Terça-feira, 19 de Julho de 2011
por Sérgio Lavos

 

Na semana em que a direcção da mui beata e piedosa Universidade Católica decide ensaiar um regresso à primeira metade do século XX, instituindo um código de vestimenta que faria as delícias de Diácono Remédios, ao aconselhar o uso de "formas de vestuário dignas e convenientes, adequadas ao local de trabalho próprio de uma universidade e de uma instituição da Igreja", o excelentíssimo abominável César das Neves, professor nessa instituição, soltou mais umas encarniçadas diatribes a favor do ultraliberalismo, ainda por cima dando como exemplo a Saúde - a velha história, falsa, de que gastamos mais e temos um pior Sistema Nacional de Saúde - e defendendo que os países europeus em risco deveriam simplesmente falir (como a Califórnia - a sério, foi deixada falir pelo governo americano???). A velha aliança entre o liberalismo económico e o conservadorismo nos costumes no seu melhor. Deus não joga aos dados com o cosmos, é bem verdade.


por Sérgio Lavos
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silva

Um dos autores do estudo sobre oportunidades de corrupção encomendado pela troika considera que a Assembleia da República não tem idoneidade para fiscalizar a execução das reformas de ajuda externa e sugere a contratação de um equipa internacional.
Em declarações ao DN, Paulo Morais justifica a acusação com os conflitos de interesses por parte dos deputados que acumulam funções no Parlamento "com lugares de administração ou consultoria de empresas que têm negócios com o Estado".
O relatório da organização Transparência e Integridade (TI), a que o DN teve acesso, aponta para a renegociação das Parcerias Público-Privadas , o pacote de privatizações e a reestruturação das Forças Armadas como oportunidades para actos de corrupção.
A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril   no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.

deixado a 20/7/11 às 10:13
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