Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
por Sérgio Lavos

E que se lixem os doentes.


por Sérgio Lavos
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20 comentários:
Fui ler.
A mim parace-me uma não-notícia pois:

A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde (IGAS) já fez saber que abriu um processo de investigação à situação denunciada pelo Sindicato Independente dos Médicos.

Não era melhor esperara pela resolução antes de começar a atirar foguetes para o ar?

deixado a 24/10/11 às 19:01
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Grunho
Não te esqueças que o Paulo Macedo ministro da Saúde, precisa de doentes sem safa para poder promover e  exercitar a sua caridadezinha, modelo opus dei.
 

deixado a 24/10/11 às 19:27
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Carlos Marques
Então, Sérgio, parece que o ministro da AI já renunciou ao tal subsídio de residência. Quanto tempo levou a Inês Medeiros a fazer o mesmo?

E vão acabar com as acumulações das subvenções dos políticos que recebem do privado - o Prof. Louçã já elogiou a medida.

deixado a 24/10/11 às 19:47
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Começa a lembrar o plano republicano para a saúde americana nas palavras do congressista Alan Grayson: "Die quickly!"

deixado a 24/10/11 às 19:56
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MCosta
Num país normal, este episódio seria suficiente para retirar dos privados este negócio indecente das hemodiálises  Enfim, é o que temos...

deixado a 24/10/11 às 20:10
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jbettencourt
Acho que deve ser isto o que chamam de liberdade de escolha do prestador de serviços de saúde... ou talvez eficiência na prestação do serviço ou quiçá uma outra das bem-aventuranças anunciadas pelos profetas da privatização....

deixado a 24/10/11 às 20:11
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Boa oportunidade para o BE prescindir da sua subvenção para o estado poder gastar nestes doentes.


Não? Ora bolas, então a culpa é das empresas privadas!

deixado a 24/10/11 às 21:02
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Toni,

É isso mesmo ora bolas

Segundo o expresso de 12 Set 98, Assunção Esteves, reformou-se ao 42 anos com 464 contos mensais.

Sabes que mais??? Não é fadista quem quer, mas sim quem nasceu fadista

http://5dias.net/2011/10/24/expliquem-me-uma-coisa-sff-o-que-e-que-a-doutura-assuncao-esteves-esta-a-fazer-na-casa-da-democracia-safa-se-isso-fosse-verdade-se-essa-fosse-a-casa-de-alguma-coisa/ (http://5dias.net/2011/10/24/expliquem-me-uma-coisa-sff-o-que-e-que-a-doutura-assuncao-esteves-esta-a-fazer-na-casa-da-democracia-safa-se-isso-fosse-verdade-se-essa-fosse-a-casa-de-alguma-coisa/)


Exacto. Já percebes porque é que os impostos devem ser reduzidos ao mínimo? Se não houver dinheiro esta gente tem que ir toda trabalhar.


Anonimo
A sua justificação para reduzir os impostos ao mínimo é ridícula... 

deixado a 25/10/11 às 00:57
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Esteves
E se não tiver trabalho que rebente de fome, que ninguém tem culpa se "essa gente" nasceu numa economia excedentária em capital humano. Que não tivesse nascido, olhócaralho! Era o que faltava, a economia deixar-se empatar por estes activos tóxicos, que não percebem que se tornaram supérfluos e insistem num ridículo apego à vida. O problema destes losers, tonibler, é julgarem que a vida é um direito adquirido. Vê-se mesmo que nunca leram Darwin. Mas eu e tu é que sabemos, toni, e os supérfluos deviam ser pura e simplesmente eliminados. O nosso amigo Hitler é que a sabia toda, toni. Ou vais-me dizer que não concordas?

deixado a 25/10/11 às 02:50
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joaquim azevedo
Não, toni. A culpa não é das empresas privadas de saúde, a culpa é de quem as deixa existir. Assim como a sua existência não é culpa sua
 mas sim da sua bisavó, que nunca devia ter nascido...


Azevedo, você é um piadista!!! Que graçola tão engraçada e catita! Veio lá das reuniões do partido foi onde sacam orgasmos nas leituras dos escritos do camarada Lenine, foi?


joaquim azevedo
Orgasmos saca você a escrever(?) no Arrastão e compreende-se. Ou saca-os no Arrastão, ou então na solidão...


Que grande galhofa social-fascista... Não tens umas residências para controlar em nome da luta de classes?


NunoMGF
Então Tony? Não fique assim, estava a gostar tanto de o ver assim... tão bem disposto e humorado.

deixado a 25/10/11 às 00:41
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joaquim azevedo
Não. Neste momento a minha tarefa é divertir-me à custa de parasitas acéfalos.

deixado a 25/10/11 às 10:51
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MetroidSamus
Parecendo que não, aquilo é gente que só dá despesa.  (qt aos neo-libs cá da chafarica que não aprendam, não, e se um dia lhes calhar assim um cancrozinho, que tb é só despesa, que não tenham um dinheirito de lado que depois falamos).

deixado a 24/10/11 às 21:28
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Wyrm
Os neolibs nunca se atrapalham...

Se tiverem dinheiro anunciam a recusa em recorrer aos serviços de saúde pública que são maus e sustentados por roubos e apesar de terem roubadados não pactuam disso.

Se não tiverem dinheiro recorrem ao SNS por afinal "também paguei impostos."

Até há muitos que passam a vida dizer que o Estado é ineficiente e que devia ser tudo privado mas que continuam a trabalhar para o Estado e a comer do erário público... Claro que se um gajo aponta a incoêrencia eles e os seus amigos gritam "ad hominem" até ficarem azuis.

E muitos dos "liberais" deste blog aposto que é mais garganta que outra coisa...

deixado a 25/10/11 às 11:45
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web/sniper
Bem. A hemodiálise foi progressivamente "transferida" do sector público para o privado há muitos anos.
Neste momento, o que a empresa NephroCare - um quase monopólio - está a dizer ao Ministro Paulo Macedo é que não aceita os cortes contratuais impostos recentemente. E fazendo isso responde ao Ministro com a mesma moeda. Corta nos doentes portadores de hepatite B cujos custos assistenciais são mais elevados. Gere -à boa maneira privada - o fluxo de procura. Escolhe a carne e rejeita o osso (passe a comparação).

O Ministro o que pode fazer?
Transfere estes doentes para os serviços públicos. Se acaso, nesta voragem, ficou alguma capacidade residual instalada (no sector público)... De resto, perdeu a capacidade negocial.
E se fizer essa transferência, a empresa que domina o "mercado" (considerar doentes hemodilizados um "mercado" é chocante!) aparecerá, no futuro, a "provar" que tem custos assitenciais per capita mais baixos do que as instituições públicas . De facto, os ossos são mais difíceis de roer.

Tudo isto para concluir: a privatização de áreas assistenciais pode - apesar de brilhantes números  "demonstrativos" de inimagináveis poupanças - a qualquer momento ser (sair) mais dispendiosa.
Para a propalada "liberdade de escolha", idem.

 

deixado a 24/10/11 às 22:48
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