Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
por Sérgio Lavos

É oficial: a censura foi reimplementada em Portugal. Com uma ajudinha dos nossos amigos angolanos, que percebem muito da poda. A brincadeira do Prós e Contras em Angola não foi um acidente de percurso.


por Sérgio Lavos
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44 comentários:
E há quem seja contra a privatização disto.... Só se forem angolanos...

deixado a 24/1/12 às 12:09
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Monti
Nem mais, nem mais.

deixado a 24/1/12 às 15:02
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Infelizmente, não será privatizando a RTP que esta vai deixar de sofrer a intervenção das forças políticas. No tempo do Sócas houve coisas muito mal explicadas na TVI. Privatizou-se a EDP e a promiscuidade continua!


A promiscuidade que existe deriva exclusivamente de não se ter privatizado nada, só se vendeu o capital. Agora com os chinocas vamos ver como é que a coisa anda daqui para a frente mas a avaliar pelas nomeações a perspectiva deles é que continue tudo na mesma.
Com a comunicação social há dezenas de players, esse problema não se coloca.

deixado a 24/1/12 às 17:04
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joaquim azevedo
Privatize-se, desde que seja o ZeDu a controlar. Estamos a chegar ao paraíso: China manda na energia, Angola na comunicação social. Porreiro, pá! Só falta privatizar a TAP que, espero eu, caia nas mãos do Irão, A REN que pode ir para um capitalista afegão (desde que pague bem, claro), A CP e a REFER para o capital iraquiano e a ANA vendida à Arábia Saudita. Para finalizar, vendemos o tonibler e o Cunha ao Qatar que é para haver uma notícia positiva.


Vocês são pobres porque merecem. Nem quando aquilo que vos afecta vos rebenta na cara vocês param de lamber o cú aos vossos deuses. Merecem!


joaquim azevedo
E quem é que lhe disse que eu sou pobre, ó sua besta? O único pobre aqui é você. Pobre de espírito, mesmo que rico no BPN dos lambedores e mamões. Aqueles que, afinal, são os seus deuses. Portanto, vá pregar para a sua paróquia fascistóide e deixe em paz quem trabalha.

deixado a 27/1/12 às 00:42
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Miguel Pereira
Parece-me que não. Não noto da parte dos angolanos nenhum interesse em imiscuir-se nos assuntos internos da vida política portuguesa. Ao contrário de muitos portugueses que querem resolver os problemas dos angolanos. Preocupação essa que nunca se notou durante os 500 anos em que ocuparam esse território. Até 61 os angolanos podiam ser forçados a trabalhar para o colono, claro. De resto essa pretensão portuguesa é uma evidência dos complexos pós-coloniais que ainda não ultrapassaram. Um conselho: deixem-nos em Paz a resolver os seus problemas que é o que eles querem, porque de guerra é do que eles estão fartos.

deixado a 30/1/12 às 03:12
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