Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
por Sérgio Lavos
Caíram que nem uns patinhos.
É claro que o monstruoso défice que nos ia (talvez ainda vá) levar á bancarrota não se deve a essas faraónicas obras que por enquanto ainda custaram pouco e estavam orçamentadas em quincalhões de milhões de euros.
Mas o economista Louçã, o Pinóquio tuga e o electricista Jerónimo aplaudiam-nas a mãos ambas.
Onde é que eles iriam descobrir o pote de ouro é a pergunta do milhão de euros.
Tomás Guevara
É nosso fado termos que aguentar as pseudo-armadilhas que outros fados cantam.Ah,o poder dizer"cairam que nem uns patinhos" como defesa à acusação de desonestidade...
Desonestidade que se soma à manipulação um pouco grosseira
Triste fado o nosso de facto
Adenda
Não há uma única mentira no que eu afirmo.
Desmintam-me com factos e deixem as patranhas para os netinhos antes de mudarem a fralda.
Tomás Guevara
".............."Estes pontinhos são o texto do alexandrino
Depois o alexandrino é obrigado a, após ser contraditado,meter os pés pelas mãos e a afirmar..Diz ele e eu cito "Caíram que nem uns patinhos."
O que anda a pregar petas (em segunda versão, claro) vem agora afirmar que "Não há uma única mentira no que eu afirmo."
Reefere-se às aldrabices em que foi apanhado e em que foi obrigado a recorrer ao seu triste"Caíram que nem uns patinhos."? Ou refere-se às aldrabices seguintes?
Triste fado o nosso de facto
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