Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
por João Rodrigues

Um dos efeitos da enésima ronda de austeridade recessiva na Grécia é tornar o cenário de saída do euro cada dia mais plausível. Na ausência de uma reconfiguração, este euro autodestrói-se porque a resposta austeritária está inscrita na sua constituição. Se isto continuar assim, o povo grego pode ser só o primeiro a ser colocado perante a questão decisiva depois da inevitável reestruturação da dívida: quando e como sair? 


por João Rodrigues
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7 comentários:
blv

A Grécia está no estado ilíquido, ou seja, não tem liquidêz para pagar a sua dívida.

Também acontece ás pessoas, uma vez Einstein disse;
"É mais fácil destruir um átomo do que liquidar uma dívida" .

Ou muito me engano ou este desabafo é de um liquidado.

 



deixado a 24/9/11 às 22:03
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