Moderadora e os dois comentadores completamente de acordo.
Que interesse tem um monólogo destes?
Sobre o Kosovo:
Todos de acordo também.
Contudo, este problema é muito perigoso para a Europa. Mais uma vez, a UE faz o frete aos States e fica com um problema à porta de casa.
Estão a destruir os equilibrios que permitiram 60 anos de paz na Europa.
Quando é que a UE percebe que os States são, também, um concorrente económico e que não lhes interessa uma Europa pacífica e próspera?
A quem estão a servir os políticos da Europa?
… junte-se todos os portugueses que trabalham em Espanha, numa só região castelhana, e teremos as condições para declaração, unilateral, de independência…. proponho que seja na praça de Olivença.
Caro Daniel, fiquei “suspenso” para ouvir esta semana em “O Eixo do Mal” os vossos comentários sobre o Kosovo e, nada… Gostava de lançar uma questão que ainda não ouvi nenhum blogger português abordar e, se achar por bem fazê-lo futuramente agradeço: Trata-se da perspectiva duma “independência à irlandesa”. De facto existe agora um estado chamado Kosovo que é cerca de 90% constituído por albaneses, mas existindo outras 5 minorias, destacando-se naturalmente a sérvia (cerca de 10% da população) que já não se distribui (como antes de 1999) por todo o Kosovo, mas sim é maioritária apenas no norte, em Mitrovica/Leposavic/Zvecan e Zubin Potok, tendo deixado de o ser nos pequenos enclaves de Novo Brdo (no leste) e de Strpce (no sul, na fronteira com a Macedónia), ou seja, estamos a falar de 4 (ou parte de 5) comunas de maioria sérvias para 25 ou 26 comunas de maioria albanesa (a única comuna da minoria islâmica goran - 1 das outras 4, no sul, já é hoje maioritariamente albanesa). Assim sendo, o Kosovo evolui na prática para a chamada “independência à irlandesa” (neste país os county que eram maioritariamente “protestantes” permaneceram na órbita britânica após 1922 enquanto que os restantes evoluiram de free state para a independência plena). Não se compreende porque não se permite o direito de sucessão de Mitrovica (vamos assim chamar para simplificar) face ao actual Kosovo (que a não acontecer permitirá, como disse na TV Net, uma Krajina II). Um P.S. sobre a, de facto, tolerância albanesa actual: Os católicos “kosovares” são 3% da população, todos albaneses, estão bem organizados e intervenientes (especialmente em Pritzen e Pristina), têm hierarquia chefiada pelo Bispo Dodë Gjergji, têm um seminário e vocações religiosas, têm igrejas, têm 1 ministro e outro membro no governo actual, têm personalidades no P.D.K. (ex-U.Ç.K.), a principal avenida de Pristina chama-se Madre Teresa(naturalmente que esta tolerância não existe para com os ortodoxos por 99% dos mesmos serem sérvios e mais “ortodoxos” que os próprios sérvios fora do kosovo).
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Sobre Cuba:
É fácil, assim, sem contraditório.
Moderadora e os dois comentadores completamente de acordo.
Que interesse tem um monólogo destes?
Sobre o Kosovo:
Todos de acordo também.
Contudo, este problema é muito perigoso para a Europa. Mais uma vez, a UE faz o frete aos States e fica com um problema à porta de casa.
Estão a destruir os equilibrios que permitiram 60 anos de paz na Europa.
Quando é que a UE percebe que os States são, também, um concorrente económico e que não lhes interessa uma Europa pacífica e próspera?
A quem estão a servir os políticos da Europa?
… junte-se todos os portugueses que trabalham em Espanha, numa só região castelhana, e teremos as condições para declaração, unilateral, de independência…. proponho que seja na praça de Olivença.
Caro Daniel, fiquei “suspenso” para ouvir esta semana em “O Eixo do Mal” os vossos comentários sobre o Kosovo e, nada… Gostava de lançar uma questão que ainda não ouvi nenhum blogger português abordar e, se achar por bem fazê-lo futuramente agradeço: Trata-se da perspectiva duma “independência à irlandesa”. De facto existe agora um estado chamado Kosovo que é cerca de 90% constituído por albaneses, mas existindo outras 5 minorias, destacando-se naturalmente a sérvia (cerca de 10% da população) que já não se distribui (como antes de 1999) por todo o Kosovo, mas sim é maioritária apenas no norte, em Mitrovica/Leposavic/Zvecan e Zubin Potok, tendo deixado de o ser nos pequenos enclaves de Novo Brdo (no leste) e de Strpce (no sul, na fronteira com a Macedónia), ou seja, estamos a falar de 4 (ou parte de 5) comunas de maioria sérvias para 25 ou 26 comunas de maioria albanesa (a única comuna da minoria islâmica goran - 1 das outras 4, no sul, já é hoje maioritariamente albanesa). Assim sendo, o Kosovo evolui na prática para a chamada “independência à irlandesa” (neste país os county que eram maioritariamente “protestantes” permaneceram na órbita britânica após 1922 enquanto que os restantes evoluiram de free state para a independência plena). Não se compreende porque não se permite o direito de sucessão de Mitrovica (vamos assim chamar para simplificar) face ao actual Kosovo (que a não acontecer permitirá, como disse na TV Net, uma Krajina II). Um P.S. sobre a, de facto, tolerância albanesa actual: Os católicos “kosovares” são 3% da população, todos albaneses, estão bem organizados e intervenientes (especialmente em Pritzen e Pristina), têm hierarquia chefiada pelo Bispo Dodë Gjergji, têm um seminário e vocações religiosas, têm igrejas, têm 1 ministro e outro membro no governo actual, têm personalidades no P.D.K. (ex-U.Ç.K.), a principal avenida de Pristina chama-se Madre Teresa(naturalmente que esta tolerância não existe para com os ortodoxos por 99% dos mesmos serem sérvios e mais “ortodoxos” que os próprios sérvios fora do kosovo).