"(...) Havia estudos a comprovar a utilização da linha [ramal da Lousã], a sua rentabilidade. Em vez de optar por uma simples requalificação, os decisores políticos optaram por uma mudança radical, transformando a automotora em metro de superfície. De novo, ninguém o pediu. Foi mais uma vez a loucura despesista, a fúria do progresso. Tudo o que as populações queriam era a continuação do serviço normal de comboios. Nem mais, nem menos. As grandes teorias sobre ferrovias, economias da ruralidade e afins são muito engraçadas, mas não têm rigorosamente nada a ver com o que está em debate. São bitaites de quem não faz a menor ideia do que está a falar. A discussão do Metro-Mondego não tem nada a ver com reorganização da rede ferroviária; tem, sim, a ver com má-fé por parte dos decisores políticos, com incompetência pura por parte de quem governa. Só isso. Se não há dinheiro para o grande projecto, mantém-se o mínimo existente. É isso que as populações de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo estão a pedir. Parece-vos extraordinário? A mim, não." Ana Margarida Craveiro
A cultura deve ser preservada a todo o custo. Por isso peço desculpa por vir ocupar este espaço que é seu para, juntos, divulgarmos os IX JOGOS FLORAIS DE AVIS, cujo regulamento já se encontra disponível em www.aca.com.sapo.pt (http://www.aca.com.sapo.pt)
Obrigado.
Fernando Máximo/Avis
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