Perante a pressão dos trabalhadores chineses,o governo a China prepara-se para aprovar leis de contratação que garantam o mínimo dos mínimos de diretos. A lei é pouco ambiciosa, mas empresas transnacionais como a Wal Mart, Google, UPS, Microsoft, Nike, ATT e Intel, através da Câmara Americana de Comércio de Xangai e do Conselho Empresarial Estados Unidos - China, estão a pressionar o governo chinês para que não o faça. Um conselheiro da Câmara Americana de Comércio explicou que se tratavam de «dois passos a trás depois de três passos à frente». Esta proposta nasce depois da Wal-Mart ter sido obrigada a aceitar sindicatos nas suas lojas na China. No entanto, ela não garante aos trabalhadores chineses o direito à greve e a sindicatos independentes.
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