Este é o último post que escrevo enquanto proprietário único deste blogue. A partir de amanhã o Arrastão é um novo blogue. É um blogue colectivo.
Disse que o PPD vinha aí: Pedro, Pedro e Daniel.
Um Pedro é o Pedro Sales, que sai do Zero de Conduta para se juntar ao Arrastão. Conhecem seguramente o que vai escrevendo. É, na minha modesta e parcial opinião, um dos melhores bloggers portugueses. Por muitas razões, entre eles o excelente trabalho de pesquisa que faz.
O outro Pedro é o Pedro Vieira, que vem do Cinco Dias. O seu nome de guerra é Irmão Lúcia. Os seus desenhos são conhecidos (o cabeçalho deste blogue é de sua autoria e que vem também será). Mas para além das ilustrações que aqui publicará com regularidade, espero que escreva, porque tem talento de sobra para isso.
O blogue vai também, a partir de amanhã, ter uma cara nova. Novas cores, novo grafismo, novo cabeçalho e novas funcionalidades. Uma delas será, espero eu, de grande utilidade. Mas disso falaremos amanhã.
A partir do próximo post o Arrastão é mesmo um blogue de três pessoas. Quer isto dizer que será tanto meu como dos pedros. Mandamos os três de igual forma.
Isto de voltar a ter um blogue colectivo era coisa que só poderia fazer com amigos. Espero que gostem. Tenho a certeza que gostarão. Eu vou gostar. Até já. Aqui, na mesma morada.
Por Daniel Oliveira 14 Set 08 em Arrastão


podemos falar em “concentração” dos blogues de esquerda??
3 dos melhores blogguers de esquerda num só.
Promete. Boa sorte
não aprecio muitas estas concentrações, gostava mais e continua a ir ao zero de conduta (que deve acabar) e ao irmão lúcia, que espero não acabe.
Eu não diria tanto, Senhor Papio Cynocephalus.
Poderemos falar, se tanto, em concentração “de” blogues de esquerda. “De” ou “dos”, neste caso, é um “pormaior” que faz grande diferença. Desculpe-me a correcção.
Eu prefiro escrever “concentração” de blogues, próximos do BE.
Mas, do que eu gostei mesmo, foi do «Mandamos os três de igual forma».
Esta frase merecia um estudo sobre desejos subconscientes, mal resolvidos.
Todavia, o que eu desejo é um bom “mandato”. Sem qualquer ponta de cinismo, mau grado a ironia. Porque, apesar de tudo, é preferível um diálogo difícil e atribulado à completa ausência dele.
Não sei se isto é bom.
Estão a satisfazer o nosso pecado da preguiça?
Olhem que a luxúria de ter que visitar os 3 era uma delícia…
Mas… para melhor muda sempre…Espero
Desde que a fusão e a criação das tão faladas sinergias não acabe, como sempre, na optimização de recursos e despedimento de pessoal…
Um blogue sem comentários em tempo real perde muito.
Peço desculpa, não sei quem são os outros dois senhores e, naturalmente, também nunca visitei os outros dois blogs.
Veremos.
Boa! daqui a pouco vem os da esquerda dizer que você está um burguês
Um blogue colectivo tem sempre muito mais ritmo!
Venha ele!
Vou aguardar com muito expectativa! E quero registar algo: parece-me de muito altruísmo alguém que tem um dos melhores blogues portugueses, dividir o espaço com outras pessoas! Sempre achei que os blogues irão ser cada vez mais colectivos que individuais e, posso estar enganado, mas as modificações do Arrastão podem trazer grandes alterações à blogosfera portuguesa!
Partam uma perna - não é assim que se diz no Teatro? Adelante.
Caro Daniel Oliveira, tenho que voltar à carga com tema “Eixo do Mal”. A minha pergunta é simples: o que é que o leva, a si e aos outros que por lá andam, a aturar, a partilhar o espaço e os comentários, a respirar o mesm ar, a sentar-se ao seu lado, a rirem-se de graças sem graça nenhuma, enfim, com aquela mulher absolutamente inclassificável, vil, provocadorazeca de meia tijela, grosseira, boçal, ignorante, arrogante, de nome Clara F. Alves. Há tempo, chamou-lhe a si, em directo e para quem quis ouvir, fascista das palavras. Três vezes e a três vezes você disse nada. Só á quarta provocação você reagiu, baixinho, com humildade, sem criar barulho (não vá o diabo tecê-las…): “ó Clara (Alves), se voltas a chamar-me fascista…ai ai ai”. E pronto, lá se riram todos no fim, e lá veio o chequesito do tio Xico, sem mácula e sem espinhos. Ontem, Clara Alves voltou à grosseria e boçalidade que lhe é habitual, chamando a um comentário de Luis Pedro Nunes “bolsar qualquer coisa”. Luis Pedro lá reagiu um pouquito (não vá o diabo tecê-las…), e pronto.
Será que os cheques do tio Xico até já a dignidade compram? Ou já não tomates para dar um murro na mesa e dizer à senhora (Clara Alves) que vá “coisar” para outro lado.
A mim espanta-me! Você, sempre tão de esquerda (também já teve dias melhores, lá isso sim) sempre com a lingua tão solta para tudo e para todos, e ali, perante as câmaras, uma arrogante qualquer chama-lhe fascista com todas as letras (ou palavras) e o Daniel nada, ou quase nada que soa a coisa nenhuma. Porquê? Explique-me porquê. Quem é Clara Alves? Que direito tem de ir para ali insultar, baixamente, os outros intervenientes? É um capricho da pluma?
E depois, o que lhe resta a si, Daniel, de legitimidade, de força ética para mandar palpites em blogues e coisas afins? Só por arrasto, de facto, e mesmo assim…
Quem me chamou “fascista das palavras” (e não “fascista”) foi o Luís Pedro Nunes. A Clara limitou-se a repetir. E não, não me senti ofendido. Exactamente porque a palavra, que eu não gostei, teve um significado preciso. E não acho que, com os adjectivos que usa, tenha grande legitimidade para dar lições aos demais. Quando sentir que tenho de dar murros na mesa, darei, não se preocupe. Não preciso que mo digam. Quanto ao cheque, eu nunca percebi muti bem essa referência permanente ao facto de eu receber pelo programa e pelo Expresso e ao dono da SIC e do Expresso. Será que as pessoas que aqui comentam não recebem pelo seu trabalho? E que as empresas para as quais trabalham não têm dono?
Princípio do fim do Blogue. No início, o alargamento parece uma excelente ideia. Até ao dia em se aborda um assunto acerca do qual a opinião dos outros autores é diferente da do DO. Aí, ele voltará ao papel de virgem ofendida e abandonará o barco, para no dia seguinte aparecer de novo sozinho a escrever postas sobre o sectarismo de outros. Ainda nos lembramos do que aconteceu n’O Barnabé…
Eu sou assim, um gajo com mau feitio. Aliás, pouco habituado ao contrditório, como se vê em quase tudo em que participo.
Gostei da assinatura: socialista moderno. É o mesmo socialismo daquele senhor conhecido pela sua infinita tolerância, humildade e capacidade de debate?
J Ferro, qual guardião da força ética para mandar palpites em blogues e coisas afins…
Um abraço, Daniel, pela paixão pelo debate que o teu exercício a solo nos ensinou. Devemos-te a teimosia dessa coragem, sobretudo num tempo em que a aversão ao confronto de ideias e posições se tornou socialmente recomendável. E venha daí agora o trio, para somar crítica à crítica e inquietação à inquietação.
Esta sim a verdadeira oposição a Sócrates, vou ter que arregaçar as mangas.
Até que enfim se vai fazer juz ao nome do blogue, é que arrastões costumam ser com mais do que um.
Pena os outros dois, blogues, ficarem mais pobres.
Bom, voltamos sempre ao mesmo.
1. Eu não vim para aqui dar lições a ninguém de coisa nenhuma. Basta ler com atenção os posts e muitos dos comentários detes blogue para se ver quem quer e quem anad por aqui e por ali a dar lições sobre tudo e a todos. Basta ler! E ouvir! E ver! Se todos falamos português, fica o desafio.
2. O D O não percebeu ainda (ou faz que não percebe) que quem se expõe e quem se assume com fazedor de opiniões (no Expresso, na SIC, no Arrastão, e por aí fora) é ele e não eu. Por isso também, tem que se sujeitar a este tipo de comentários e, sobretudo, aceitar o contraditório, coisa que lhe é bastante dificil.
3. Eu não disse para dar murros na mesa. Eu perguntei porque é que não os dava. São coisas completamente diferentes. Completamente.
4. A história dos cheques não é ofensiva, você é que uma vez mais parece ter má consciência em relação a isso. Resumindo, você recebe uns cheques do tio Xico para dar umas opiniões. Ponto final parágrafo.
5. Os adjectivos que uso não pretendem legitimar qualquer direito ético ou capacidade superior para dar lições sobre o que quer que seja. Foram utilizados, e é para iso que servem e que foram criados, para qualificar ou adjectivar (não, julgar) um conjunto de atitudes que você faz por ignorar. Já nem foi Clara Alves, mas sim Pedro Nunes ( é sempre mais conveniente e politicamente mais correcto, lá vem esta droga outra vez…) que lhe chamou fascista das palavras. Pronto, a comentadora, simpaticamente, apenas repetiu, qual papagaio (de papel, como o tigre…). E o que é “fascista das palavras”? O que significa isso, “fascista” e depois “das palavras”?
6. Ainda bem que não se ofendeu. Por isso apenas disse à comentadora o que disse. Ficou, pois, claro que Clara não o ofendeu.
7. Verdadeiramente, quem não o quer ofender sou eu. Mas faz-me impressão. Porque você ali é quem está mais próximo de nós (da esquerda). Porque você me merece respeito. Porque, nestas coisas, sou sempre solidário. Sem lições de esp
ecie nenhuma. E sem adjectivos.
Fascista das palavras é um adjectivo?
Estou curioso…
Estive quase para eliminar este blog do meu leitor de feeds há uns tempos por fraca assiduida. Espero agora que haja mais e, ainda mais perfeito seria, melhor!
Boa sorte nesta nova etapa.
Acho que já se impunha , sinceramente já não davas conta do recado.
Dois reforços de peso , o Arrastão só pode melhorar .
Partam uma pata.
Grande e boa surpresa. Boa e longa vida para o “tri Arrastão”.
Boas “contratações”. Isto do ser de esquerda e de direita atormenta-me um bocado. Então não podem haver boas ideias e opiniões dos dois lados?!
Parece ser uma aliança de peso;)
Excelente ideia, sou fan do blog desde sempre , continuarei a ser.