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A SONAE criticou as taxas sobre os sacos de plástico.
O governo desistiu das taxas sobre os sacos de plástico.


22 respostas ao post “Viola no saco”  

  1. 1 1  Tarzan
  2. 2 2  Filipe Tourais

    E ainda dizem que este governo não ouve ninguém!

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  3. 3 3  ezequiel

    malditos sacos de plástico.

    e se fossem obrigados a usar papeis recicláveis, como na América.

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  4. 4 4  Procurado

    Só é pena a Sonae não criticar a precariedade do Trabalho/Desemprego,talvez assim surgissem os 150 mil postos prometidos há 2 anos…

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  5. 5 5  Á de Moura Pina

    E eu que cheguei a pensar ter sido pelo que escrevi no meu blog!…

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  6. 6 6  Nelson Peralta

    A SONAE não gostou!

    Concordo com o princípio, mas não com o rumo que o Governo queria dar à medida. Não se deve tratar de uma nova taxa, mas sim servir para reduzir a taxa de recolha de resíduos urbanos, ou então servir o saco como unidade de volume e taxar-se aí grande parte da dita taxa de resíduos.

    Outras questão a ter em conta num projecto-lei estas é a obrigatoriedade da existência de alternativa nos hipers (venda de sacos “ecológicos” de algudão, “batata” ou o que o valha).

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  7. 7 7  Viana

    (mudásti?)
    - Sim senhor, diz que já é uma organização… com uns anúnciozitos do Google, para compor o ramalhete…
    mudásti. Para o saco de papel !?
    - ou o imposto quando é politicamente correcto, já não é burguês? (:

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  8. 8 8  Paulo Ribeiro

    Grave, nesta situação, é a submissão que existe do governo à toda poderosa Sonae e ao respectivo patrão, Belmiro de Azevedo. Não é exclusivo deste governo, o shôr Belmiro tem sempre a ultima palavra e os srs ministros acatam-na sempre e nem sequer a tentam contestar.
    Numa Terra de fracos, só os Fortes sobrevivem…. É uma máxima infeliz mas muitíssimo real.

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  9. 9 9  Toino

    Nada a acrescentar, é uma prática cotidiana.

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  10. 10 10  bruno

    está na hora de mudar muita coisa…

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  11. 11 11  cadeiradopoder

    Poder político misturado com interesses de grandes grupos económicos?
    Claro que sim!
    Reivindicações dos trabalhadores contra grandes grupos económicos?
    Claro que não.
    Uma vergonha!

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  12. 12 12  PRS

    Enquanto isso em São Francisco, os sacos de plástico são completamente banidos:

    http://opoderdegrayskull.blogspot.com/2007/12/so-francisco-lana-guerra-aos-sacos-de.html

    Porque raio não fazemos o mesmo?!

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  13. 13 13  Uma Senhora de Idade Que Passou Por Aqui

    Em vez de “obrigar” as grandes superfícies a alterarem a formação que dão às operadoras de caixa (é sempre uma “guerra” tentar usar os meus sacos reutilizáveis e recicláveis, ou convencer as meninas a encher razoavelmente os sacos – quando me esqueço de levar os meus – em vez de porem duas míseras compritas em cada saco), o governo opta pela solução do costume: saca mais uns cêntimos ao Zé Pagante…
    Governo inteligente este! Desperdiçar sacos de plástico é mau, mas se os pagarmos passa a ser bom – quiçá um gesto patriótico de contribuição para o PEC, ou PIB, ou lá como se chama; por este andar, que se precatem os fumadores – que ainda voltamos à salazarenta licença de isqueiro…

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  14. 14 14  Henrique Morais

    O governo taxou os sacos nao foi a pensar no ambiente, foi mesmo pra tentar ganhar mais qualquer coisinha atraves de mais um imposto… Ja agora, tendo em conta que a Sonae emprega cerca de 33 mil pessoas em Portugal ( 2º maior empregador do pais), talvez mereçam ter alguma opinião sobre estes assuntos!!!

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  15. 15 15  Bolota

    - Se a ideia é baixar o consumo de plástico???…porque é que a ASAE me mete a mexer o café com uma tira de plástico, num copo também ele de plástico, ao invés da tradicional colher e, chávena de loiça???

    - Se a ideia é baixar o consumo do plástico…porque é que a loira e fenomenal IMPERIAL, tenho de mama-la num copo de plástico ao invés do translúcido e cristalino como de vidro???

    Isto não dá é nada a BOTA com a PERDIGOTA…

    Um abraço

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  16. 16 16  aviador

    Este governo, desde que não deu a PT ao Belmiro ficou com um complexo merceeiro!

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  17. 17 17  AC

    Se o problema é ambiental, a solução não passaria apenas por impor mais um imposto. Mas, a visão dos estadistas de merda que vamos elegendo e aturando, não lhes permite soluções que não passem pelo contínuo empobrecimento da população e do país.

    A tão badalada cobrança dos sacos pelo Lidll e Pingo Doce redundou numa anunciada e assumida perda de clientes. O segundo reagiu e actualmente, troca gratuitamente os sacos utilizados quando apresentados.

    Cpts

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  18. 18 18  Karl Macx

    Já agora, como vai proceder o Governo em relação aos sacos da plástico usados para o peixe, carne e vegetais?
    Também vai taxar? Ou substituir por sacos de papel, indo contra as suas leis? E a ASAE? Vai poder fechar os hipermercados e supermercados por isso?

    Para o leitor AC: o Minipreço cobra 3 cêntimos de Euro por cada saco requerido pelas pessoas.
    Pela quantidade de gente que lá faz as suas compras, não me parece que perca assim tantos clientes.

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  19. 19 19  António Mota

    Ontem foram os cinco cêntimos por cada saco de plástico que o cidadão consumidor teria que pagar nas grandes superfícies, em nome da ecologia.
    Hoje foi o pagamento dos novos contadores digitais com que a EDP pretende substituir os bons e velhos analógicos que temos em casa, e de cujo desempenho nunca nos queixamos, em nome documprimento da lei (delírios da entidade reguladora).
    Pergunto? quem sabe qual será o balão de ensaio para amanhã no âmbito da operação governamental “ESFOLA OS PATOS, QUE ELES GOSTAM”.

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  20. 20 20  Tárique

    A Irlanda cobra 22 cêntimos de imposto por cada saco com óptimos resultados (redução de 90% dos sacos plásticos).

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  21. 21 21  Viana

    (reportando-me ao eixo do mal da semana passada)
    Já não sei se era Confúcio, que dizia que quando os intelectuais não falavam de forma a que o povo os compreendesse, essa era a desgraça do Estado. O gajo era giro. Fez as delícias da minha adolescência.
    Revivendo a adolescência, o que proponho, é que por momentos, vamos todos para a escolinha e abramos um dicionário:

    imposto (adjectivo)
    1. tornado obrigatório por lei ou por determinação superior;
    2. a que se é forçado;
    3. posto sobre; colocado;

    taxa (substantivo feminino)
    1. prestação que se exige dos particulares que utilizam um serviço público;
    2. regulamento que estabelece as custas dos processos judiciais;
    3. quantia fixa cobrada por certos serviços; tarifa;
    4. tributo; imposto;
    5. percentagem;
    6. termo; limite;

    Caro Daniel, gostava que nos elucidasse, qual é a parte do imposto que abomina, ou da taxa que tanto lhe agrada.

    Se for só uma questão de género, estamos inteiramente de acordo – adoramos meninas.

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  22. 22 22  José Silva

    Como tudo neste País se está a revelar um autêntica balda, a tarifa de resíduos sólidos urbanos também teria de seguir o mesmo caminho. Faro cobra cerca de sete euros, Lagoa e Silves cerca de dois euros e meio e noutros concelhos não se fala, parece o preço das bananas que se vendem nesta República das ditas:
    TRSU À BALDA
    Ouvi dizer que a taxa do contador
    Revelou-se como não sendo legal
    então o que faz o orgão cobrador
    simplifica e a taxa é a tarifa afinal!
    -
    inda que esse lixo que se acumula
    deitado seja p’la autarquia no aterro
    um munícipe p’lo que paga já pula
    o descontentamento o faz dar berro!
    -
    urbano que seja a porcaria, o lixo
    revolta um estômago e todo o nariz
    bastantes vezes nele rabeia o bicho;
    -
    a sua recolha nem sempre é ideal
    não se aproveita o lixo cá no País
    o que se cobra não é nele igual!?
    -
    Pisco

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