Domingo, 6 de Fevereiro de 2011
por Bruno Sena Martins

por Bruno Sena Martins
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3 comentários:
... entretanto, por cá, também se passam coisas interessantes, sabiam?...

http://lishbuna.blogspot.com/2011/02/li-bem-o-problema-e.html

deixado a 7/2/11 às 00:26
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JDGF
Finalmente, o dito mundo ocidental tem, agora, a consciência que as "ditaduras amigas" - Tunísia, Egipto, etc. não passavam de regimes tirânicos e opressivos, na essência política, pouco diferentes da ditadura iraniana...que tem o cunho teocrático.

Estes regimes autoritários arábico/muçulmanos têm merecido a maior complacência das democracias europeias porque servem estratégias políticas anti -qualquer coisa. Foi assim, no tempo da Guerra Fria, e continuou a ser assim, na actual etapa de luta contra o terrorismo...

Todavia, no tempo da Guerra Fria, as "vítimas" não foram exclusivamente os regimes arabes/muçulmanos. Este cinismo político existiu, também, na Europa: em Portugal, na Espanha, na Grécia e, vá lá, na Turquia, como "barreiras" ao avanço do comunismo.
Todas as ditaduras europeias cairam sem que o comunismo galgasse o "Ocidente". O que demonstrou ser este tipo de estratégia profundamente errada.

Todavia, continuou-se a "apostar" no mesmo cavalo, depois da desintegração do bloco comunista.
Só o pretexto mudou: a luta actual é contra o fundamentalismo islâmico, ao que parece a sede exclusiva do terrorismo...

Longe destes contextos bipolares, o povo tunisino e egipcio mostraram que o "mundo árabe/muçulmano", é um mundo jovem, educado e exigente que se assemelha-se - em muitos pontos - nas suas aspirações políticas e sociais às modernas sociedades cosmopolitas europeias...

A contestação política às tiranias deixou de ser marcada pelo anti-colonialismo, anti-imperialismo ou, menos visível, pelo anti-secularismo.
Quer em Tunes, quer no Cairo, não foram notórias, nem influentes as motivações religiosas. Terá, antes, surgido [emergido] uma abissal fractura político-social que destruiu a bizarra concepção da "excepção árabe".
Os novos movimentos no Norte de África e no Médio Oriente, traduzem uma inquestionável vontade de mudança no seio da sociedade civil, repudiando [lutando contra] o autoritarismo e a corrupção. Alimentam estes movimentos o recurso e o acesso às novas tecnologias de comunicação, anseio cada vez mais dificil de reprimir.
Enfim, tudo se passa como no denominado "Mundo Ocidental", aparentemente, o depositário e o usurário das tecnologias de informação e comunicação.
O denominador comum - para o Mundo - deixou de ser a "confiança", baseada na subserviência e em profundas perversões políticas, passou a ser a Liberdade.

Algo mudou e precisamos de compreender em que dimensão!





deixado a 7/2/11 às 01:14
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João Cerqueira
Para muitos, Tariq Ramadan - que se referiu aos atentados terroristas do 11 de Set. e em Bali como ''interventions'' - não passa de um apoiante do terrorismo.
E até Baltazar Garzón o acusa de contactos com grupos terroristas.

Eis um pouco do currículo deste senhor :

''
  • In the midst of a series of mid-1990s attacks in Paris perpetrated by the Algerian Islamist terrorist movement, French Interior Minister Jean Louis Debre forbade Ramadan to enter France because of his connections to that movement.
  • According to Spanish judge Balatasar Garzón, Ramadan had “routine contacts” with Ahmed Brahim, an Algerian believed to be the financial chief of al Qaeda and the financier of the 1998 U.S. embassy bombings in Tanzania and Kenya.
  • In his 2001 trial, Djamel Beghal, an al Qaeda recruiter who confessed to conspiring to blow up the U.S embassy in Paris, testified that he had studied with Ramadan.  
  • Ramadan’s address was found in a register of the Al Taqwa Bank, which is part of a network of financial institutions that the U.S. State Department believes is helping to fund terrorism.
  • Ramadan characterized the 9/11 attacks, the October 2002 Bali nightclub attack, and the March 2004 Madrid train bombings as “interventions” rather than acts of terrorism.
  • When asked by an Italian magazine whether car bombings against U.S. troops in Iraq were justifiable, Ramadan replied (http://hnn.us/roundup/entries/30685.html): “Iraq was colonized by the Americans. Resistance against the army is just.” ''
ver -http://www.discoverthenetworks.org/individualProfile.asp?indid=1884

http://www.investigativeproject.org/profile/111

http://en.wikipedia.org/wiki/Ahmed_Brahim

deixado a 7/2/11 às 15:31
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