Quarta-feira, 28 de Junho de 2006
por Daniel Oliveira
«No fundo, o que Vital Moreira está a defender é que a liberdade sindical só é possível se o sindicalismo for pago pelo patrão e se for exercido no tempo do patrão» diz João Miranda criticando a posição de Vital Moreira que, por sua vez,
critica os sindicatos dos professores por excesso de dispensas mas, ainda assim, defendendo que elas devem existir. Um diz mata e outro esfola o que diz mata. «Tempo do patrão», é assim que João Miranda defende que se deve chamar ao nosso horário de trabalho. O tempo não é nosso. Não é da empresa. Não é do trabalho. É do patrão. Como nós. Somos do patrão. Felizmente o patrão não é João Miranda.
juca
Sr. Oliveira, parece-me que dei isso a entender no comentário que fiz: "Tal como o trabalhador tem liberdade para mudar de trabalho ou para não escolher qualquer sindicato para se filiar". Sou a favor da liberdade total, ou seja, de patrões e trabalhadores, não só dos trabalhadores.
Ás vezes parece que as empresas são obrigadas a dar emprego em vez de trabalho.
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