Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
por Sérgio Lavos

Não digam que o Arrastão não é um porto de abrigo para gente de todas as ideologias e feitios.


por Sérgio Lavos
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106 comentários:
Ofélia
Tomás
Não. A dona Ofélia não quer assistir passivamente ao debacle.  A dona Ofélia gostaria que continuássemos todos a viver bem: que os portugueses pudessem almoçar todos os dias no restaurante; vivessem em casa própria recheada de plasmas, Ipods, Ipads, uma televisão em cada quarto, cozinha, sala; tivessem um telemóvel por cabeça, carro idem e mais viagens para Cancuns e similares; enchessem pavilhões Atlânticos para ver Tonis Carreiras. Mas que tudo isso fosse conseguido sem endividar as famílias e o país. Não foi o caso e não vale a pena chorar sobre leite derramado. Ainda não ouvi nem li nenhuma solução melhor para o sufoco em que estamos, por isso todos nós incluindo o senhor Tomás e a dona Ofélia vão ter que dar (contrariados) uma parte do seu rendimento anual, com a esperança que isso consiga reparar os danos provocados por muitos anos de irresponsabilidade colectiva. 


Tomás Guevara
A dona Ofélia tem a gentileza de me responder.Mas lastimo que a dona Ofélia ouça ou leia pouco,o que parece concluir-se da sua frase:Ainda não ouvi nem li nenhuma solução melhor para o sufoco em que estamos".Vá lá esforce-se que há muitas propostas alternativas.Há até quem diga que este caminho é o melhor caminho para irmos parar ao fundo do buraco.
E que diabo dona Ofélia,vejamos.São até economistas que nem são sequer de áreas "perigosas" da esquerda que o dizem.Não é pedir muito que a dona Ofélia faça o tal esforço para tentar ouvir ou ler mais.
E depois dona Ofélia o seu esplêndido discurso sobre e cito "os portugueses pudessem almoçar todos os dias no restaurante; vivessem em casa própria recheada de plasmas, Ipods, Ipads, uma televisão em cada quarto, cozinha, sala; tivessem um telemóvel por cabeça, carro idem e mais viagens para Cancuns e similares; enchessem pavilhões Atlânticos para ver Tonis Carreiras"...não cola.
Nada disto se passou pessoalmente comigo.Nada disto se passou com milhões de portugueses.E parece-me que a situação do país resulta de algo bem mais complexo,tenebroso e pútrido do que esta mescla ridícula de factos que apresenta.
E finalmente uma última pergunta.Porque raio de carga de água eu e mais milhões de portugueses havemos de pagar todos estes "excessos" que a dona Ofélia aponta?
Eu tenho uma solução
Ir ver onde está o dinheiro.Por exemplo o dinheiro ganho em acções privadas resultou de bilhetes cobrados ao tony carreira?Ou foi um imposto aos plasmas importados?

deixado a 3/7/11 às 01:08
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Dona Ofélia</span>,


 


 


Ao contraio de outras opiniões, acho que não tem razão nenhuma.


 


Tirando uma coisita ou outra, tipo : Cancuns e similares ,  Tony Carreira, Ipods, Ipads  porque nem sei o que é, fiz isso tudo o que descreve. 


 


Comprei paguei e neste momento, se não compro não pago. Para alem disso, para comprar o que comprei, trabalhei/trabalho que nem um burro, coisa que faço desde os 11 anos, com um intervalo de 3 dias de baixa, sim 3 dias, sem que tenha tido herança, subsidio nem sequer qualquer proximidade ao poder.


 


Bolotas da minha geração, há-os por ai às carradas.


Assim sendo, explique-me por favor onde contribuiu o Bolota para a crise. Logo, se não contribuiu, não se sente na obrigação de contribuir com o que quer que seja para limpar o leite derramado


 


deixado a 3/7/11 às 19:29
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Continuação


 


Soluções???


 


- Colocar na cadeia os responsáveis políticos/económicos que nos trouxeram até aqui (Fátima Felgueiras foi ontem absolvida).


- Responsabilizar nas urnas, os partidos que em 37 anos, mais não fizeram que servir clientelas.


- Culpabilizar os votantes que saltitando de voto em voto fora alimentando


camaleões  políticos do tipo:  Nobres, Alegres e afins.


- Que os 50% do subsidio de Natal , sejam suportados apenas pelos que elegeram esta  maioria.


- Que o povão tenha condições para fazer o que relata (consumir), sob pena de a produção começa a ser excedentário fazendo disparar os números do desemprego e que o coitado do sebento  dono do  dinheiro, tenha de começar a comer notas , moedas e títulos.


- Que a renegociação da divida seja uma realidade, JÁ.


deixado a 3/7/11 às 19:33
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