12 respostas ao post “Nós vamos para o Iraque e vocês nem têm a cortesia de nos ficar a tomar conta das traseiras?”  

  1. 1 1  Paulo Ribeiro

    Engraçada é a convicção com que estes gajos mentem. Usam argumentos ultra batidos e não têm consciência que os outros sabem que estão a mentir…
    Reduzir os efectivos não é suficiente…Mas, enfim, deixemos que alguns militares amealhem umas coroas com as missões no exterior. Ninguém os obriga a ir e isso elimina qualquer sentimento de solidariedade que podia nutrir por eles.

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  2. 2 2  Karl Macx

    Ahahaha… Muito bom este stand-up comediant… Vai estar em Portugal até quando?

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  3. 3 3  Lino José

    Como já afiemei noutro blogue, acho perfeitamente miserável que um pais como Portugal que anda a recever fundos, há vários anos, da comunidade internacional, para consolidar a sua democracia e fomentar o seu desenvolvimento, se recuse a dar o seu contributo para que os afegãos tenham a mesma oportunidade : a de viverem em liberdade e em segurança e de poderem escolher o seu futuro sem terem de estar sob o jugo de gangs criminosos e fundamentalistas.

    Como também já disse nesse outro blogue, retirem-se todas as tropas da Nato do Afeganistão, abandone-se o povo afegão à sua sorte mas mandem-se para lá os “progressistas” anti-americanistas e anti-ocidentais cá do burgo (e não só) para partilharem a sorte do afegãos, e poderem praticar o seu “progressismo” num país livre de liberais, neo-liberais, capitalistas e americanos.

    Ser “progressista” por cá, nos intervalos das mordomias que o maldito capitalismo proporciona,é coisa pouca, e revela muita hipocrisia.

    Tem toda a razão o embaixador dos EUA. Abandonar o Afeganistão e deixá-lo nas mãos dos taliban é uma vergonha para o mundo.

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  4. 4 4  /me

    Extremamente deselegantes, as declarações desse diplomata. Seria melhor que ele não tecesse considerações sobre os líderes europeus, por muito maus que estes sejam. Certamente não gostaria de receber o troco e ouvir certas verdades sobre o presidente dos EUA.

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  5. 5 5  Henrique Morais

    Acho que sim….deixemos la os talibas! Estes americanos sempre a pensar no dinheiro. Seguramente os interesses no opio falaram mais alto…

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  6. 6 6  germano

    E o que é que fizeram esses senhores por Timor,para além de serem os cúmplices do massacre de timorenses por duas vezes?Ah!já agora,o Suharto com provas dadas no curriculum está em Haia?Para o sr José,lembro-lhe que a Nato desde q está no Afganistão da Unocal, a produção de ópio subiu ‘uma coisa parva’(Vá ver qto é que aumentou…),concerteza para se arranjar dinheirinho pra Portugal se modernizar, com a ajuda dos mnopólios.Chiça! Ele há com cada uma q ainda não viu a cassete q contam sobre o desenvolvimento(concerteza utopias-sim,fazer de cd ser humano(?)um capitalista só podem estar a falar p atrasados mentais…) e,como estamos neste momento é a demonstração q os ‘governantes’ q temos tido são uns falhados nos objectivos a q se propuseram

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  7. 7 7  Henrique Morais

    Deviamos era ter alinhado no pacto de Varsovia…Assim ja tinhamos legitimidade para ir para todo o lado!!!

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  8. 8 8  Miguel F. Carvalho

    democracia afegã? onde?

    a mesma que está a ser criada no Iraque?

    para o ano, este senhor já deve ter sido substituído e deve ir ocupar um alto cargo numa qualquer empresa ligada á indústria militar ou de segurança…

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  9. 9 9  corvo

    Aguardo o que vai dizer o Luis Amado, ou mesmo o Socrates.

    No minimo,é exigivel a um embaixador, contenção nas suas afirmações.

    Dizer que o governo português quer sair da alhada do Afeganistão, alhada em que esta administração americana meteu todos os paises da Nato, por uma questão de sondagens, é não só ingerência nas decisões de um governo soberano,como uma clara atitude de arrogancia.

    E grave, é que parece que ninguem está disposto a reagir, mesmo as forças de esquerda.

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  10. 10 10  corvo

    É caso para dizer, até tenho saudades do anterior ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral…..

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  11. 11 11  Carol Rivas

    hi
    t7hlj44gmr8mlgcc
    good luck

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  12. 12 12  Carlos Eduardo da Cruz Luna

    ALENTEJO POPULAR (jornal Progressista), 5-Março-2009
    OLIVENÇA DEFENDE PORTUGUÊS
    (grande fotografia do Convento de São João de Deus em Olivença, com carros e pessoas à
    sua porta)
    ANTÓNIO MARTINS QUARESMA/HISTORIADOR
    Conforme o «Alentejo Popular» noticiou no último número, realizou-se no passado 28 de
    Fevereiro, em Olivença, um encontro, que teve por tema central o português oliventino,
    isto é, o português alentejano ainda falado naquela cidade pela franja mais idosa da
    população.
    A organização deste Encontro deve-se à recentemente fundada associação oliventina Além
    Guadiana, que, estatutariamente, persegue a revitalização das raízes culturais
    portuguesas, em particular da língua. Esta Associação, dirigida por jovens, representa em
    Olivença uma nova maneira de encarar a cultura tradicional, valorizando-a e combatendo o
    preconceito que normalmente atinge as formas de cultura popular.
    O Encontro foi apoiado pelas instituições locais e regionais espanholas, como o
    “Ayuntamiento” de Olivença e a Junta de Extremadura, que aliás estiveram presentes
    através do Presidente da Junta, o também oliventino Guillermo Fernández Vara, e pelo
    “Alcalde” de Olivença, Manuel Cayado Rodríguez.
    Recorde-se que em Olivença, antiga vila portuguesa desde o século XIII, anexada à
    Espanha no princípio do século XIX, o português se falou maioritariamente, até há bem
    pouco tempo. Hoje em dia, é falado apenas por uma minoria, mas os vestígios materiais da
    presença portuguesa são numerosos e muito visíveis. A influência portuguesa é sentida
    também nos «pormenores». A doçaria, por exemplo, onde sobressai um saboroso doce, que dá
    pelo peculiar nome de técula-mécula, é familiar ao nosso gosto alentejano.
    Nesta jornada estiveram presentes alguns linguistas, portugueses e espanhóis, cujas
    comunicações se revestiram de alto nível. Eduardo Ruíz Viéytez fez ressaltar a ideia de
    que a defesa das línguas minoritárias, como o POrtuguês oliventino, é também uma questão
    de Direitos Humanos e uma preocupação do Conselho da Europa. Juan Carrasco González
    explicou as variedades linguísticas da fronteira. Lígia Freire Borges falou no papel do
    Instituto Camões. José Gargallo Gil dissertou sobre fronteiras e enclaves na Península.
    Manuela Barros Ferreira trouxe o MIrandês, a língua minortitária de trás-os-Montes.
    Manuel Jesus Sánchez Fernández focou as dificuldades do Português oliventino. Servando
    Rodríguez Franco mostrou exemplos de alterações toponímicas em Olivença, resultantes da
    interpretação castelhana do POrtuguês. Domingo Frades Gaspar discorreu sobre a língua do
    vale do Eljas. António Tereno, o único responsável político português presente, explicou,
    por sua vez, as vicissitudes por que tem passado o processo de «classificação» do
    «barranquenho».
    Um momento especial foi a intervenção de José António Meia-Canada (querem apelido mais
    alentejano?), natural de Olivença, que, na sua língua materna, deu genuíno testemunho do
    Português oliventino.
    Por fim, foi projectado um projectado um documentário sobre o Português de Olivença,
    realizado a propósito. Após a projecção, com a noite já entrada, a Jornada terminou, no
    meio de geral satisfação, pelo seu êxito e pela geral convicção de que se estão a
    realizar acções profícuas no sentido da defesa do Português oliventino.
    Uma palavra ainda sobre a Associação Além Guadiana. Ela tem o seu sítio na “net”, onde
    se podem encontrar notícias sobre as actividades que desenvolvem, para além de diversas
    informações com interesse. Basta procurar no Google, ou ir directamente aos endereços
    “http://wwwq.alemguadiana.com” e “http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/”. O Presidente da
    Direcção é Joaquim Fuentes Becerra. Os restantes mebros são Raquel Sandes Antúnez,
    conhecida de todos os que gostam de boa música e do grupo oliventino Acetre, Felipe
    Fuentes Becerra, Fernando Píriz Almeida, Manuel Jesús Sanchez Fernández, Eduardo Naharro
    Macías-Machado, Maria Rosa Álvarez Rebollo, José António González Carrillo, António
    Cayado Rodríguez e Olga Gómez.
    À laia de apelo, deixamos aqui uma nota final, dirigida especialmente às entidades
    portuguesas responsáveis pela política cultural, para que, à semelhança do que fazem os
    nossos amigos oliventinos, também em Portugal se preste atenção ao Português alentejano
    de Olivença.

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