Lisboa não é o porto por muito que a queiram reduzir a isso !
Aliás, todas estas movimentações para que se enverede por soluções pequeninas e minimalistas tem isso mesmo por base.
Não é por acaso que o aeroporto do porto tem crescido com base na cada vez mais crescente incapacidade de o Aeroporto da Portela satisfazer a procura.
Lisboa pode perfeitamente competir com Madrid e Barcelona e não é por causa de mentes mesquinhas umas, regianalistas e invejosas outras, que não o pode e deve fazer.
Não é por acaso que vemos o sujeito da associação de comerciantes do porto p-se em boicos de pés como se põe, como se a solução do novo Aeroporto de Lisboa tivesse de partir do porto.
E não me venham com custos uma vez que os rios de dinheiro que são enterrados no aeroporto do porto nunca são postos em causa, nem ninguém os discute !
A nova localização de Alcochete tem todas as condições para se lá construir um Aeroporto digno, capaz de ombrear com Madrid, Barcelona e outras e contribuir para que Lisboa seja cada vez mais uma metrópole atractiva e um pólo de desenvolvimento.
Por muito que isto desperte as invejas dos provincianos !
Mantenha-se a portela para vôos de negócios, com destino à cidade de Lisboa, mas faça-se em Alcochete uma verdadeira plataforma giratória inter-continental, atractiva em termos de investimento, capaz de influenciar positivamente todo o Sul do país qye tão esquecido está, dado que a grande maioria dos investimentos é todo para o norte .
Lisboa merece-o e os Lisboetas também ! Pagam impostos mais do que suficientes para terem uma obra digna e geradora de riqueza.
Lino José, a economia da cidade de Lisboa vai perdes (no turismo, pode chega a mais de um terço) com a saída do Aeroporto. Já para não falar da previsível especulação imobiliária nos terrenos da Portela.
Caro Lino José,
Pois eu acho que portugal não precisa de aeroporto nenhum.
Temos o da portela que não funciona 24h em toda a sua capacida e temos o do porto às moscas grande parte do dia.
Lisboa dista 350km do porto. Isso à escala de um país a sério (EUA, França, Espanha, Brasil, Canadá, Alemanhã) são peanuts.
Porque não desviar trafego para o porto? E porque não a TAP deixar de ter lisboa como Hub e passar a usar o porto, libertando o “imensamente saturado” aeroporto da portela?
Eu acho que quem precisa de dignidade não é Lisboa. São os senhores ministros que querem nome associado a obras e os senhores do betão que pagam as campanhas e querem o retorno do investimento. Num país com 900 km de comprimento e 300 de largura ter 4 aeroportos parece-me demais.
Daniel:
Tudo o que possa acontecer com Lisboa, quer nas actividades económicas, quer na especulação imobiliária, pouco tem que ver com o aeroporto e sim com o modo como seja organizado (transportes, polos de atracção, etc.) e com a regulamentação a que venham a ser submetidos os terrenos. Certamente não vamos defender a construção de um aeroporto em cada região que queiramos ver livre da especulação imobiliária. Agora o que me parece evidente, é que Lisboa andou a jogar “roleta russa” durante demasiado tempo e… ganhou. Vamos insistir na sorte?
Quanto à localização, não me pronuncio porque não tenho elementos para o fazer. Mas que foi uma sorte nunca ter havido um acidente grave sobre Lisboa, lá isso foi.
-Acrescento, quando se fazem todos os estudos de previsão de tráfego, não estão a incluir os progressos tecnológicos da própria industria aeronaútica. Sei lá, alguém sabe? que aeronaves existirão daqui a 30 anos, que pistas necessitam? Manter a Portela, e avançar modularmente para Alcochete, seria uma solução avisada. Quanto á cidade aeroportuária, indiquem-me por favor, em países pobres como Dinamarca, Suécia, Finlândia (o modelo que Socrates queria importar para Portugal), Austria, Suíça ou Noruega, onde existem tais infraestruturas? E TGV’s? Têm lá dinheiro para isso, em Portugal é que é!!!
A decisão agora tomada vai de encontro àquilo que João Miranda sugere. Como a construção de um aeroporto em Alcochete pode ser feita por módulos, todas as opções estão em aberto, lidando-se assim adequadamente com a incerteza. As decisões vão sendo tomadas à medida da evolução dos acontecimentos. Como se sabe é muito mais fácil fazer previsões a 5 anos do que a 20. A decisão agora tomada tem essa vantagem.
Um facto que não tenho visto muito debatido: segundo as normativas relativas ao tráfego de aviação, aparentemente não é permitida a existência de um aeroporto na Portela e outro em Alcochete/Ota devido às distâncias que os separam. Segundo o que me foi dito, por um amigo com alguns conhecimentos na área da aviação, a distância que se observa entre aeroportos em Londres - um exemplo que poderia contradizer o que indiquei - é maior e, portanto, aceite pela legislação internacional. O risco é que um aeroporto na Portela/Alcochete seria “chumbado” (e, eventualmente, obrigado a encerrar) por avaliadores externos. Uma das razões para, por exemplo, nunca se ter pensado em Alverca como aeroporto secundário é precisamente esta partilha de corredores aéreos e distância. Penso que era algo importante de se apurar com documentos oficiais.
Caro Daniel mais uma vez estou totalmente em desacordo, por achar que isso é uma visão paroquial da questão.
A Região Metropolitana de Lisboa não se resume à cidade de Lisboa, se não, estamos a dar razão ao ministro quando este diz que a Margem Sul é um deserto que não tem nada.
Porque o que ele disse nem foge muito à realidade. A região à volta de Lisboa é um deserto em termos de investimento público gerador de emprego, de riqueza e de conhecimento.
Porque a verdade é que a cidade de Lisboa concentra tudo : hospitais, empresas, universidades, centros de investigação, e por aí fora…
Se para além disto ainda querem meter dentro da cidade um aeroporto internacional com 4 pistas, então não sei…
A ciade de Lisboa pode perder um terço do turismo ? Para já não sei se é verdade, mas mesmo que seja e se esse terço fôr ganho pelas regiões à volta de Lisboa, onde é que está o problema ?
A especulação imobiliária não existe já, com tudo à volta de Lisboa transformado em dormitório ?
Isto é uma oportunidade única para que toda a zona sul do tejo, possa ter infraestruturas geradoras de emprego e de riqueza.
É tempo de a Região de Lisboa ser uma verdadeira Metrópole, dinâmica e desconcentrada, feita de vários pólos, e não uma cidade com tudo, rodeada de urbanizações sem nada !
Meu caro Alberto Mendes, parafrasendo o outro : “o que vocês querem sei eu …”.
O que é de Lisboa, da sua Região e dos seus habitantes, é óbvio que não vamos dar de mão beijada ao porto.
Se as pessoas não procuram o porto, coisa que eu de resto compreendo perfeitamente, não vai ser Lisboa que vai resolver, abdicando daquilo que é dela para dar a vocês !
Senhor António Almeida, basta olhar para o mapa para compreender porque é que a Suécia, a Dinamarca, a Noruega têm menos condições para terem um aeroporto do tipo placa giratória.
Portugal, ao contrário do que dizem, de periférico tem muito pouco. Periféricos são a Finlândia, a Suécia e a Dinamarca.
Portugal está no centro do Mundo, entre 4 continentes. É porta de entrada da Europa para todos os que vêm de África, da América Latina, e até da América do Norte e Ásia.
Basta olhar para o mapa.
Não é por acaso que foi daqui que partiram as gentes para esses sítios todos.
De acordo com esse raciocínio (à “altitude” de quem voa para destinos que não requerem “check-in” demorado ou viaja em executiva) diria até, que o “Complementar” ou “+1″, se pode chamar Barajas ou San Pablo, que não Pedras Rubras porque Matosinhos é longe, fica na província e muito perto de Vigo.
Quanto à Portela, desculpem o abuso, se alguém quiser perder tempo, experimente aterrar aqui:
-Sr Lino José, talvez não conheça as lógicas das companhias de aviação, não sei, mas explique-me, recentemente viajei para Nairobi, via Amesterdão, companhia KLM, associada á Air France, com 2 plataformas no continente europeu, Amesterdão e Paris. A Tap, membro do Star group, estará em condições de assegurar um fluxo de passageiros capaz de viabilizar economicamente Alcochete? Se sim, assino já, de contrário, quem pagará eventuais prejuízos? Nós?
Os terrenos da Portela terão que ser devolvidos aos herdeiros dos antigos donos, caso venha a cessar a finalidade para a qual foram objecto de desapropriação.
Caro Daniel, para além do problema dos corredores levanta-se outra questão. Mesmo desviando o low-cost para outro aeroporto, a placa da Portela não permite a médio prazo mais aterragens, os aviões pura e simplesmente não cabem!
Segundo um amigo meu, controlador de tráfego aéreo, mesmo ocupando o Figo Maduro e improvisando como bem sabemos, a dúvida que se tem instalado em alguns meios é se a Portela terá mesmo capacidade para aguentar até à abertura do novo aeroporto.
O que aí apareceu acima, sobre a possibilidade de a TAP servir-se do Sá Carneiro como um mini-hub talvez não seja de todo despropositado…
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Também subscrevo. E já agora podiam utilizar o Montijo com um investimento mínimo.
Pois eu não concordo !
Lisboa não é o porto por muito que a queiram reduzir a isso !
Aliás, todas estas movimentações para que se enverede por soluções pequeninas e minimalistas tem isso mesmo por base.
Não é por acaso que o aeroporto do porto tem crescido com base na cada vez mais crescente incapacidade de o Aeroporto da Portela satisfazer a procura.
Lisboa pode perfeitamente competir com Madrid e Barcelona e não é por causa de mentes mesquinhas umas, regianalistas e invejosas outras, que não o pode e deve fazer.
Não é por acaso que vemos o sujeito da associação de comerciantes do porto p-se em boicos de pés como se põe, como se a solução do novo Aeroporto de Lisboa tivesse de partir do porto.
E não me venham com custos uma vez que os rios de dinheiro que são enterrados no aeroporto do porto nunca são postos em causa, nem ninguém os discute !
A nova localização de Alcochete tem todas as condições para se lá construir um Aeroporto digno, capaz de ombrear com Madrid, Barcelona e outras e contribuir para que Lisboa seja cada vez mais uma metrópole atractiva e um pólo de desenvolvimento.
Por muito que isto desperte as invejas dos provincianos !
Mantenha-se a portela para vôos de negócios, com destino à cidade de Lisboa, mas faça-se em Alcochete uma verdadeira plataforma giratória inter-continental, atractiva em termos de investimento, capaz de influenciar positivamente todo o Sul do país qye tão esquecido está, dado que a grande maioria dos investimentos é todo para o norte .
Lisboa merece-o e os Lisboetas também ! Pagam impostos mais do que suficientes para terem uma obra digna e geradora de riqueza.
Lino José, a economia da cidade de Lisboa vai perdes (no turismo, pode chega a mais de um terço) com a saída do Aeroporto. Já para não falar da previsível especulação imobiliária nos terrenos da Portela.
Caro Lino José,
Pois eu acho que portugal não precisa de aeroporto nenhum.
Temos o da portela que não funciona 24h em toda a sua capacida e temos o do porto às moscas grande parte do dia.
Lisboa dista 350km do porto. Isso à escala de um país a sério (EUA, França, Espanha, Brasil, Canadá, Alemanhã) são peanuts.
Porque não desviar trafego para o porto? E porque não a TAP deixar de ter lisboa como Hub e passar a usar o porto, libertando o “imensamente saturado” aeroporto da portela?
Eu acho que quem precisa de dignidade não é Lisboa. São os senhores ministros que querem nome associado a obras e os senhores do betão que pagam as campanhas e querem o retorno do investimento. Num país com 900 km de comprimento e 300 de largura ter 4 aeroportos parece-me demais.
Daniel:
Tudo o que possa acontecer com Lisboa, quer nas actividades económicas, quer na especulação imobiliária, pouco tem que ver com o aeroporto e sim com o modo como seja organizado (transportes, polos de atracção, etc.) e com a regulamentação a que venham a ser submetidos os terrenos. Certamente não vamos defender a construção de um aeroporto em cada região que queiramos ver livre da especulação imobiliária. Agora o que me parece evidente, é que Lisboa andou a jogar “roleta russa” durante demasiado tempo e… ganhou. Vamos insistir na sorte?
Quanto à localização, não me pronuncio porque não tenho elementos para o fazer. Mas que foi uma sorte nunca ter havido um acidente grave sobre Lisboa, lá isso foi.
-Acrescento, quando se fazem todos os estudos de previsão de tráfego, não estão a incluir os progressos tecnológicos da própria industria aeronaútica. Sei lá, alguém sabe? que aeronaves existirão daqui a 30 anos, que pistas necessitam? Manter a Portela, e avançar modularmente para Alcochete, seria uma solução avisada. Quanto á cidade aeroportuária, indiquem-me por favor, em países pobres como Dinamarca, Suécia, Finlândia (o modelo que Socrates queria importar para Portugal), Austria, Suíça ou Noruega, onde existem tais infraestruturas? E TGV’s? Têm lá dinheiro para isso, em Portugal é que é!!!
A decisão agora tomada vai de encontro àquilo que João Miranda sugere. Como a construção de um aeroporto em Alcochete pode ser feita por módulos, todas as opções estão em aberto, lidando-se assim adequadamente com a incerteza. As decisões vão sendo tomadas à medida da evolução dos acontecimentos. Como se sabe é muito mais fácil fazer previsões a 5 anos do que a 20. A decisão agora tomada tem essa vantagem.
Um facto que não tenho visto muito debatido: segundo as normativas relativas ao tráfego de aviação, aparentemente não é permitida a existência de um aeroporto na Portela e outro em Alcochete/Ota devido às distâncias que os separam. Segundo o que me foi dito, por um amigo com alguns conhecimentos na área da aviação, a distância que se observa entre aeroportos em Londres - um exemplo que poderia contradizer o que indiquei - é maior e, portanto, aceite pela legislação internacional. O risco é que um aeroporto na Portela/Alcochete seria “chumbado” (e, eventualmente, obrigado a encerrar) por avaliadores externos. Uma das razões para, por exemplo, nunca se ter pensado em Alverca como aeroporto secundário é precisamente esta partilha de corredores aéreos e distância. Penso que era algo importante de se apurar com documentos oficiais.
Pedro (A Ilha do Dia Antes)
Caro Daniel mais uma vez estou totalmente em desacordo, por achar que isso é uma visão paroquial da questão.
A Região Metropolitana de Lisboa não se resume à cidade de Lisboa, se não, estamos a dar razão ao ministro quando este diz que a Margem Sul é um deserto que não tem nada.
Porque o que ele disse nem foge muito à realidade. A região à volta de Lisboa é um deserto em termos de investimento público gerador de emprego, de riqueza e de conhecimento.
Porque a verdade é que a cidade de Lisboa concentra tudo : hospitais, empresas, universidades, centros de investigação, e por aí fora…
Se para além disto ainda querem meter dentro da cidade um aeroporto internacional com 4 pistas, então não sei…
A ciade de Lisboa pode perder um terço do turismo ? Para já não sei se é verdade, mas mesmo que seja e se esse terço fôr ganho pelas regiões à volta de Lisboa, onde é que está o problema ?
A especulação imobiliária não existe já, com tudo à volta de Lisboa transformado em dormitório ?
Isto é uma oportunidade única para que toda a zona sul do tejo, possa ter infraestruturas geradoras de emprego e de riqueza.
É tempo de a Região de Lisboa ser uma verdadeira Metrópole, dinâmica e desconcentrada, feita de vários pólos, e não uma cidade com tudo, rodeada de urbanizações sem nada !
Não me parece que o Stanley Ho, pelo que já investiu na Alta de Lisboa, fosse subscrever essa ideia de manter o aeroporto na Portela.
http://www.profissionaisdoscasinos.org/noticia.php?id=194&sec=4
http://www.altadelisboa.com/imagens/02-img-popup-700×461.jpg
http://www.altadelisboa.com/03-popup-aeroporto.php
Parece-me mais provável que a Alta de Lisboa se torn mais Alta, e com mais ligações à rede do Metro.
Meu caro Alberto Mendes, parafrasendo o outro : “o que vocês querem sei eu …”.
O que é de Lisboa, da sua Região e dos seus habitantes, é óbvio que não vamos dar de mão beijada ao porto.
Se as pessoas não procuram o porto, coisa que eu de resto compreendo perfeitamente, não vai ser Lisboa que vai resolver, abdicando daquilo que é dela para dar a vocês !
Senhor António Almeida, basta olhar para o mapa para compreender porque é que a Suécia, a Dinamarca, a Noruega têm menos condições para terem um aeroporto do tipo placa giratória.
Portugal, ao contrário do que dizem, de periférico tem muito pouco. Periféricos são a Finlândia, a Suécia e a Dinamarca.
Portugal está no centro do Mundo, entre 4 continentes. É porta de entrada da Europa para todos os que vêm de África, da América Latina, e até da América do Norte e Ásia.
Basta olhar para o mapa.
Não é por acaso que foi daqui que partiram as gentes para esses sítios todos.
De acordo com esse raciocínio (à “altitude” de quem voa para destinos que não requerem “check-in” demorado ou viaja em executiva) diria até, que o “Complementar” ou “+1″, se pode chamar Barajas ou San Pablo, que não Pedras Rubras porque Matosinhos é longe, fica na província e muito perto de Vigo.
Quanto à Portela, desculpem o abuso, se alguém quiser perder tempo, experimente aterrar aqui:
http://bonstemposhein.blogspot.com/2007/11/nas-asas-do-insulto.html
Se a TAP/ANA/Groundforce estiverem pelos ajustes, bem entendido…
-Sr Lino José, talvez não conheça as lógicas das companhias de aviação, não sei, mas explique-me, recentemente viajei para Nairobi, via Amesterdão, companhia KLM, associada á Air France, com 2 plataformas no continente europeu, Amesterdão e Paris. A Tap, membro do Star group, estará em condições de assegurar um fluxo de passageiros capaz de viabilizar economicamente Alcochete? Se sim, assino já, de contrário, quem pagará eventuais prejuízos? Nós?
Daniel,
Os terrenos da Portela terão que ser devolvidos aos herdeiros dos antigos donos, caso venha a cessar a finalidade para a qual foram objecto de desapropriação.
Caro Daniel, para além do problema dos corredores levanta-se outra questão. Mesmo desviando o low-cost para outro aeroporto, a placa da Portela não permite a médio prazo mais aterragens, os aviões pura e simplesmente não cabem!
Segundo um amigo meu, controlador de tráfego aéreo, mesmo ocupando o Figo Maduro e improvisando como bem sabemos, a dúvida que se tem instalado em alguns meios é se a Portela terá mesmo capacidade para aguentar até à abertura do novo aeroporto.
O que aí apareceu acima, sobre a possibilidade de a TAP servir-se do Sá Carneiro como um mini-hub talvez não seja de todo despropositado…