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Sem respostas ao post “Mas amanhã continua”  

  1. 1 1  Defski

    Pegou bem o free Burma até aparece na Bloomberg US.
    Desconfia Defski desconfia.

  2. 2 2  Paulo Ribeiro

    Não há algum tipo de interesse económica na Birmânia? Não há nada que motive a comunidade internacional (Estados Unidos e mais meia dúzia de lacaios)a fazer qualquer coisa para ajudar aquela gente? Então os baluartes da liberdade não fazem nada para proteger seres humanos sujeitos a sofrimento e desrespeito das liberdades fundamentais, proclamadas na Declaração Universal do Direitos do Homem?
    Que pena, pensei que o mundo fosse uma Rapunzel à espera de ser salva pelo seu cavaleiro (USA). Afinal não. Arruinaram com a minha fantasia de criança.

  3. 3 3  Justicialista

    Será que também vai esperar que a comunicação social nos mostre imagens de protesto na Bielorússia, Vietname, Laos ou Brunei para lermos aqui as suas indignações de protesto pela ditadura nesses países? Será que a nossa luta pela democracia e liberdade dos outros povos anda ao sabor da agenda da comunicação social?

  4. 4 4  Paulo Ribeiro

    Justicialista, já viu, uma pessoa interessada em ver aquilo que se passa no mundo e somos sujeitos a este tipo de informação doutro planeta qualquer, que não interessa para coisa alguma.
    Facilmente esquecemos que também tivemos que lutar pela liberdade e hoje em dia estamos à vontade para ver o Bloomrang US. É a mesma coisa que ter pão diariamente e ignorar aqueles que nem sequer isso têm.
    O egoismo humano no seu melhor. Quero lá saber do outro se eu estou bem. Mas é assim que funciona a mente do ser humano e graças ao Belzebut que ainda há quem se destaca no meio desta manada. Sim, Belzebut. Deus está do lado dos que assistem ao Bloomrang.

  5. 5 5  Justicialista

    O meu simples ponto é que, por ex., na Bielorússia, aqui mesmo na Europa, há uma ditadura do pior calibre. Há manifestações e protestos. Há dezenas de presos políticos. E a comunicação social raramente reporta o que lá se passa. Por isso ninguém se importa.
    Certamente que eu sou pela democracia de todos os povos. Sou é contra 2 pesos e 2 medidas.
    Mas por outro lado, a democracia é um meio e não um fim em si mesmo! Veja-se se as democracias, com corrupção até ao pescoço, da América central, como na Guatemala, Honduras, El Salvador, ou mesmo Timor-Leste resolveram alguma coisa. Serviram apenas para os EUA (ou outros) controlarem os seus recursos naturais e mandarem directrizes aos respectivos governos! A única coisa que muda é que nesses casos, o povo pode escolher o tirano que os rege.

  6. 6 6  João

    Free Burma oil&gas to Chevron&Total

  7. 7 7  João

    Iraque: Mulheres e crianças mortas hoje em ataque aéreo

    Mulheres e crianças morreram hoje num ataque aéreo norte-americano a norte de Bagdad, que provocou a morte de 25 pessoas e fez 40 feridos, segundo um responsável da polícia iraquiana.

    «Vinte e cinco pessoas foram mortas e quarenta ficaram feridas, entre as quais mulheres e crianças, num ataque aéreo norte-americano contra a localidade de Al-Jaysani», perto da localidade de Baaquba, a 60 quilómetros a norte de Bagdad, adiantou o general Khudair Al-Tmimi.

    O exército norte-americano anunciou hoje que as suas forças, apoiadas pela aviação, mataram pelo menos 25 combatentes xiitas a norte de Bagdad, numa operação destinada a alvejar uma célula acusada de contrabandear armas para o Irão.

    O exército norte-americano afirma que o alvo era o comandante de uma milícia alegadamente associada à Força «Quads Force», braço dos Guardas Iranianos Revolucionários.

    Segundo o exército, homens armados dispararam contra as forças dos Estados Unidos, que pediram apoio quando alegadamente viram os combatentes a aproximarem-se.

    Os 25 alegados milicianos foram mortos e dois edifícios foram destruídos em bombardeamentos.

    Diário Digital / Lusa

    05-10-2007 11:37:00

  8. 8 8  Luis Moreira

    Assuntos internos de um país soberano!

    E os outros?

    Por isso nunca me esqueço que um Estado de Direito,não sendo perfeito,é uma dávida de todos nós ,todos os dias,a nós mesmos!

  9. 9 9  marieta

    imaginem vocês aqui um monte de bonzos, que por cá dizem monges, assim, será que lhes sobrava paciência? será que não arranjavam uma junta ao menos para os travar? que isto de falar vai da boca, mormente se as regateiras mais bravas estão longe da nossa banca, meus caros!

  10. 10 10  Daniel Oliveira

    Os mesmos que costumam aparecer aqui a defender Cuba, Angola e China não podiam faltar à chamada. É bonito de ver.

  11. 11 11  Justicialista

    Realmente nos dias de hoje não há nenhum país de cariz ditatorial que se afirme claramente de direita ou extrema-direita. É curioso notar!
    Até a ditadura da Síria se afirma sob égide do Partido Socialista Árabe- Baath!

  12. 12 12  marieta

    uma onda de corações duros começa de vir a atulhar as portas do purgatório de Myanmar, desde que outra onda imensa de parasitas bonzos se propõe não rezar por esses duros corações

    e talvez seja o ponto de viragem que faltava para a imensidão de gente beata ver que a oração de um bonzo vale o que vale a de um bom bispo português!

  13. 13 13  João

    Aquilo da Total e da Chevron/Unocal são referências a alguns dos interesses escondidos mas muito presentes em Myanmar e que ajudam a perceber o que está em jogo, isto é o petróleo, o gás, os pipelines, a localização estratégica do país, a vontade de conter a China, entre outras.

    Se repararem bem ligada à Chevron está a Rice, ligada à Total (e ao branqueamento das suas relações com a Junta) esteve o Krouchner, o teorizador do direito de intervenção por razões “humanitárias” contra os direitos soberanos e o grande adepto da ingerência.

    Os representantes dos mesmos que bombardearam a ex-Jugoslávia e lutaram pela sua repartição, invadiram o Afeganistão e Iraque e aí impõem à bala a presença dessas mesmíssimas companhias, dos seus pipelines e o esbulho das riquezas dos países, dividindo-os por fracturas “étnicas” e “religiosas” se tal se mostrar necessário para melhor os explorar.

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