Vigilia pela Birmânia

Entre 19h00 e as 21h00

Marquês de Pombal

União Budista e Amnistia Internacional


Sem respostas ao post “Amanhã”  

  1. 1 1  Luis

    Assim vai o mundo hoje:

    Dinamarca: Centenas de jovens enfrentam acusações
    Centenas de jovens de vários países vão enfrentar acusações depois de se terem envolvido em confrontos com a polícia durante a noite passada, em Copenhaga, anunciou hoje um porta-voz da polícia dinamarquesa. (…)
    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=298331

    Paquistão:26 mortos em combates entre autoridades e rebeldes
    Pelo menos 26 pessoas, incluindo quatro civis, foram mortas hoje em combates entre rebeldes e as forças de segurança paquistanesas nas zonas tribais do noroeste do Paquistão, disse um porta-voz do Exército e residentes locais. (…)
    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=298305

    Espanha: Carga policial sobre manifestantes pró-Batasuna
    Várias pessoas ficaram feridas na sequência de uma carga policial sobre um grupo de manifestantes que se concentrou em Pamplona, ao final da tarde, em protesto contra as detenções de 23 membros do Batasuna. (…)
    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=298292

    Myanmar: Junta Militar diz ter descoberto armas em templos
    Os líderes militares da Birmânia aumentaram hoje a pressão sobre os monges budistas que lideraram as manifestações pró-democracia afirmando terem confiscado armas nos templos budistas e ameaçando punir todos os que violem a lei.
    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=298322

    Violences autour d’une réunion politique à Berne
    AP - Samedi 6 octobre, 19h10
    BERNE - Des violences ont éclaté samedi après-midi à Berne, faisant au moins 20 blessés, dont 17 policiers, selon les autorités locales. Des centaines de manifestants d’extrême gauche ont détruit le matériel installé devant le Parlement pour une réunion électorale du parti nationaliste de l’UDC et commis des déprédations avant que les policiers ne les dispersent à coups de gaz lacrymogènes (…)
    http://fr.news.yahoo.com/ap/20071006/tpl-suisse-politique-violences-cfb2994_1.html

  2. 2 2  Paulo Ribeiro

    Vai haver ataques a lojas chinesas???? Até que dava mais graça à iniciativa.

  3. 3 3  Daniel Oliveira

    O porta-voz da ditadura castrista é o porta-voz da ditadura birmaneza. Luíz, o senhor está com todas. E a Margarida a deixar-se para trás. Terá caído em desgraça e terá ficado sem esta tarefa?

  4. 4 4  Hugo

    A Birmânia já não existe há uns anitos. A haver vigília será por Myanmar. E já agora, vigília para quê? Para libertar o povo do jugo da ditadura militar e garantir-lhes direitos fundamentais?

    Enão siga já uma vigília por Cuba. Com o apoio do PCP e do Bloco de Esquerda espero…

  5. 5 5  Daniel Oliveira

    Hugo, leia o resto do blogue. De resto, Myanmar é o nome inventado pela ditadura e não reconhecido pela oposição.

  6. 6 6  Paulo Ribeiro

    Se se fizessem vigilias pelos povos oprimidos por regimes ditaduriais que existem no mundo estavamos feitos. Tinhamos que fazer uma por Portugal, como é óbvio, e, fundamentalmente, por Portugal. Temos demasiado com que nos preocupar. É claro que devemos estar solidários com a situação Birmanesa, mas uma vigilia pouco ou nada faz pelo país. Se a China não estivesse interessada neles, quiça os Americanos já estivessem lá em força, carregando a bandeira da libertação dos povos oprimidos ou, sei lá, inventando motivos, porque representam uma ameça terrorista (esta fica sempre bem, embora nunca se encontre fundamentos que a sustentem).

  7. 7 7  abego

    Há algum cemitério árabe em lisboa? Só quero saber. gracias.

  8. 8 8  Luis

    Claro que além de grupos da oposição alguns governos ocidentais nomeadamente os USA, Austrália, Canadá, Irlanda e o Reino Unido usam “Burma” enquanto a UE usa “Burma/Myanmar” e a ONU usa “Myanmar”.

    Parece que afinal excluindo algumas ex-colónias do Reino Unido e os seguidistas complacentes da UE, a generalidade do mundo até usa Myanmar…presumo que a maioria dos habitantes do país também pois que Myanmar mais não é do que que a versão escrita da mais oral “Burma” e até parece as as duas versões nem são tão diferentes quanto parecem.

  9. 9 9  Daniel Oliveira

    Luis, explique-me apenas esse seu entusiasmo com a ditadura absoluamente desvairada da Birmância. Que raio de confusão ideológica vai aí na sua cabeça para isto?

  10. 10 10  Luis

    Nem o Bush diria melhor, de facto…

  11. 11 11  Luis

    Luis, explique-me apenas esse seu entusiasmo com a ditadura absolutamente desvairada da Birmância. Que raio de confusão ideológica vai aí na sua cabeça para isto?

    Calculo que o que fez o Daniel Oliveira ultrapassar a marca do disparate e entrar no insulto rasca foi eu ter explicado que Myanmar quer dizer exactamente o mesmo que Burma, mas que este último é usado por ex-colónias britânicas e alguns grupos da oposição, informação que qualquer mortal minimamente curioso pode encontrar aqui.

    Modere-se Daniel Oliveira eu sei que a campanha da libertação do Burma oil%gas to Chevron/Unocal&Total está a encontrar algumas dificuldades apesar do prime time que todos os media amigos lhe reservam, mas não é razão para perder a compostura.

  12. 12 12  Daniel Oliveira

    Não, Luís, não é o mesmo. E se fosse, então eu diria bem “Birmânia”.

    E não Luís, não foi a única coisa que o senhor escreveu.

  13. 13 13  Luis

    Por lapso não deixei o link:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Burma

  14. 14 14  corvo

    Luis Luisa Margarida etc etc etc , vêm todos da sede do PCP.

    Tentar dizer que a repressão na Birmania não é pior, que o que fazem a as democracias espanhola dinamarquesa ou mesmo a suiça, é fazer o jogo da ditadura birmanesa.

    Baralhar e voltar a dar, eis a tactica do PCP, quando quer a todo o custo defender as ditaduras que apoia….

  15. 15 15  Rita

    Realmente, estes monges budistas andam a minar a paz por todo o lado!! É no Tibete, na Birmânia… Os malandros, com as suas vestes Made In USA não param de causar distúrbios!!
    Os comentários ridículos repetem-se, que nem crianças que discutem “O meu pai é melhor que o teu!!”
    Para mim continua a ser irrelevante se a culpa é dos chineses, dos americanos, do petróleo… Para mim o importante é que existem pessoas que não têm a liberdade que nós temos e que, por isso, são assassinadas. O resto é conversa.
    Se querem encontrar culpados, força, mas espero que tenham a decência para que, caso verifiquem que os culpados são nossos “amigos”,não os desculpabilizem com base na “amizade”.
    Apenas porque há actos que não têm perdão.

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