Os meus dois artigos do “Expresso” já estão na página respectiva. Com uma nova actualidade, aqui fica o artigo sobre Angola, semelhante a parte do que disse no “Eixo do Mal”:

«A relação do governo português e das empresas nacionais com o regime angolano é mais do que diplomática. É de cumplicidade permanente e consciente. Os tentáculos da família de Eduardo dos Santos já chegaram a Portugal, com os seus negócios e o seu dinheiro, fruto de um roubo pornográfico ao Estado de Angola e ao povo angolano. Por cá, o silêncio. Um receptor agradece e não faz perguntas. Em Angola, as empresas portuguesas servem-se da quadrilha que governa o país para aproveitar as oportunidades de negócio. Estão lá todos: BPI, BCP, CGD, Soares da Costa, Mota-Engil, Teixeira Duarte. E o governo português trata de zelar pelos interesses nacionais, mesmo que para isso tenha de fechar os olhos ao crime e à rapina.

O mundo é assim, diz-se. Quem se mete em negócios não escolhe os regimes e tem de apertar a mão a quem a tem manchada de sangue. Negócios são negócios, mesmo quando causam sofrimento a um povo. Tretas. Os angolanos mais miseráveis não podem escolher. Mas quem tem poder e dinheiro tem sempre opção. E se decide sacar o seu quinhão às custas de um regime criminoso é uma escolha que faz.

O Grupo Espírito Santo, que através da Escom tem livre trânsito nos corredores do poder político e económico angolano (que são o mesmo), quer estar de bem com Deus e com o Diabo. Faz negócios com criminosos e associa-se ao convite feito a Bob Geldof para este perorar sobre África e direitos humanos. O mais revoltante não é a amoralidade. O que mais indigna é este charme humanitário. É serem sonsos. Esteve bem Geldof: estragou a festa. O jornal do regime angolano disse que Geldof foi ‘malcriado’. O Banco Espírito Santo demarcou-se da inconveniência. Uma coisa é falar de direitos humanos, outra é falar de humanos concretos, países concretos, casos concretos, negócios concretos. Inconveniente, o senhor. Malcriado, pois claro. Geldof não se sabe comportar num salão. Ainda bem.»


32 respostas ao post “Com nova actualidade”  

  1. 1 1  Henrique Morais

    Nao posso deixar de lhe dar razao….. Fazer negocios com esse comunista corrupto e de uma imoralidade absoluta. Infelizmente existem sempre casos em que o dinheiro fala mais alto. Mas no que se refere as construtoras por exemplo. Ja pensou que é impossivel reconstruir aquele pais se nao houver autorizaçao do regime? Como poderemos ajudar aquela gente, se as garras do tirano jose eduardo dos santos vao a todo o lado? Se o prorpio governo pede uma percentagem por cada negocio que la se faz? E bastante complicado, e torna-se impossivel ajudar sem contribuir para o jacto privado do senhor presidente do dito pais. O senhor Mario Soares e os camaradas do PC, que foram os que la meteram o homem, talvez tenham uma soluçao para o problema.

  2. 2 2  Fado Alexandrino

    A primeira coisa que é preciso perceber é que Angola está na África.
    Ora isso explica tudo.
    Os africanos benza-os Deus, sempre viveram e viverão num sistema em que quem está no poder rouba, por vezes para o fazer precisa de matar e só sai do lugar de mando por morte ou natural ou aplicada por aquele que irá repetir o ciclo.
    Assim de momento não me lembro de nenhum país naquele continente que neste momento viva numa democracia plena.
    Para isso, naturalmente, os governantes precisam que os governados vivam na melhor miséria e ignorância.
    Por muito que custe às mentes brilhantes a situação era um bocadinho menos repugnante quando as potências europeias administravam a maior parte de África.
    Evaporado que foi um arremedo de organização voltou-se ao regime tribal que perdura e perdurará.
    Temos pois que a culpa não é deles, coitados, mas sim dos colonizadores.
    Ofereço ainda outra oportunidade que é culparmos o Bush e a América.

  3. 3 3  PR

    K’mrd: fiz o link ao post do Pureza.
    O resto nem comento. Isto tudo põe um gajo mesmo muito mal disposto.
    Abraço.

  4. 4 4  JD

    Sr Alexandrino, outra oportunidade ainda é deixar de ser ignorante, quando diz não se lembrar de nenhuma democracia plena em África. Faça lá mais um esforço.
    A situação do (neo)colonialismo seria certamente menos repugnante para si, pelo simples facto de que é um orgulhoso descendente dos colonos racistas.
    Aconselho-o também a consultar na wikipédia qualquer entrada sobre guerras na Europa no último milénio, para ver se percebe a parvoíce que é dizer essas alarvidades sobre a história africana.

  5. 5 5  Maria

    Ora adeus Fado Alexandrino,

    como se so em Africa se roubasse lol.
    Entao e por ca todos bem?
    Na nao me parece que essa cena de roubos e afins seja um mal africano.
    Se formos a ver bem a coisa nao ha lugar neste mundo onde o roubo nao esteja instituido e nao a cor que se salve; talvez seja mesmo nessa do roubo que as cores sao todas iguais.
    As cores e as classes.
    De modo que ladroes e roubos sao uma constante da natureza e nao de lugares porque todos os lugares do mundo estao na primeira linha.
    Resta apenas saber quem e que rouba mais e quem.

  6. 6 6  Luís Marvão

    E será Angola caso único, em matéria de desigualdade, corrupção e arbítrio?
    Sempre que se fala de Angola, logo se forma um coro de indignação fácil e, em cada português, há um juiz impoluto. Eu não em lembro do mesmo coro de indignação, quando o jornalista moçambicano, Carlos Cardoso, foi barbaramente assinado. Ninguém falou, à época, em cleptocracia, mas quando se trata de Angola esta palavra anda na boca do mundo.
    Outros países, em África, foram também abençoados com inúmeras riquezas no seu solo e subsolo, no entanto, vegetam no caos e na miséria (vide a República Democrática do Congo, antigo Zaire de Mobutu) Angola, ao contrário, e com todos os seus defeitos, que não são poucos, lá vai dando condições para muitos aí investirem e trabalharem (e há cada vez mais portugueses a fazê-lo, acreditem que não são só os tubarões do BES ou da construção Civil). E poderia também falar de outras nações africanas de “exemplar colonização britânica”, que hoje também estão imersas no caos, casos do Quénia ou do Zimbabué.
    O que pretende, Daniel? Que se crie um cordão sanitário em torno de Angola? Que ninguém aí invista e aposte? Qual é a solução que propõe?

  7. 7 7  Luís

    Ho sr. Fado, algum respeitinho pelo Israel de Africa - Cabo Verde! (no sentido em que ninguém os considera africanos em africa, nem europeus na europa)

  8. 8 8  M&M

    É a Realpolitik, estúpido.

    Cabe aos espíritos livres a denúncia.

  9. 9 9  M&M

    desenvolvimento sustentável. Vale a pena ver:

    http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en

  10. 10 10  Fado Alexandrino

    JD
    13 Mai 2008 às 10:45

    Muito obrigado.
    Fiz um esforço, não encontrei nenhum, não quererá tirar-me desta ignorância.
    Fui, também, consultar o último milénio e mais além e encontrei, sim senhor, muitas guerras.
    Olhe nem sabia que tinha havido uma coisa chamadas as Guerras Púnicas.
    E soube também que, o que era natural foram causadas pelos colonizadores.
    Ainda não havia a Bush para se poder arranjar um culpado decente.
    O que se aprende com pessoas como o senhor!
    Quanto ao resto dê-lhes de comer os hinos e as bandeiras que eles certamente agradecem.

    Luis

    Tem muita razão.
    Aliás á velocidade com que estão ser colonizados pelos novos resorts qualquer dia até são os europeus de África!
    Verdade se diga que a maioria deles já cá está.

  11. 11 11  Vítor

    É caso para dizer que o BES não discrimina ninguém e confia na justiça angolana. Isso é bom, não?

  12. 12 12  Francisco Gonçalves

    Na minha turma do ensino primário, conforme íamos evoluindo nos anos de aprendizagem, fomos solidificando as nossas amizades e daí nasceu a ideia de criarmos – eu e mais dezena e meia de miúdos – aquela espécie de “clube dos cinco, ou dos sete”, naquele caso éramos mais.
    Tínhamos uma organização de grupo assente em processos rudimentares, mas, curiosamente, funcionava! Havia o chefe, o “staff” do chefe e por aí abaixo, até ao elemento sem qualquer graduação.
    Todas as decisões eram discutidas, no seio do grupo e, obviamente, que a decisão final pertencia ao chefe.
    Nesse grupo, havia um menino que passava a vida a dizer mal de tudo e de todos, assim como censurava todas as decisões que eram tomadas.
    Um dia, fartos de tanta maledicência, decidimos preparar-lhe uma surpresa e fizemo-lo nosso chefe e detentor de toda a liberdade para decidir acerca da vida do grupo.
    Foi a melhor solução para o menino perceber que mandar uns baldes, armado em paladino de um mundo justo, é uma tarefa mais ou menos fácil, decidir em relação à justeza desse mundo, é uma tarefa, senão impossível, pelo menos muitíssimo difícil!
    Curiosamente, o menino chamava-se Daniel!

  13. 13 13  Daniel Oliveira

    E por isso devemos estar sempre agradecidos a quem trata de nós e se dedica a essa nobre tarefa de mandar. E saber que manda quem pode, obedece quem deve. É essa a moral da sua história, não é Francisco Gonçalves? E devo concluir que o senhor ou governa alguma coisa ou não critica coisa nenhuma.

  14. 14 14  JD

    Sr Alexandrino, então explico devagarinho, ex-colónias portuguesas, está a ver, não está? Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, vivem em democracia. Será exemplar? Qual o seu conceito de democracia exemplar?
    Será capaz de entender que o problema não é de África, ou dos pretos, como provavelmente pensará, mas sim das circunstâncias histórias em que cada um dos países lutou e acedeu à independência? E dos recursos naturais que possui? E dos conluios com as ganâncias ocidentais? E, claro, do carácter dos homens que protagonizam a vida política.

  15. 15 15  Dorean Paxorales

    Estiveram todos bem, acho.
    B. Geldof, por não ter papas na língua. O BES, pela sinceridade: não cairia bem fingir respeito pelos direitos humanos quando não os tem.
    Finalmente, o governo angolano também deixou clara a atitude que tem para com o seu povo ao socorrer-se dos mesmos argumentos que tão boa memória deixarão no Zimbabué.

  16. 16 16  Splash

    Esta indignação em relação aos políticos angolanos está muito bem.
    Só tenho pena de não ver a mesma indignação em relação aos políticos portugueses.
    É que a meu ver a diferença, importante, mas não substancial, está no facto de em Angola os angolanos não poderem eleger democraticamente os gatunos.

    Em Portugal isso acontece - somos roubados em liberdade.

    Alguns curtos exemplos: Ponte Santa Isabel, parece que “derrapou” para o triplo, tunel do metro no cais do Sodré, derrapou para o infinito, ponte Vasco da Gama, o ministro passou a CEO, barcos da Expo, Cooperativa Mar da Palha, CP ou Refer, obras na linha Porto Lisboa, comboios comprados à FIAT e que levaram a Sorefame à falência, compras dos aviões da TAP, com comissionistas vitalicios, submarinos, que tanta falta nos fazem, os Estádios que tanta jeito fizeram a alguns, fundos europeus para os latifundiários ganharem mais algum antes de venderem as propriedades aos espanhois, as reformas dos políticos após poucos anos de “serviço”, os vencimentos, indemnizações, prémios e reformas inacreditáveis dos administradores das empresas públicas, o futebol e “sus muchachos”, a falência e descapitalização do Boavista, o “saco azul” das muitas Fátimas Felgueiras, o vergonhoso monopólio das farmácias, o cartel dos combustíveis, a situação financeira da Câmara Municipal de Lisboa e os seus escândalos …

    Tudo isto e muito mais roubado dos
    nossos impostos.

    Tudo isto passou ou irá passar impune … tal como passa em Angola.

  17. 17 17  Minhoto

    ó senhor Fado Alexandrino o senhor está esquecido da Namibia, um país democratico que é um brinco mas
    não esquecer há quem faça por isso, realmente Africa está num atraso civilizacional do ponto de vista
    moral e humano de mil anos, tudo nestas “democracias” é motivo para chacina, violação e pilhagem ( repare no caso do Quénia que parecia estável), Angola vá lá que não têm um cariz tribal tão acentuado que resultou da vontade de o atenuar e do convivio com portugueses. Agora queixam-se de Angola como ela está? Agradeçam ao Rosa Coutinho e sus muchachos!

  18. 18 18  Fado Alexandrino

    Senhores JD e Minhoto

    Por favor, tenham piedade, ri-me até às lágrimas e qualquer dia ainda me dá uma coisinha.
    Com que então as ex-colónias (esqueceu-se da Guiné?) são democráticas, se calhar queria dizer amplamente democráticas.
    Pois, olhe não lhe quero estragar o seu lindo sonho, mas quando acordar vai ser cá um trambolhão que até temo que depois se percam estas divertidas polémicas.

    Fala o outro senhor na Namíbia.
    Então o senhor não sabe que a Namíbia apenas existe porque a África do Sul decidiu que era melhor fazer ali um batustão como já têm outros.
    Da enciclopédia que por aqui tanto gostam de citar respigo:

    Namibia’s economy consists primarily of mining and manufacturing which represent 74% and 11% of the Gross Domestic Product (GDP)

    E saberá o senhor quem é dono da única companhia que explora as minas lá?
    Pois é, agora já fica a saber mais qualquer coisinha ou seja que os diamantes são também os melhores amigos dos homens.

    Informação Adicional
    Esta última frase é uma brincadeira com uma frase proferida por Norma Jean.

  19. 19 19  João Gomes

    Splash,
    Os jornalistas portugueses, os comentadores, os fazedores de opinião, são excelentes na denúncia da corrupção, nomeadamente da de África e mais concisamente da de Angola. E não têm papas na língua: são criminosos e ladrões! E põem os nomes aos bois. E, é claro, porque estão indignados com tanta roubalheira…
    Sobre a roubalheira, em Portugal, são muito, muito doces. Ela existir, existe, afirmam, enriqueceram ILICITAMENTE, não se SABE de onde veio o dinheiro. Já os viste, em algum lado, pôr os nomes aos bois, chamar-lhes criminosos e ladrões?
    Nada, e sabes porquê? É que a tão falada liberdade de opinião e de expressão não os livra, se não provarem o que afirmam, da baterem com os costados na prisão…
    Há corrupção em Angola? Pois há, ela existe em todo o mundo, ela é quase intrínseca ao ser humano…

  20. 20 20  Daniel Oliveira

    De facto, quem veja o Eixo do Mal notará que não abrimos a boca sobre a corrupção em Portugal. E eu, é coisa sobre a qual nunca escrevo.

  21. 21 21  Daniel Oliveira

    Fado, em que é que Cabo Verde não é democrático? Tem alternância de poder, comunicação social livre (à sua pequena dimensão), oposição activa, liberdade de expressão…

  22. 22 22  João Gomes

    Fado Alexandrino,
    Leio sempre as suas opiniões com muito interesse, nomeadamente as que se referem a África.
    São verdadeiras prosas de nostalgia, embora muito sofridas. E, reconheço, tem talento…

  23. 23 23  João Gomes

    “De facto, quem veja o Eixo do Mal notará que não abrimos a boca sobre a corrupção em Portugal. E eu, é coisa sobre a qual nunca escrevo.”
    É verdade, Daniel, berram contra os ladrões e os gatunos, mas sempre em termos abstractos, nunca personalizando, nunca chamando os bois pelos nomes.
    E tu, bem, só por dizeres que o Jardim é um palhaço (ele não sabe que o palhaço exerce, regra geral, uma profissão nobre e cultural!) vais ter que pagar ( e vais mesmo, não te iludas nem acredites nas instâncias superiores do judicialismo) a indemnização decretada.
    Agora, imagina que lhe tinhas chamado gatuno…

  24. 24 24  JD

    Sr Alexandrino, decididamente não quer saber o que se passa nas ex-colónias, não quer saber que, exceptuando Angola e a Guiné, todas vivem em regimes democráticos, em que há partidos políticos, imprensa livre e alternância no poder. Apenas no caso de Moçambique o governo central permanece na Frelimo, pelo simples facto de que democraticamente os moçambicanos assim o decidem. Prova disso é que grande parte do poder local é da Renamo.
    Isto é a realidade e, felizmente, a realidade não se adapta aos seus pré-conceitos.
    De outra forma, porque não desenvolve o seu raciocínio sobre a Europa e os europeus, abarcando o País Basco, a Irlanda, a Itália mafiosa, a extrema-direita que chega ao governo, os Balcãs, a Rússia e as máfias de leste, o gigantesco tráfico de carne humana para os bordéis, o apoio implícito e explícito aos ditadores de todo o mundo e, last but not the least, o continente que gerou as duas guerras mundiais do século XX.
    Para quem teve no berço a Grécia e Roma convenhamos que a coisa não vai bem, pois não?

  25. 25 25  Luís Marvão

    O Splash não deixa de ter alguma razão. Eu acrescentaria ao que ele disse, os famosos PIN(s), que mais não são do que a pilhagem do património natural do país, em prejuízo das gerações futuras. E não há praticamente jornalismo de investigação sobre a forma como o governo atribui o estatuto PIN a um determinado empreendimento, permitindo a um empresário, imaginamos que ao “nosso empresário”, a construção em áreas protegidas. Talvez não haja jornalismo de investigação sobre isto e outras coisas mais, não por falta de bons profissionais, mas sim por força do contexto de precarização laboral ao qual estão sujeitos cada vez mais jornalistas, sem falar na concentração dos órgãos de informação nas mãos de poucos, cada vez menos, grupos económicos.
    E tudo isto a propósito de Angola, pois é mais fácil falar dos males dos outros. Como dizia Freitas do Amaral, em matéria de corrupção Portugal não dá lições a ninguém.

  26. 26 26  Minhoto

    De Beers, bem mas voltando aos factos o sr Fado Alexandrino não deve ter percebido a minha posição, eu não partilho da posição tão cara á esquerda da Africa só para os negros, com o exemplo da Namibia tentei mostrar o óbvio. Guiné e Cabo Verde essas sim são governadas por criminosos como o Nino Vieira que se passeia de Hummer pago com o tráfico de droga enquanto o povo morre á fome!

  27. 27 27  Fado Alexandrino

    Daniel Oliveira
    13 Mai 2008 às 21:04

    Bem, pronto, ganhou.
    Afinal sempre há um.
    Mas é um muito especial.
    Queira sobre isso ler o que já disse uns centímetros mais acima.

  28. 28 28  Henrique Morais

    Nem a proposito… por esta altura devemos ter o nosso primeiro a negociar, com um financiador de terroristas e narco-traficantes, alguns barris de petroleo.

  29. 29 29  Fado Alexandrino

    Muito obrigado aos três comentados que me referiram.
    Este post está esgotado e, presumo, voltaremos a encontrar-nos noutro.
    Uma palavra final.
    Não faço prosas de nostalgia, embora tenha muitas saudades de quem lá conheci e de quem nada sei.
    Quiseram seguir aquele caminho que se amanhem, nunca darei para aquele peditório.
    Se quiserem saber o que com elevada elegância literária se escreve sobre os retornados, esta sim com grande talento podem ir aqui

    http://omundoperfeito.blogspot.com/

  30. 30 30  João Gomes

    Fado Alexandrino,
    E fui ver “omundoperfeito”. E numa primeira leitura gostei, gostei muito. Merece ser aprofundado e, quiçá, nele participar, opinitivamente, é claro…

  31. 31 31  M&M

    não entendo a censura

  1. 1 Arrastão: Dois anos

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