Então as eleições americanas? Só interessam quando ganha o mr. clean Obama?!? Ainda estou para perceber o que é que esta esquerda vê neste santana negro… Só mesmo o facto de ser negro…. e o bloco sofrer de um complexo racista invertido….
very good
si, me gusta así
e já contava, hoje,
com música no arrastão,
sempre boa, e esta,
então, tá bem certa,
pois sabe à vida e à festa
que há-de haver sempre,
bem feito, pra chatear os fascistas
pelo trabalho e o pão
Obrigada por trazeres este poema do Zé Mário!
Tive o privilégio de assistir ao vivo a este momento, ali no que foi o Teatro Aberto na Praça de Espanha.
Momento excelente e inesquecível!
A ouvir, sempre!
Passei por aqui, venho aliás da baixa de Lisboa, vulgo Rossio, onde a festa está a ser comemorada de uma maneira apoteótica e, confesso, não conhecia nenhuma destas intervenções.
São todas muito interessantes de um folclore muito cativante.
E de tão bem feitas quase que se sente o sabor do vinho tinto em malga e o cheiro das sardinhas assadas.
O folclore sempre se vendeu muito bem.
Que coisa grotesca. A direita (extrema, dirá o DO), já deixou de lado as cantorias do José Campos e Sousa há muito. Falta muito para a extrema-esquerda fazer o mesmo?
Deixe-me adivinhar, está a referir-se ao folclore bacoco em que se tornou a luta de galos na direita Portuguesa, verdade???
Só a hipótese do Alberto João chegar a líder nacional, vale mais que 1000 Otelos a festejar o 25 de Abril.
Deixe-me, antes de mais, tirar-lhe uma certeza.
Não sou de direita.
Nunca votei na direita e certamente nunca votarei.
Eu acho que esta simbologia de uma revolução que vai a caminho de ser quarentona é, simplesmente patética.
Aliás concordo plenamente com o alheamento dos jovens sobre perguntas tão esotéricas como, por exemplo, quem foi o senhor fulano eleito democraticamente após o 25A.
Equivale a, no meu tempo, sabermos as estações e apeadeiros da linha da Beira Alta.
O que é que lhes interessa saber quem foi o gorducho Vasco Lourenço?
Na realidade não foi nada e nada lhe diz, e ainda bem.
Assisti a bocadinhos de um comício no Coliseu em que actuaram os melhores velhotes cantantes do 25A perante uma plateia de simpáticos gerontes e que deu na televisão do estado.
Era o velório da revolução.
Felizmente lá fora uma juventude que não sabe o que foi o fascismo divertia-se nas praias.
Acredite, tou mais descansado…sempre pensei que estava a lidar com um perigoso skinned tipo daqueles que querem malhar no amigo DO, mas a gente não vai deixar.
Brincadeiras á parte, se fosse só me restava 3 posturas:
1ª – Não lhe passar cartucho
2ª - Passar mas, mas não lhe dar confiança
3 ª – A mais alentejanada, logo a melhor, discordar mas demansinho p´ra nã espantar os pardales
Fado, achas que fado liga com Bolota??? Pois, nã sei, o que sei é que você tá todo baralhado e o Bolota por este caminho…então se nã é de direita, porque o incomoda tanto os festejos quando eles nã fazem mal a ninguém???
Espere lá…já sei é Socratista…é que se é, não é de esquerda.
Sabe do que gostei??? Gostei de ver o Teixeira dos Santos de Cravo ao peito. Eu se fosse cravo, mandava-o lamber sabão.
Quanto a eu? Parece que nã há duvidas…25 de Abril, SEMPRE
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Não estás propriamente a respeitar a vontade do Autor
(coisa a que pensei que fosses sensível).
até arrepia!
Um grande texto mas não e não.
Outros gostos.
Abraço K’mrd.
Porquê, Vasco? Se alguma coisa falta é porque não está disponível no YouTube. É isso?
Então as eleições americanas? Só interessam quando ganha o mr. clean Obama?!? Ainda estou para perceber o que é que esta esquerda vê neste santana negro… Só mesmo o facto de ser negro…. e o bloco sofrer de um complexo racista invertido….
very good
si, me gusta así
e já contava, hoje,
com música no arrastão,
sempre boa, e esta,
então, tá bem certa,
pois sabe à vida e à festa
que há-de haver sempre,
bem feito, pra chatear os fascistas
pelo trabalho e o pão
Cito: “FMI (1ª e 2ª partes) - Por determinação expressa do autor fica proibida a audição pública parcial ou total desta obra”.
Obrigada por trazeres este poema do Zé Mário!
Tive o privilégio de assistir ao vivo a este momento, ali no que foi o Teatro Aberto na Praça de Espanha.
Momento excelente e inesquecível!
A ouvir, sempre!
Vasco, essa é uma questão a resolver com quem colocou no YouTube. É lá que está em “exibição”. Isto é um link.
Passei por aqui, venho aliás da baixa de Lisboa, vulgo Rossio, onde a festa está a ser comemorada de uma maneira apoteótica e, confesso, não conhecia nenhuma destas intervenções.
São todas muito interessantes de um folclore muito cativante.
E de tão bem feitas quase que se sente o sabor do vinho tinto em malga e o cheiro das sardinhas assadas.
O folclore sempre se vendeu muito bem.
Que coisa grotesca. A direita (extrema, dirá o DO), já deixou de lado as cantorias do José Campos e Sousa há muito. Falta muito para a extrema-esquerda fazer o mesmo?
Foi bonita a festa, pá
fiquei contente
Ainda guardo renitente, um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
mas, certamente
esqueceram uma semente nalgum canto de jardim
Sei que há léguas a nos separar
tanto mar, tanto mar
Sei também como é preciso, pá
navegar, navegar
Canta a Primavera, pá
cá estou carente
manda novamente algum cheirinho de alecrim
consolida, filho, consolida…
“ O folclore sempre se vendeu muito bem. “
Oi Fado,
Deixe-me adivinhar, está a referir-se ao folclore bacoco em que se tornou a luta de galos na direita Portuguesa, verdade???
Só a hipótese do Alberto João chegar a líder nacional, vale mais que 1000 Otelos a festejar o 25 de Abril.
Já agora por 25 de Abril…25 de Abril SEMPRE…
Um abraço
Grande Zé Mário, o FMI é simplesmente genial!
Já o pus também no meu blog
Bolota
Deixe-me, antes de mais, tirar-lhe uma certeza.
Não sou de direita.
Nunca votei na direita e certamente nunca votarei.
Eu acho que esta simbologia de uma revolução que vai a caminho de ser quarentona é, simplesmente patética.
Aliás concordo plenamente com o alheamento dos jovens sobre perguntas tão esotéricas como, por exemplo, quem foi o senhor fulano eleito democraticamente após o 25A.
Equivale a, no meu tempo, sabermos as estações e apeadeiros da linha da Beira Alta.
O que é que lhes interessa saber quem foi o gorducho Vasco Lourenço?
Na realidade não foi nada e nada lhe diz, e ainda bem.
Assisti a bocadinhos de um comício no Coliseu em que actuaram os melhores velhotes cantantes do 25A perante uma plateia de simpáticos gerontes e que deu na televisão do estado.
Era o velório da revolução.
Felizmente lá fora uma juventude que não sabe o que foi o fascismo divertia-se nas praias.
Oi Fado,
Acredite, tou mais descansado…sempre pensei que estava a lidar com um perigoso skinned tipo daqueles que querem malhar no amigo DO, mas a gente não vai deixar.
Brincadeiras á parte, se fosse só me restava 3 posturas:
1ª – Não lhe passar cartucho
2ª - Passar mas, mas não lhe dar confiança
3 ª – A mais alentejanada, logo a melhor, discordar mas demansinho p´ra nã espantar os pardales
Fado, achas que fado liga com Bolota??? Pois, nã sei, o que sei é que você tá todo baralhado e o Bolota por este caminho…então se nã é de direita, porque o incomoda tanto os festejos quando eles nã fazem mal a ninguém???
Espere lá…já sei é Socratista…é que se é, não é de esquerda.
Sabe do que gostei??? Gostei de ver o Teixeira dos Santos de Cravo ao peito. Eu se fosse cravo, mandava-o lamber sabão.
Quanto a eu? Parece que nã há duvidas…25 de Abril, SEMPRE
Um abraço