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É blogue colectivo e muitos deles têm blogues individuais. Está lá o Hugo Mendes, do Véu da Ignorância, o Daniel Melo e o Renato Carmo, os dois ex do Fuga para a Vitória, o João Caetano, ex-A Metamorfose, o Nuno, do Hotel Lisboa, o Zèd, ex-Agreste Avena, o Carlos Leone, do Esplanar, e o Z, do Às Quintas há Cozido. Mas também Cláudia Castelo, Sofia Rodrigues, Daniel Lanero Táboas, Vitor, Gonçalo Duro dos Santos, João Rangel de Almeida, Vallera e João Rodrigues. E alguns deles participam no blogue do movimento cívico Não Apaguem a Memória.

Mas, os outros que perdoem por destacar um amigo, até porque o rapaz escreve muito menos do que devia, também é por lá que anda André Belo, que além de ter o máximo estatuto de ser padrinho da minha filha, talvez seja conhecido dos bloggers por uma coisa bem menos importante: ter sido um dos cinco fundadores do Barnabé. Pois é no Peão que o encontram.

O blogue tem ainda dois heterónimos. Um dedicado à música, o DJ Peão. Outro para textos mais longos, bibliografias temática e o que, suponho, preferem guardar para leituras mais demoradas, o Peão (lado b).

Na abertura do blogue, que foi em Dezembro do ano passado, explicava-se: o Peão é a peça de xadrez que se coloca na frente e é a primeira a avançar; é o soldado de infantaria; a bancada lateral do antigo Estádio da Luz; o assalariado para os trabalhos do campo e da fábrica no Brasil; aquele que anda a pé. Ou seja, gente simples, estes rapazes. Mas com talento. Vale a pena acompanhar e acrescentar ao favoritos. É o blogue desta semana aqui no Arrastão. Bem merece.

Algum engano no emaranhado de nomes e blogues (isso mais parece um esquema de offshore), por favor notifiquem aqui na caixa de comentários. E continuem o bom trabalho.


Sem respostas ao post “O Peão”  

  1. 1 1  Descontente

    “até porque o rapaz escreve muito menos do que devia, também é por lá que anda André Belo, que além de ter o máximo estatuto de ser padrinho da minha filha”

    será que li bem Daniel, a tradição judaico-cristã de batizar os filhos também o contagiou?? estou estupefacto….

  2. 2 2  Daniel Oliveira

    Posso ter padrinhos sem batizar, não posso? Ou agora também preciso da autorização dos senhores? Sempre houve tetestemunhas do civil que se transformavam em padrinhos. Agora acabaram com isso, mas mantêm-se os padrinhos. Sabe que nós, os ateus, também gostamos da ideia de haver alguém em quem podemos confiar caso nos aconteça alguma coisa. Pode?

  3. 3 3  sapatilha rota

    Eu, que actualmente me considero ateia, fui educada por uma mãe Testemunha de Jeová e um pai judeu (vejam lá as voltas que eu dei!) e sempre tive “padrinhos” e “madrinhas”.

    O que vale é que quando não há mais nada onde pegar podemos sempre contar com estas pequenas tolices…

  4. 4 4  Daniel Melo

    Post com tudo sistematizado, tanto quanto me consegui aperceber.
    Obrigado pelo reconhecimento.
    Boas pescarias pelo mar alto!

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