Sobre Cuba e o Kosovo, a minha conversa com Felipe Pathe Duarte, na TV Net.


Sem respostas ao post “Cuba e Kosovo, na TV Net”  

  1. 1 1  Manuel Leão

    Sobre Cuba:

    É fácil, assim, sem contraditório.

    Moderadora e os dois comentadores completamente de acordo.
    Que interesse tem um monólogo destes?

    Sobre o Kosovo:

    Todos de acordo também.
    Contudo, este problema é muito perigoso para a Europa. Mais uma vez, a UE faz o frete aos States e fica com um problema à porta de casa.
    Estão a destruir os equilibrios que permitiram 60 anos de paz na Europa.
    Quando é que a UE percebe que os States são, também, um concorrente económico e que não lhes interessa uma Europa pacífica e próspera?
    A quem estão a servir os políticos da Europa?

  2. 2 2  jorge afonso

    … junte-se todos os portugueses que trabalham em Espanha, numa só região castelhana, e teremos as condições para declaração, unilateral, de independência…. proponho que seja na praça de Olivença.

  3. 3 3  defariaesilva

    Caro Daniel, fiquei “suspenso” para ouvir esta semana em “O Eixo do Mal” os vossos comentários sobre o Kosovo e, nada… Gostava de lançar uma questão que ainda não ouvi nenhum blogger português abordar e, se achar por bem fazê-lo futuramente agradeço: Trata-se da perspectiva duma “independência à irlandesa”. De facto existe agora um estado chamado Kosovo que é cerca de 90% constituído por albaneses, mas existindo outras 5 minorias, destacando-se naturalmente a sérvia (cerca de 10% da população) que já não se distribui (como antes de 1999) por todo o Kosovo, mas sim é maioritária apenas no norte, em Mitrovica/Leposavic/Zvecan e Zubin Potok, tendo deixado de o ser nos pequenos enclaves de Novo Brdo (no leste) e de Strpce (no sul, na fronteira com a Macedónia), ou seja, estamos a falar de 4 (ou parte de 5) comunas de maioria sérvias para 25 ou 26 comunas de maioria albanesa (a única comuna da minoria islâmica goran - 1 das outras 4, no sul, já é hoje maioritariamente albanesa). Assim sendo, o Kosovo evolui na prática para a chamada “independência à irlandesa” (neste país os county que eram maioritariamente “protestantes” permaneceram na órbita britânica após 1922 enquanto que os restantes evoluiram de free state para a independência plena). Não se compreende porque não se permite o direito de sucessão de Mitrovica (vamos assim chamar para simplificar) face ao actual Kosovo (que a não acontecer permitirá, como disse na TV Net, uma Krajina II). Um P.S. sobre a, de facto, tolerância albanesa actual: Os católicos “kosovares” são 3% da população, todos albaneses, estão bem organizados e intervenientes (especialmente em Pritzen e Pristina), têm hierarquia chefiada pelo Bispo Dodë Gjergji, têm um seminário e vocações religiosas, têm igrejas, têm 1 ministro e outro membro no governo actual, têm personalidades no P.D.K. (ex-U.Ç.K.), a principal avenida de Pristina chama-se Madre Teresa(naturalmente que esta tolerância não existe para com os ortodoxos por 99% dos mesmos serem sérvios e mais “ortodoxos” que os próprios sérvios fora do kosovo).

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