Gosto muito de ler a Helena Matos. Dentro do género feminino, é a minha ex-maoísta preferida - e não interessa se não conheço outra. Em geral, até aprecio mais as qualidades do Pacheco Pereira, mas a Helena leva a palma a qualquer antigo lutador do exércio do povo num aspecto: a maneira como (não) lida com os seus fantasmas de juventude em revolta.
Olha-se para os posts mais recentes do Blasfémias, e vê-se a Helena indignada com o facto do povo de Beja estar indignado com a nova toponímia do munícipio. É bestial, o raciocínio de Helena. Pois não houvera o povo de aceitar que as ruas da cidade levassem o nome de antigos bufos da PIDE. Caramba, o salazarismo foi uma ditadura tão fofinha, comparado às maldades de Agostinho Neto e de Che Guevara. O delírio não paga imposto, e acaba por ser louvável o combate diário que leva a cabo no blogue onde escreve, no jornal que lhe paga - há ainda algum? O Público parece que dispensou os seus serviços - e nas intervenções televisivas, esconjurando do seu corpo antigos amores, que a possuíram em tempos. A ir por estes caminho, a culpa apenas será aplacada quando o cilício apertar forte ou ela engrossar as brigadas internacionalistas de uma quaquer Frente Nacional. Esperemos por esse dia.
Mas, enquanto não chegamos lá, rejubilemos. No post seguinte, Helena estremece de frémito; o povo apedrejou autocarros algures em Lisboa, e isso levou a que a Carris esteja a repensar as supressões que levou a que aquela parte da cidade ficasse com um serviço de transportes de terceiro mundo. "Apedrejar compensa!", escreve Helena, e quase se consegue adivinhar a lágrima que lhe correu pelo rosto, ao recordar os tempos em que o cocktail molotof era a caneta que ganhava batalhas, conquistava o mundo! Nas ruas, claro, que as revoluções não são para se fazer sentado à frente do PC. A velha veia revolucionária, latejante, ao ver que o monopólio da violência que o Estado detém pode, a qualquer momento, ser beliscado pela vontade do povo.
Claro que ela disfarça, e se indigna muito com as "reengenharias sociais" que os seus antigos companheiros de armas estão a estimular, com a imprensa de esquerda que domina o país e tal e tal, e por aí fora. Mas eu, por ser um grande admirador, de longa data, sei ler nas entrelinhas. Os amanhãs que cantam fazem ferver o sangue, a luta estimula, o combate pela liberdade e pela justiça social empolga! Helena, camarada, estou contigo: quando voltares a sair do armário onde te enfiaste, serei o teu primeiro defensor. Nunca é tarde para voltar a antigas paixões...
Há tempos encontrei este texto delicioso no blogue «Vida Breve»; penso que retrata muito bem os Posts de Helena Matos.
Dizia assim:
Escreva você mesmo o próximo post da Helena Matos.
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É muito fácil. Mantenha todas as palavras que estão em português e substitua o latim por uma merda qualquer. Em caso de dúvida, siga este exemplo (http://blasfemias.net/2012/01/05/cartilha-socialista/).
(In blogue: Vida breve (http://vidabreve.wordpress.com/))
Olympus Mons
Dar aulas aos meus camaradas e não colegas esquerdóides é uma missão impossível, principalmente depois de saberem que têm um gene herdado dos Neanderthais.
Devem ter entrado num estado de choque tão profundo que duvido da sua capacidade de recuperação.
Vou tentar dar-lhes um pouco de ânimo:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Int
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1
Camaradas esquerdóides, quando for descodificado o genoma do Elo Perdido vão ver que os direitóides herdaram esse gene.
Está explicada a sua tendência para a imposição da Lei da Selva.
Então, gostaste e podes dar uma ajuda especializada?
Cumprimentos
CristinaOlympus Mons
Então é só isso que tens para dizer?
Colega direitóide, não acredito que desconheças o Elo Perdido seja a a Lucy, a Ida ou outro qualquer.
Vá, não te armes agora em modesto e diz tudo o que sabes sobre o gene dos direitóides, está bem?
Afinal, estás aqui para dar lições magnânimas ou não?
Já as deste aos esquerdóides, mas o que te impede de fazer o mesmo em relação aos teus colegas direitóides?
Vou tentar inspirar-te com dois temas musicais…
Para a Lucy:
http://www.youtube.com/watch?v=A7F2X3rSS
Para a Ida:
http://www.youtube.com/watch?v=-SavlOT5d
Cumprimentos
Cristina
Olympus Mons
Como vês, os camaradas esquerdóides estiveram-se nas tintas para a minha angústia, mas isso deve ser provocado pelo Cad, o DRD47R ou seja lá o que for.
Felizmente, recuperei graças à tua ajuda sobre a esquizofrenia dos direitóides.
Deves ter feito muitos amigos, deves!
Mas se não os vais explicar aqui, podes dizer onde e quando posso ver esse show?
Passada a angústia, fico morta de curiosidade…
Cumprimentos
Cristina
Mas vá lá, estou-me a sentir magnânimo. Vamos lá falar um pouco do DAD e dos CAD. Dad (Pai – eu) CAD (canalha – você). Na verdade é assim que são designados os comportamentos e as sociedades: Dad Vs Cad.
As sociedades “Cad” estão (ok, parecem estar) intimamente ligadas ao DRD4 7R. Ou seja nas sociedades em que existiu uma seleção positiva devido a xpto estão muito ligadas ao referido gene ,o gene de esquerda (liberal gene), e ao estabelecimento de sociedades CAD (como os yonomano na amazonas) versus as sociedades “Dad”, sociedades pai (como os bushmans na Africa do sul). As sociedades Cad estão associadas a uma maior abundancia de recursos naturais ( não são muito dados ao trabalho) . Nestas sociedades, tal como no discurso de qualquer esquerdoide, é necessário uma “aldeia para criar uma criança”. Na verdade aquilo que se observa é que os filhos da puta fazem filhos e depois alguém que os cuide (na maioria dos casos os outros miúdos). Enquanto nas sociedade “dad” (chamadas assim porque a família forma um núcleo que trabalha em conjunto para obter recursos) nas sociedades Cad, os gajos passam o tempo a ornamentar-se e a dedicar-se a actvidades mais lúdicas: agora uma provocação – Há quem diga que as pessoas de esquerda defendem tanto os homossexuais (1% da população mundial) porque estão a defender os seus genes - Nas sociedades primitivas Cad (DRD4 7R) a sodomização dos jovens e mesmo rituais de sexo oral são comuns ao passo que não são de todo observados nas sociedades “Dad” como os bushmans. Talvez… mas que explicaria muita coisa, lá isso explicava.
Tal como o facto de todas as sociedades em que os homens vivem a conta de alguém (nesses casos das mulheres que é quem faz o trabalho todo) são todas sociedades Cad… também faz todo o sentido, certo?
Sergio: Não se atreva a censurar os meus dois comentários – Isso levava a outra conversa do Drd4 7R … (just kidding!)
Não queira. Mas não queira mesmo uma sociedade desprovida desses seres abjetos com o DRd4 7R. – Aliás já existe e é o único povo que eu detesto. De todos com quem convivi é o único que me complica com os nervos – Chama-se China! Na China não existe o Drd4 7R e apesar do lisonjeio que obtive dos elementos do sexo feminino (ou isso ou Kung fu man significa outra coisa) é uma sociedade que representa muito do que é a ausência dos esquerdoides : Hiper agressiva, fechada, xenófoba ao extremo, sem criatividade, sem piada alguma. Simulações computorizadas (e eu detesto computar models como argumento mas aqui vai) revelam que os esquerdoides devem ser numa sociedade entre 5% a 15%.... Deixe-me explicar. Os testes são feitos com base na alimentação em termos de evolução: se injetar na variável menos de 5% morremos todos de mal nutrição, se injetar mais de 25% morremos de demasiada comida venenosa.—Percebe e lógica certo?
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