Depois de há dias o director do I, António Ribeiro Ferreira, ter escrito um editorial onde afirmava que se deveria "partir a espinha" aos sindicatos, esse veneno que empesta o ar puro do neoliberalismo que respiramos, ontem ainda conseguiu ir mais longe, escrevendo um dos mais cretinos panfletos anti-islâmicos - e, já agora, anti-Obama, destilando ódio em cada sílaba do texto - já publicados na imprensa portuguesa - e deve-se dizer que, ao longo dos anos, a concorrência tem sido grande. Será que o Tea Party já abriu uma delegação em Portugal? Ou será Ribeiro Ferreira um dos trabalhadores a quem o novo dono do jornal, a quando da aquisição, prometia não pagar, sendo a sucessão de textos alimentados pelo ódio difuso uma consequência da nova política laboral?
Katulo:
A distracção é fatal (tanto para a Direita como para a Esquerda) e o senhor anda distraído.
Por princípio nunca insulto ninguém, nem trato ninguém por tu sem o conhecer, mas quando me fazem isso reajo sem dó nem piedade.
O que eu mais vejo é cegueira ideológica na análise dos Posts. E dos dois lados, não só de um.
Quanto a insultos, guardo muitos no currículo, de gente que não me conhece, não sabe que sou nem a minha verdadeira filiação ideológica (sou demasiado independente para nunca ter pertencido a nenhum partido nem votar em ninguém há muitos anos, voto branco).
Mas as pessoas funcionam por dicotomias, branco/preto, Esquerda/Direita, etc. Quem não se encaixa imediatamente numa categoria é forçosamente de outra.
Veja o que comentei no Post «Humilhação» sobre o comentário de Gentleman e depois diga-me quem insulta quem, quem começa e a que pretexto.
Pura cegueira ideológica, pois sou classificado de iluminária por coisas que não disse.
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