"Quem não exigir fatura arrisca multa do Fisco."
O fascismo financeiro quer fazer de nós bufos fiscais. Não pedir factura significa recusar um sistema que se dedica a espoliar os contribuintes para continuar a alimentar os bancos, a corrupção e os interesses que vampirizam o Estado. A única resposta possível é a desobediência civil. NÃO pedir factura não é uma escolha; é um imperativo moral e de cidadania.
Quando atingir os 8,5 milhões de compras, talvez me lembre de pedir facturas, mas até lá, vou denunciando a malta que não tem licença de porte de isqueiros, para efeito de multas retroactivas…
Cristina
PS: Quando é que obrigam os rapazelhos das finanças paralelas a pagar as facturas de não sei quantos mil milhões de euros?
Primo Rui F
O Paulinho, na oposição, até já auto-intitulou o partido dele como o dos contribuintes.
O pessoal não percebeu que estava a referir-se a esses rapazelhos e que, uma vez no governo, colaboraria na isenção do cumprimento das obrigações dos ditos cujos.
Acho que para embalar o pacote do “Zé” deve contar, pelo menos, com o assessor Jacinto Leite Capelo Rego.
Mas basta de dizer mal e acho que há um aspecto positivo:
Aqueles que eu sei que tu sabes, vão exigir as facturas às lojas dos aventais de quem são clientes e… adeus défice, adeus dívida, adeus austeridade, a deus o que é de deus e ao “Zé” o que é do “Zé”.
Aquele grande abraço do cota
Beijocas do bando
CristinaJosé Peralta
Para quem não conseguir ou lhe dê muito trabalho procurar o artigo em forma de “carta”, deixo o link directo:
http://belemlivre.blogspot.pt/2013/02/ca
Li-o à família e de facto, o mundo é pequeno, mas esta cambada está a microscopizar Portugal.
Breve testemunho do cota:
Conheceu Teresa Beleza, a irmã e outras personagens ilustres, quando frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa, no ano em que o Caetano foi presidir ao conselho de ministros.
Foi o tempo em que como ele já disse e com o humor esquisito que o caracteriza, só esteve lá a tirar um curso de contestação, greves e manifestações estudantis contra os ídolos dos actuais passistas passadistas.
Como membro de uma Comissão de Trabalhadores, esteve numa audiência com António Arnaut, quando este foi Ministro dos Assuntos Sociais.
Resumindo os dois acontecimentos, guarda a recordação de uma Leonor a dar nas vistas, ao contrário da irmã e de um Arnaut quase obcecado, no bom sentido, com a criação do SNS.
Agora sou eu e a referência à Maçonaria existente nessa “carta”, ficará para mais tarde, quando houver um post que aborde esse assunto e não se limite ao toca e foge.
Sinceramente, ainda não percebi como há temas tabu e se pensavas que ia dar, como outro exemplo, o Clube de Bilderberg… não te enganaste.
Aquele grande abraço do cota
Beijocas do bando
Cristina
Tio A.R.A
De onde menos se esperam…:
http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/1
Logo, com mais tempo, vou tentar voltar.
Aquele Grande Abraço e Beijocas Camaradas
CristinaTio A.R.A
O Carlos Pimenta é um dos infiltrados, de acordo com o plano maquiavélico dos Marretas da Porcalhota e afirmou isso em Setembro de 2012, mas a justiceira da Troika para o interior topou a conspiração e resolveu o problema, imediatamente:
http://www.tvi24.iol.pt/politica/paula-t
Todos os implicados nesses esquemas que indicaste estão em prisão preventiva num estabelecimento subterrâneo construído nas Berlengas, mas isso é ocultado e sabes porquê?
Porque o Relvas é outro infiltrado, com a missão de fingir que pretende controlar a comunicação social a favor dos troikistas do interior, quando e na realidade, a entregou aos comunas e aos esquerdalhos.
Espera, há algo que não bate certo, pois a seguir à divulgação do aumento do número de desempregados, soma-se:
http://expresso.sapo.pt/pib-cai-mais-do-q
Mau, afinal parece que o afastamento compulsivo desses empreendedores está a ter resultados dramáticos, pelo que retiro tudo o que disse e ponho flores… de laranjeira:
Soltem esses prisioneiros, nem que o rei mirdas de Belém tenha que promulgar uma lei excepcional de amnistia ou um género de bula papal…
Só assim, continuaremos a ter quem cuide de nós «Per omnia saecula saeculorum».
Aquele Grande Abraço e Beijocas Camaradas
Cristina
Tio A.R.A
De facto, tenho um conhecimento reduzido do plano dos Marretas da Porcalhota e quando li isto:
http://expresso.sapo.pt/aguiar-branco-an
Perguntei ao teu «Brother in Arms» se o Aguiar fazia parte do vosso guião e ele disse-me qualquer coisa como isto:
«-Pirralha, queres saber demais, mas eu e o Camarada Pereirinha, nem sob tortura, confessaremos que escrevemos «O Príncipe», sob o pseudónimo de Maquiavel.
Porém, desvelo alguns pormenores, o primeiro dos quais tem a ver com o nome de código para o nosso plano de ataque e que é «Guia de Marcha para a cambada», outra tradução para a tal frase em língua morta.
Com o intuito de evitar qualquer fuga involuntária de contra-informação, existe um ou outro Mistério entre nós, baseado na confiança mútua de que nunca trairemos os nossos objectivos finais.
Como é mais do que evidente, o Mistério da Defesa pertence ao Camarada A.R.A e mais não digo.»
Pronto, eu também me vou calar, pois como continuo fora do vosso plano principal e armada em pomba Correia, só deixo a imagem do mealheiro que urge fracturar, com ou sem factura: http://wehavekaosinthegarden.files.wordp
Aquele Grande Abraço e Beijocas Camaradas
CristinaTio A.R.A
Como sabes, o Camarada Maquiavel passou uns tempos numa gruta, meditou e concluiu que tinha chegado a hora de fazer opções.
Uma delas e por vários motivos, foi a de abandonar a escrita, pois acha que há amigos que dizem as coisas melhor do que ele diz:
http://www.youtube.com/watch?v=GxePgGPjs
A força das circunstâncias fez dele o grande educador das netinhas e assumiu isso como a principal frente de luta, numa perspectiva de futuro.
Em relação ao que disseste de cada elemento do colectivo a 3 e não só, o teu Brother in Arms envia-te isto:
http://www.youtube.com/watch?v=PDWuwh6ed
E agora, de toda a tribo da Falagueira, uma musiquinha para o Camarada e Amigo A.R.A:
http://www.youtube.com/watch?v=hfKU5pA-C
Aquele Enorme Abraço e Enormes Beijocas Camaradas
CristinaTodos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
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