por acaso até pensei que se estava a referir ao facto - bem estranhei, mas… - de ter surgido na imprensa mais um diário gratuito, feito a partir de trabalhos de jornalistas não pagos. de trabalho à borla, portanto. mas não, nem neste caso seria justo de falar de direitos de autor, pois os autores, os jornalistas, esses tipos que deviam ser metidos na linha por déficite de ética, deontologia e de tudo o mais, simplesmente desapareceram desta nova imprensa, feita a metro, por encomenda, em que precisa de tudo menos dos jornalistas - 90 por cento das peças não são assinadas - e dos seus trabalhos de investigação. ops, lá estou eu outra vez… dos seus trabalhos de má fé e corrupção.
PlayGirl, mas estranharia porquê? Fui jornalista 16 anos e vivo rodeado de jornalistas. Como deve imaginar, se sou critico em relação ao jornalismo é porque dou impoortância à profissão. Quanto ao gratuito, as coisas não são, no caso concreto, exactamente assim, mas tem razão no fundamental do problema.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
por acaso até pensei que se estava a referir ao facto - bem estranhei, mas… - de ter surgido na imprensa mais um diário gratuito, feito a partir de trabalhos de jornalistas não pagos. de trabalho à borla, portanto. mas não, nem neste caso seria justo de falar de direitos de autor, pois os autores, os jornalistas, esses tipos que deviam ser metidos na linha por déficite de ética, deontologia e de tudo o mais, simplesmente desapareceram desta nova imprensa, feita a metro, por encomenda, em que precisa de tudo menos dos jornalistas - 90 por cento das peças não são assinadas - e dos seus trabalhos de investigação. ops, lá estou eu outra vez… dos seus trabalhos de má fé e corrupção.
PlayGirl, mas estranharia porquê? Fui jornalista 16 anos e vivo rodeado de jornalistas. Como deve imaginar, se sou critico em relação ao jornalismo é porque dou impoortância à profissão. Quanto ao gratuito, as coisas não são, no caso concreto, exactamente assim, mas tem razão no fundamental do problema.