Segunda-feira, 23 de Julho de 2012
por Sérgio Lavos

"Representantes da comunidade educativa unidos contra Crato. (...)

 

De hora a hora a hora um funcionário aparecia para chamar ora os representantes dos directores, ora os dos pais, ora os dos professores – e todos responderam o mesmo, que tinham pedido uma reunião em conjunto e que apenas subiriam se fossem recebidos em conjunto”, relatou Manuel Pereira, dirigente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Ao PÚBLICO, escusou-se a classificar a atitude de Nuno Crato, dizendo que “as atitudes ficam com quem as pratica”. Mas lamentou que o ministro “tenha perdido uma oportunidade única de perceber as preocupações que são transversais a toda a comunidade educativa”."

Um ministro que não quer ouvir os agentes da área sobre a qual legisla, que talvez preferisse dividir para reinar, governar sozinho. Um ministro de outro tempo, tão retrógado como haver exames nacionais na 4.ª classe. Bate certo.


por Sérgio Lavos
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40 comentários:
JAraujo
nahhh! com este assunto não me convencem...

deixado a 23/7/12 às 21:01
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Estava lá o Albino com os netinho a presidir à Confederação dos Pais?
Este e os outros têm alguma eleição ou são escolhidos num jogo de poker?
Tantas dúvidas.

deixado a 23/7/12 às 21:05
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JAraujo
onde não há duvidas é: exigencia, exigencia e exigencia. e claro, exames!... pois é a unica maneira de bater certo.

deixado a 23/7/12 às 21:29
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gorduras ? Redução de despesa ?


O ministério da educação tem um dos mais elevados orçamentos do país, e 86% desse valor vai para.... ordenados !!!


Num país onde cada vez há menos crianças a matemática é facil de fazer...


Demora muito ? 

deixado a 23/7/12 às 22:20
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Anónimo
Não, a matemática é, até, muito fácil de ser feita: um país com cada vez menos crianças é um país que é cada vez menos um país. Mas é aí que os verdadeiros políticos se distinguem dos amanuenses neoliberais de serviço: os primeiros pensam a médio e a longo prazo; os segundos dedicam-se ao fogo fátuo e circunstâncial da numerologia bacoca e criminosa. 
 Faço-lhe uma simples pergunta: se o caro senhor tiver ( longe vá o agouro) um início de gangrena no dedo grande do pé, combate-a com um potente antibiótico, ou dispensa-o, optando pelo serrote cirúrgico? É que, se a sua opção for a segunda, mais tarde ou mais cedo, vai ficar sem perna. Passe a analogia grosseira, é o que se passa no mundo da educação. Queremos um país sustentável? Temos de ter uma natalidade digna desse nome. Para termos essas mesmas taxas de natalidade sustentáveis há que dar apoios e condições às famílias ( o antibiótico potente ) para terem filhos e os criarem. Se isso se não fizer, há que cortar ( o serrote cirúrgico ): cortar nos professores, mas também cortar nos pediatras, nos psicólogos infantis, nas creches e nas escolas, e por aí adiante. E depois, o que vai sobrar? Um país de velhos que cuidam de velhos? É que, se a ideia é essa, estamos a fazer progressos magníficos.


Uma boa ideia, mas ...
O casamento caiu em desuso, hoje "juntam-se", "andam", "namoram".
E nestas circunstâncias pensar em filhos é a última necessidade.
Eles continuam a ser feitos, e em barda, nas classes mais baixas.
É bom de ver que não se corta o dedo do pé como pelo contrário até fazemos esforços para que mais dedos gangrenem.

deixado a 24/7/12 às 08:27
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certamente que tem razão em relação à cura....

Mas eu pergunto-lhe, uma casa constrói-se pelo tecto ?

Se não há crianças que chegue para tanto professor, o que fazer ? Mante-los como FP ??

Desde há muitos anos que o numero de alunos vem diminuindo e os professores cada vez são mais !


Anónimo
Repare que eu nem sequer pus em causa a sua afirmação de que "há menos crianças". Essencialmente, essa afirmação é correcta, se a enquadrarmos num médio e longo prazo. Já, se a tomarmos no curtíssimo prazo da passagem do ano lectivo de 2011/2012 para o de 2012/2013, ela não corresponde a nada que se pareça com a realidade. O que o excelente ministro Crato fez foi cortar a esmo: aumentou o número máximo de alunos por turma; criou mega-agrupamentos; tirou da cartola uma suposta reforma curricular que extinguiu pares pedagógicos e ofertas de disciplinas. Que dá tudo isto? Menos criancinhas? Não, pois das medidas do ME não consta o fuzilamento de um terço dos menores de 18 anos durante as férias estivais. O que tudo isto dá, num resultado para além da "troika", é menos professores. E, meu caro amigo, os professores que neste próximo ano lectivo vão ser empurrados para horários zero não dão aulas há 6 meses, dão-nas há décadas e continuam a ser necessários.
 E, certamente, tem razão: uma casa não se constrói pelo tecto. Mas é excusado desmantelar uma casa decente com promessas de se construir, sabe-se lá quando, um magnífico palácio. O mais certo é acabarmos a dormir ao relento por muitos e maus anos.


peço a sua ajuda para explicar estas noticias que vieram a publico

O melhor rácio de alunos por professor dos mais de 30 países analisados num relatório dOCDE)  pertence a Portugal.

No Ensino Secundário, temos um professor por cada oito alunos inscritos, enquanto que os Estados Unidos da América têm um docente por cada 16 alunos, a Alemanha um por cada 15 e a França um por cada 12. O México é o país com o pior desempenho com perto de 30 alunos por cada professor a tempo inteiro.

No Ensino Básico, Portugal ocupa o segundo lugar com um professor para cada 11 alunos, apenas superado pela Hungria com um para 10. No que diz respeito à pré-primária, estamos no meio da tabela com 15 alunos por professor e nas universidades públicas portuguesas existe um docente para cada 13 alunos, um dos melhores desempenhos do estudo.



Apesar de o número de professores não se reflectir nas turmas, reflecte-se bem nos gastos totais. Portugal é o país que gasta a maior percentagem do orçamento dedicado à Educação com o pessoal, um pouco mais de 95%, sendo que 85% dos gastos no Básico e 81% no Secundário são exclusivamente com professores. A título de exemplo, diga-se que a Finlândia apenas gasta 65% do seu orçamento com o pessoal, alocando os restantes recursos financeiros para a investigação e serviços de apoio como materiais, alimentação, alojamento ou transporte.



Anónimo

Olhe, meu caro amigo, os números dessas estatísticas não batem com a realidade das nossas escolas. E olhe que eu sei perfeitamente do que falo.
 Aqui, no prédio onde vivo, há um vizinho que se empanturra com lagosta os 365 dias do ano. Os outros condóminos nem com o simples cheirinho da lagosta se consolam: pura e simplesmente nem sabem o que é lagosta. O certo é que, estatisticamente, cada um dos habitantes do prédio come X quilos de lagosta por ano. Assim é no ensino: pegue-se no número total de alunos e divida-se pelo número de professores. Está feito! Os números apresentados serão magníficos. Claro que houve um pequeno pormenor convenientemente esquecido no processo: foram TODOS os professores que entraram na estatística; e isto há professores que leccionam a turmas inteiras e outros, como, por exemplo, os do ensino especial, que têm um trabalho personalizado com  poucos  alunos. O que também nos leva a verificar que, assim sendo, os professores com turmas atribuídas as têm, as mais das vezes, com uma média de 20, 21, 22, 23 ,24,25 alunos por turma.
 Quanto ao ensino superior, a estatística refere-se a quê? Público ou privado? É que, se falarmos do público, o número só pode ser uma piada de mau gosto. Em Coimbra, nos anos 80/90, anfiteatros com 200/300 alunos lá enfiados dentro eram o pão nosso de cada dia... E, na altura, havia mais professores do que agora.
 No seu apontamento estatístico há um dado que nos deve fazer reflectir: o México é o país com pior desempenho. E porquê? Encontra-se numa situação em que a média de alunos por turma no Secundário é de trinta alunos. Trinta! O número mágico que o imaginoso Nuno Crato apontou como o  mínimo de alunos por turma. Caminhamos para um futuro radioso... 
 Quanto àquilo que apontei como estando a acontecer nas escolas públicas neste preciso momento, quanto a isso o senhor nada disse. 

deixado a 26/7/12 às 23:19
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Este ódio vesgo aos professores, à educação, às escolas, partilhado pelos últimos ministros e tantos comentadores... há-de vir de algum trauma, qualquer tragédias de infância... não pode ser tudo ignorância ou má-vontade.


Samuel não há ódio nenhum, apenas a constatação de factos.

Faço-lhe uma pergunta:

Qual foi o melhor ministro da educação desde o 25 de Abril ?

deixado a 24/7/12 às 10:02
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web / sniper
"Num país onde cada vez há menos crianças a matemática é facil de fazer..."
- Um ministro?!!!

deixado a 24/7/12 às 00:29
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Anónimo

Ò caga-osgas, voltamos sempre à mesma situação onde mandas bitaites de assuntos que não gastas 1 segundo a reflectir o porquê? Educação é um serviço prestado por pessoas. Para educação nacional há que pagar por um ministério, escolas, profs e funcionários. Com a "entrega" das escolas à autarquias e Parque Escolar, com as autarquias a ficarem responsáveis pelo transporte e alimentação dos alunos, com as autarquias a ficarem responsáveis pelos funcionários das escolas, o que sobra deste universo que fique efectivamente sob a responsabilidade do ministério? Profs obviamente! É assim tão complicado perceber porque razão a maioria do orçamento vai para pagar um serviço?
Se o orçamento do ministério é para pagar um serviço e esse serviço é efectuado por pessoas é mais que óbvio que a maioria do orçamento é para pagar profs.


não, oh urso !

Tú é que falas do que não sabes !

O relatório Education at a Glance 2009 revela que Portugal gasta 85% do orçamento da Educação para o ensino básico em salários de docentes, quando a média da OCDE é de 64%.

“O problema de fundo da Educação em Portugal é que é o país da OCDE que gasta uma maior parcela do orçamento da educação em vencimentos de professores – cerca de 85%; é também dos países onde é maior a diferença salarial entre um professor no final da carreira e um professor no inicio de carreira (quase 3 vezes mais). No seu conjunto, estes dois indicadores sublinham o óbvio: sem mudanças estruturais profundas na gestão dos docentes, o sistema de ensino português é insustentável a prazo.”


Bárbara
Já agora, sabe dizer-me quanto é que isso dá em euros por aluno quer em Portugal, quer na média dos países da OCDE? Já dizia o outro "lies, damned lies, and statistics"!


a Barbara pede a Barbara tem :

Portugal, com uma despesa pública total em educação de 4,9% do PIB, encontrava-se ligeiramente abaixo da média da UE-27 que, em 2008, se situou nos 5,1%.

Ficou assim à frente da Alemanha, Espanha e Itália com 4,6% do PIB, cada.

Os números são lixados, não são ???


Bárbara
Quando eu andava na faculdade, num certo exame de Física estatística para os mais de 100 alunos inscritos só houve duas aprovações: uma com 14 valores e outra com 19. Eu poderia dizer, sem faltar à verdade que 50% das aprovações foram 19.
Não são os números que são lixados, são as estatísticas. Eu posso dizer o que quiser com estatísticas e ainda chamar os outros de idiotas, que é algo que fica muito bem aos arrogantes quando não têm nada mais sólido para trazer para a argumentação.
 
Mas numa coisa eu até o entendo, para quê estar a gastar dinheiro na formação e qualificação dos portugueses, se o seu destino vai ser a emigração?

deixado a 25/7/12 às 20:14
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edgar
Não é autismo, é ideologia.
Ao ver através da televisão, a desgraça provocada pelos incêndios em Tavira e na Madeira, ao ver e ouvir os relatos dos que investiram tudo o que tinham, os rendimentos de uma vida de trabalho, na sua terra e que tudo perderam, não pude deixar de pensar na notícia sobre os milhares de milhões que alguns guardam a bom recato em paraísos fiscais, entre os quais está o da Madeira.

É esta a ideologia do governo, pouca ou nenhuma preocupação e apoio aos trabalhadores e ao povo que sofre com as calamidades e porto seguro, sem impostos ou com impostos reduzidos, para os capitalistas e o capital.

E há quem chame a isto democracia e igualdade de oportunidades.

deixado a 23/7/12 às 23:29
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Alexandre Carvalho da Silveira
Mas o Albino e o Nogueira representam alguem? Um é do PêiEsse, e o outro é funcionario do PêCêPê. 
O que é que estes dois parasitas trouxeram de positivo à Educação em Portugal? nada, zero, só servem para fazer o pão caro. Eu no lugar do Crato mandava-os lamber sabão.
Nota: enquanto não for alterada a lei que rege a relação dos sindicalistas com as entidades patronais, sejam publicas ou privadas, nunca mais há gente com valor e apenas interessada em resolver os problemas dos seus associados. O Nogueira não dá aulas há decadas e diz-se professor. Ele apenas defende os interesses do partido dele, e somos todos nós que lhe pagamos o ordenado, que ele continua a receber da escola onde não põe os pés há que anos.

deixado a 24/7/12 às 00:41
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edgar
Qualquer deles foi eleito pelos seus.
O Crato foi escolhido pelo Passos Coelho.


Alexandre Carvalho da Silveira
Tem razão, foram eleitos pelos seus... colegas de direcção e por poucos mais!
Queria que os ministros fossem escolhidos por quem? pelo comité central?

deixado a 24/7/12 às 12:28
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Ana
Tem calma, Alexandre.

deixado a 24/7/12 às 04:16
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Anónimo
Do Sr. Albino não falo, pois sempre achei detestável a ortodoxia "paitrioteira" e caceteira exibida pelo espécime.
 Quanto ao Nogueira... "diz-se" professor? Não, ele não "se diz". Ele é. E sabe porquê? É que ele, ao contrário de alguns que o senhor defende, efectivamente ESTUDOU, FORMOU-SE ( em Coimbra e não numa Lusíada ou Livre qualquer) e EXERCEU a profissão docente. Que o senhor ache que qualquer sindicalista que tenha a ousadia de o ser deva viver da esmola do sindicato ou morrer à fome é uma ideia peregrina. E risível.
 Pessoalmente, não me encanita a licença do professor Mário Nogueira. O que me preocupa são manobristas de baixo coturno como o "Dr." Relvas, vigaristas que tiraram "férias" do sector privado para se amanharem no sector público com aquilo que é de todos nós. Esses não descem a Avenida, nem no 25 de Abril, nem no 1º de Maio. Esses não mostram as suas bandeiras em plena luz do dia. Esses não dizem, alto e bom som, ao que vêm. Esses só conhecem os passos lentos e estudados dos videirinhos que levam a água ao seu moinho, as suas ideias são da cor da noite, pois, nela, todos os gatos são pardos e os gatos alvos morrem de fome, e as suas palavras são sussurradas, porquanto é no silêncio que todas as traições se materializam. Console-se: é a essa gentalha que o senhor, eu e a generalidade dos portugueses, paga o Doutoramento em Arte de Bem Furtar. E, pelo menos desta vez, nem têm de passar pela chafarica do costume para fazer de conta... Ah... já me esquecia: o seu problema maior é o malandro do Mário Nogueira, não é? Pois... isto não há como ter sempre em mente a suprema necessidade de distinguir o essencial do acessório...


Alexandre Carvalho da Silveira
Ainda bem que o Nogueira se licenciou em Coimbra. Dá um "toque" diferente aos sindicalistas do PêCêPê, que normalmente fazem gala em se dizerem operários. Mas para que é que lhe serve uma licenciatura tão boa, se ele não dá aulas praí há 30 anos? Um verdadeiro desperdicio... 


Anónimo
Que dizer do Crato? Exerceu a profissão de professor durante 2 anos no tempo da outra senhora e desde então só deu aulas em instituições de ensino superior. Que sabe ele das exigências e desafios do ensino básico e secundário? (do percurso no ensino superior não questiono o seu conhecimento e experiência).

deixado a 24/7/12 às 17:35
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Anónimo
Substantivamente, essa do "toque diferente" não passa de um comentário impressionista. E devo dizer que concordo consigo. O Mário Nogueira devia era mudar o rumo à agulha, qual Zita Seabra arranjar um súbito e assolapado amor pelo laranja e fazer parte do Governo. Se o "Dr." Relvas, com a sua "licenciatura" se amanha tão bem, imagine o que o bom do Nogueira, com o seu "canudo" legitimamente coimbrão, poderia "dar" ao país. Ele há gente pouco esperta que nunca aplica o velho ditado " Quem parte e reparte..." Falta-lhe a "escola da vida", é o que é.


Alexandre Carvalho da Silveira
Se o Nogueira mudasse o rumo à agulha como sugere, como é que ele depois podia fazer as figuras de palhaço como a que fez hoje em Cantanhede à frente de um grupo de outros 50 palhaços?
de resto é muito melhor fazer de "ministro da educação sombra" do PêCêPê: basta-lhe dizer não a tudo, e até aparece mais nas tvs e tudo. A vida daquele homem, é uma alegria!


Anónimo
Olhe, meu caro senhor, o seu grande problema na leitura das situações é que há uma coisa incontornável comummente chamada de "realidade", coisa essa que o senhor teima em não ver. E um gato não se transforma em cão só por lhe chamarmos "cão". Se insultos a despropósito e ódios irracionais de estimação construíssem uma ideia, eu, em vez de ler, ouvia gravações de hinos de claques de futebol. E a verdade é que não ouço.


Alexandre Carvalho da Silveira
Não ouve, e faz muito bem; mas o que é que eu tenho a ver com as suas leituras, ou com o que ouve ou deixa de ouvir?
A realidade? a realidade não é a do Nogueira de certeza absoluta. 300 milhões de pessoas demoraram 70 dolorosos e sofridos anos a descobrir isso!


Anónimo
Meu caro amigo: nem o Nogueira, nem os membros do PCP mandaram na PIDE ou criaram o Tarrafal ou o Campo de S. Nicolau. Aqui quem torturou e matou não foram os esbirros do NKVD, foram outros. O senhor não entende isso, nem nunca entenderá. Factos são factos, opiniões são opiniões e não é o chamar-se palhaço a quem se sacrifica pelos direitos dos outros que muda isso. Por mim, fico-me por aqui, pois não gosto de conversas a tender para o azedo. Passe bem.

deixado a 27/7/12 às 23:56
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Sanatório da Direita Flatulante
Pois aqui vão algumas propostas para as relações entre sindicalistas e patrões:
1- Os sindicalistas têm de trabalhar 12 horas por dia no seu local de trabalho efectivo e só depois é que podem reunir com o patrão (se este estiver disponível).
2- Os sindicalistas têm de pertencer ao mesmo partido do patrão (o mesmo clube de futebol não vale).
3- Os sindicalistas estão proibidos de usar bigode.
4- Os sindicalistas não podem fazer greve. Se forem professores só podem fazer greve ao domingo ou nas férias grandes.
5- Os sindicalistas devem ser fácilmente identificados na via pública (tipo estrela bordada na lapela ou tatuagem na testa)
6- Se um sindicalista não cumprir com qualquer regra anterior deverá ser reeducado pelo ministro Crato e submetido a exame todas as semanas até ser domesticado. Se mesmo assim não funcionar, recorre-se à lobotomia para ficar ao nível de alguns comentadores do Arrastão.


Alexandre Carvalho da Silveira
Este gajo é tão engraçado; faz-me lembrar a anedota do ciganito que contava na escola, que para se divertirem , e para enganarem a fome tambem, à noite a familia dele se sentava á volta da fogueira, e, contava ele, "o mê pai pêda-se e a gente ri-se"!

deixado a 24/7/12 às 12:32
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Rui Meireles
Ficou hoje claro que o Corte na Despesa foi além do que estava planeado -se calhar planeado pela Troika- e que por isso a receita foi afectada...O que dizer disto?...
Para mim é claro, cortaram nos salários e como estes não puderam ser aplicados na Economia fizeram por esse facto ressentir as receitas Fiscais!...O garrote nos salários garrotearam as Receitas.
Este Ministro é tóno!...

deixado a 24/7/12 às 00:47
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Rui Meireles
Porque a despesa não é apenas despesa, nalguns casos, seus grandes estúpidos, representa também muita receita.
Vou dar um exemplo:
-Tenho uma Empresa que vende Pão...
Se não pagar aos meus empregados penso que ganharei bastante mais dinheiro do que se lhes pagar o que devo.
Mas se não lhes pagar os ordenados, eles a seguir não vão poder comprar o que necessitam aos outros patrões como eu mas que vendem Peixe ou Carne ou Sapatos, nem vão poder comprar o seu Pão na minha própria Padaria e com isso os outros patrões vão começar a ter problemas de Tesouraria a ter que fazer como eu fiz -sem necessidade- não pagando os salários dos seus empregados e eu não vou conseguir vender os meus pães nem aos meus empregados nem aos empregados dos outros e ganhar o meu próprio dinheirinho, mesmo que continue a não pagar um único tostão aos meus empregados...
Mas espertos, só mesmo neste Governo!

deixado a 24/7/12 às 02:54
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Joe Strummer

Entretanto um pouco longe mediaticamente do foco Relvas...

A diretora da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais da Universidade Lusófona, Ângela Montalvão Machado, colocou o seu lugar à disposição dos responsáveis da Universidade Lusófona, na sequência do caso Miguel Relvas.

 Também os outros elementos da direcção da Faculdade (Pereira Marques e Medeiros Ferreira) decidiram, em solidariedade, colocar os seus lugares à disposição.

 

O que é curioso são os apelidos dinasticos que equitativamente e quase por representatividade parlamentar ocupam estes lugares.

Sinceramente gostava de ouvir sobre isto os deputados que dão aulas nesta universidade. Não se pode falar e condenar as PPP's (a maior das partes das vezes erroneamente) e depois ser o vivo exemplo daquilo que se condena.

Mas aqui o problema seria encontrar um jornalista que fizesse essa pergunta quando esses deputados perorassem sobre qualquer outro nobre assunto da nação ou mesmo num debate sobre educação.

 

  -Olhe já agora, o senhor dá aulas na Lusofona não dá? O que me diz sobre este caso? Já passou alguem assim tão rapidamente?

 

 Corria o risco de rasgar o guião por que se rege a politica espectaculo do país transmitida religiosamente (mas tambem há guiões para não crentes) 365 dias por ano com subsidio de ferias e natal.

O jornalista tambem poderia depois ver quantos colegas seus dão aulas em universidades e dedicar-se

(já no desemprego) a  coligir curiosidades sobre a vida académica portuguesa que depois publicaria num livro de capa dura e anti-inflamavel numa qualquer editora espanhola e/ou inglesa.


deixado a 24/7/12 às 09:42
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9 milhões de euros (http://31daarmada.blogs.sapo.pt/5647342.html)

O valor que o Estado gasta todos os anos com alguns professores para estes... não darem aulas. Ao todo, são 281 professores destacados nos sindicatos (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/dirigentes-sindicais-custam-9-milhoes), sendo que 125 estão a tempo inteiro. A vida assim é mais fácil.


deixado a 24/7/12 às 11:11
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JEM

E é o Estado, os contribuintes, que pagam aos sindicalistas?

Ou são os associados?


Ahahahahah voce é um cómico !


Rui Meireles
Gostava de saber quem é que lhe paga a si para perder tanto tempo por aqui sem trabalhar?...Porque não vai trabalhar e fazer aquilo que tanto deseja que os outros façam?...Algo de verdadeiramente útil como você diz!..."Olha para o que eu digo e não para o que eu faço", neste caso ao tempo que perde por aqui você não deve fazer mais nada!...

deixado a 24/7/12 às 18:24
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