Violando o regimento da Assembleia Legislativa da Madeira, principal órgão da Região Autónoma da Madeira e único com a legitimidade democrática do voto, Alberto João Jardim não esteve presente da moção de censura ao seu governo apresentada pelo PCP.
Por Daniel Oliveira 21 Mai 08 em Alberto João, Medeira


Lá está o Daniel Oliveira a embirrar com gajo!
O gajo até é divertido mas discordo que esteja acima da lei porque ele sempre foi um “fora da lei”.
E qual é o espanto?
O Bonzo da Madeira?
Não esteve presente?
Oh, mas que pena…
Deve ter ido a uma carnavalada.
Há que ter cuidado. O regulamento é aprovado por maioria absoluta e revisto por maioria absoluta sempre e quando esta entender. Jardim é o que é, mas vocês deveriam conhecer melhor a sua oposição: uma nulidade. ou julgam que os madeirenses são tolos?!
É a lei e cumpri-la faz parte do estado de direito. lei má? Será a única? Quem a faz? Quem a aprova? Jardim é Jardim e este ódio de estimação, em particular do DO, mas de muitos publicistas continentais fortalece-o cada vez mais. Será dificil perceber o fenómeno?
E o Presidente da assembleia da républica considera este homem um exemplo para a democracia…
Haja decoro.
Não não julgamos, temos a certeza, Anona.
Ó Anona, a sua perspicácia deixou-me sem argumentos. A oposição na Madeira é uma nulidade e a crítica ao Grande Térmita favorece-o
Brilhante. Já pode substituir o Luís Delgado ou o
Dr. Marcelo como comentadora.
Já agora faltou denominar o Grande Térmita como o pai dos Maeirenses que não são tolos.