupação de uma Capital Árabe Episódio 10 – O Massacre Episódio 11 – A Morte de uma Superpotência Episódio 12 - Caos Episódio 13 – Damasco Regressa Episódio 14 – A Tempestade Episódio 15 – O Acordo para acabar com a Guerra
Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
por Pedro Vieira
Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
por Pedro Sales

A distrital do PSD de Lisboa aprovou ontem a lista de deputados do PSD ao distrito, apresentando Manuela Ferreira Leite em primeiro lugar e Nuno Morais Sarmento em segundo. Como este último foi deputado na sessão que agora finda, vale a pena consultar o site do parlamento para verificar a esclarecedora
actividade parlamentar deste prolífico comentador político. Uma pergunta e um pedido de esclarecimento, nem menos nem mais. Também, valha a verdade, entre suspensões do mandato e a renúncia ao cargo de deputado, vale a pena dizer que Morais Sarmento apenas se sentou
seis vezes no lugar pelo qual foi eleito. Agora, pelos vistos, é que é a sério, mesmo a sério. Pela política de verdade.
por Pedro Vieira
Terça-feira, 21 de Julho de 2009
por Daniel Oliveira
Beirute é um estaleiro. Em cada canto uma obra, um edifício moderno a nascer. Seria o sonho de alguns arquitectos portugueses: edifícios modernos, cheios de classe, sem que nada tenham a ver com nada do que os rodeia. Nascem como cogumelos e a confusão de estilos e de tempos em cada quarteirão é total: casas em ruínas, palacetes otomanos abandonados, torres em vidro a luzir de novas. Como quase toda a reconstrução é feita sem aparente intervenção do Estado, os prédios novos parecem os de uma capital do primeiro mundo mas não há passeios e espaços públicos. E este é um dos retratos possíveis de Beirute: por todo o lado se podem ver os melhores carros do mundo mas não se encontra um semáforo que funcione.
A baixa da cidade parece uma Expo desordenada: uma exposição de arquitectos com pouca cidade. E a parte velha foi refeita mas tem merecido criticas, que à primeira vista parecem justas, de tudo parecer artificial.
Viagem mais a sul, a um bairro pobre sunita dos subúrbios de Beirute. Aí, nem sinal de reconstrução. As marcas da guerra civil e da guerra mais recente com Israel parecem intactas. Mais próximo de um bairro de lata do que de uma cidade. O mercado de rua vive o fim de festa, os cheiros são intensos e até o calor parece ser aqui ainda mais inclemente do que no resto da cidade. Temos de fugir antes que eu derreta.
À noite, para aliviar do calor insuportável, viagem às montanhas. De Beit Marie vê-se a cidade toda, mas a neblina do dia tira parte do encanto à coisa. Perda compensada pela temperatura amena que descansa o corpo. Chegamos ao restaurante de destino e o que nos espera, para além de uma esplanada maravilhosa, é um jantar para nunca mais esquecer. Decorem o nome para se alguma vez forem ao Líbano: Tigre. A funcionar, haja guerra ou haja sol, desde os anos vinte.
O dono é católico numa cidade maioritariamente maronita. Um cristão entre os cristãos. Explica-nos, numa conversa simpática onde foi respondendo a todas as perguntas, que adora receber estrangeiros, menos árabes. Sendo ele próprio árabe, explica melhor: da Arábia Saudita e dos Emirados. Tapam as mulheres deles mas olham para as dos outros, diz ele. Quanto aos muçulmanos do seu próprio país – a maioria –, diz que depende. Acusa-os de serem intolerantes. A conversa continua e percebe-se que quando fala de muçulmanos e ainda mais de ateus o nosso amigo não é o que poderíamos dar como exemplo de tolerância. Mas como cozinheiro e anfitrião, só posso dizer o melhor. Uma simpatia. E o jantar... Que jantar!
Infelizmente, não posso colocar fotografias. Tentarei continuar a dar novidades.
Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
por Pedro Vieira

© rabiscos vieira
por Pedro Vieira
por Daniel Oliveira
Nos clubes de praia de Beirute juntam-se famílias e grupos de amigos. Há-os para várias classes e gostos. Mas olhando em volta, não fossem algumas marcas físicas em alguns edifícios, seria impossível imaginar que esta cidade viveu uma longa guerra civil, que ainda há poucos anos estava a ser bombardeada e que assiste com frequência a assassinatos políticos. Cosmopolita, moderna e hedonista, respira-se festa e a despeocupação parece total. Há carros de luxo como em mais nenhum lugar do mundo que eu tenha conhecido. Bares, esplanadas, restaurantes da moda, mulheres meio descascadas e rapazes estilosos. Mas quando à noite vemos um grupo de jovens a dançar num descapotável em andamento, com música aos gritos, numa rua que acaba num checkpoint militar, quando vemos que grande parte dos muitos condomínios de luxo é guardada por homens armados, quando passamos por ruas com lojas de marcas internacionais fechadas por barricadas vigiadas por carros militares, quando vamos passando por guaritas com fotos de líderes partidários, percebemos que a normalidade é só aparente. Beirute parece uma moderna cidade europeia do Sul que a qualquer momento se pode transformar noutra coisa. Nada aqui é, para quem está de visita, evidente. A não ser o calor, o som da música vinda dos carros e a alegria de poder fumar em todo o lado.
Domingo, 19 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
Sábado, 18 de Julho de 2009
por Pedro Vieira
por Daniel Oliveira
Depois de uma noite em Ammã, provavelmente a cidade mais feia do Médio Oriente, o primeiro dia em Beirute: tarde a petiscar à beira do Mediterrâneo para recuperar. Os betos de Beirute fazem os nossos parecerem discretos. Apesar de algumas marcas da(s) guerra(s), percebe-se que ao lado da pobreza há muito dinheiro. Mesmo muito. No regresso ao hotel, passa uma caravana de carros com bandeiras negras e homens mal encarados. Não sei o que era. O ambiente ficou pesado na rua e a polícia mandou-me parar de tirar fotos. Hoje, a famosa febre da noite de Beirute. E acabará o primeiro dia.
por Pedro Vieira
Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
por Daniel Oliveira
Nas próximas três semanas andarei por aí. Os pedros ficam, espero eu, a tomar conta disto. Se puder darei notícias. Nas fotos, os meus destinos: Beirute (onde ficarei mais tempo), Byblos e Baalbek (Líbano) e Jerusalém e Tel-Aviv (Israel). Até já.





por Daniel Oliveira
por Daniel Oliveira
"[António Costa] apela, sem vergonha, ao voto útil das esquerdas na sua admirável pessoa depois de quatro anos de insultos, de arrogância pueril e de apoucamento. Não percebeu que as esquerdas preferem o original a uma fotocópia de ocasião, meramente oportunista, sem nada por baixo."É comovente ver João Gonçalves, um rapaz com simpatias por
Oliveira Salazar, explicar ao País e a António Costa o que as esquerdas preferem. E diz mais:
"se fosse de esquerda, sentir-me-ia vexado pelas palavras do secretário-geral do PS aos membros da seita de Lisboa". O que posso dizer sobre isto tudo é que eu, se o João Gonçalves fosse de esquerda, também me sentiria um pouco vexado.
Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
por Pedro Vieira