Carlos Abreu Amorim, blogger no Blasfémias, 6 de Março de 2009:
«A teima na ‘campanha negra’ visa intimidar quem faz informação. Note-se que essa lengalenga foi usada no Freeport, mas alastrou para os projectos da Guarda, para as nebulosidades da licenciatura e do caso da Cova da Beira. Sempre que alguém fica perplexo com o peculiar percurso de Sócrates, o próprio ou os que escolheram o pouco distinto papel de serem os seus ‘Bobbys’ e ‘Tarecos’ – os ministros Santos Silva e Silva Pereira – surgem a gritar que sinistros ‘poderes ocultos’ conspiram “contra a democracia”. Curiosamente, do lado do PSD, Pacheco Pereira faz coisa semelhante aos que não crêem nas virtudes da liderança de Ferreira Leite. Um dos dramas da fossa em que estamos é que os piores defeitos de quem manda parecem ser os talentos de quem quer mandar.»
Carlos Abreu Amorim, cronista do Correio da Manhã, Junho de 2011:
"E ninguém senão nós escolheu José Sócrates. Com um currículo pessoal aterrador, sem a mais elementar preparação profissional, académica ou cívica, apto a instrumentalizar qualquer valor ou convicção e a quem apenas se pode reconhecer a obstinação daqueles que são capazes de tudo, mas mesmo de tudo, para manter acesas as luzes fátuas do seu ego."
Carlos Abreu Amorim, deputado do PSD e tareco de Miguel Relvas, 16 de Julho de 2012:
“Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha que eu me lembre que alguém tenha sido sujeito, um ministro, nomeadamente nos tempos democráticos."
É a vidinha.
"laughing out loud with an echo." Tendo eu as minhas suspeitas sobre o que possa causar esse eco na fonte do 'LOLOLOLOL', vou no entanto abster-me de colocar o dedo nessa ferida que me parece trazê-lo assaz traumatizado. Relativamente às palavras de "sete e quinhentos" (curiosa expressão), sugiro que as "coloque no Google" no case de se encontrar em dificuldades. Para finalizar, agradeço-lhe o ter-nos disponibilizado uma lista de sons que todos acreditamos serem os que V.Exa. produz enquanto - digamos - comenta. P.S.: "Eu escrevo como quiser e bem me apetecer." - Sim, parece-me evidente. |
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