Um escreveu e os outros começaram a repetir. Em alguns blogues já foi corrigido mas ainda está aqui e aqui. Que Luís Pedro Nunes teria dito no “Eixo do Mal” que Sócrates era um «garoto de programa». Na verdade, disse que era um «garoto de propaganda». Eu sei que há aí muita gente a confundir programa com propaganda, mas são coisas diferentes. E com esta pequena alteração a frase ganhou todo um outro significado. Essa malícia, essa malícia.
Por Daniel Oliveira 26 Mai 08 em Blogosfera, Sócrates


É sempre bonito e comovente ver os fãs que o eixo do mal vai fazendo por essa blogosfera fora…
Oi caro Daniel
Pois é ,Há programas e programas, de quem é a culpa? Quem é que nos andou a impingir hábitos de higiene e vida sã? fumar não é ainda um acto proibido por lei, Mas o primeiro-ministro, embora relativizando o seu pecado aéreo e consumindo nisso uma excessiva retórica justificativa, pareceu não querer defraudar aqueles que se habituaram a vê-lo, de calções e t-shirt, a exibir a sua invejável forma física em maratonas nacionais ou em joggings na baía de Luanda e outros cenários das suas digressões ao estrangeiro. Para mim programas de pura hipocrisia.
Abraço talina
A malícia parte daqui ao chamar a atenção para ela.
Eu demorei a encontrar a malícia, mas está bem…
Falar da malícia dos outros com toda essa malícia… É estranho e não leva a nada.
Mas quero lá saber do que dizem Luís Pedro Nunes e José Júdice! São absolutamente redundantes. Destilam, destilam, destilam… Então o Luís Pedro Nunes parece um azeit… (não completo o adjectivo para não me censurares).
Só vou ao “Eixo do Mal” por que lá estão o Daniel Oliveira e a Clara Ferreira Alves. Que, de vez em quando, envergonham certa esquerda…
De qualquer modo, fica-te bem defender as tuas damas…
O Daniel Oliveira que “pede” a outros a honestidade de rectificarem posts é o mesmo que, por exemplo, continuou a glosar até à exaustão o “jamais, jamais” atribuído ao ministro Lino, mesmo já depois de toda a gente saber que o ministro tinha dito “[...] e todos eles me disseram: ‘na margem sul, jamais, jamais’ [...]“.
E o mesmo que, fatalmente, tinha de fazer um post intitulado “A esperança de Hillary?” sobre aquilo a Lutz Brückelmann se refere quando, no seu blog “quase em português”, escreve: “O último deslize da Hillary, a referência do assassinato, parece permitir o golpe de misericórdia à candidata, que porém de misericórdia tem mesmo nada. Pelo contrário, é dos exemplos mais asquerosos e eloquentes da hipocrisia não só da campanha, mas da cultura política americana.”
Mas, claro, trata-se da defesa do bom nome daquela coisa execrável que é a turma de balsemões e balseminhos que dá pelo nome de “Eixo do Mal” e que “é dos exemplos mais asquerosos e eloquentes da” esquerda de que a direita gosta.
Tem toda a razão, já corrigi essa importantíssima diferença. Quem é mandado correr é o garoto propaganda.
Mas será que o próprio LPN saberia o sentido exactamente ‘malicioso’ da expressão “garoto de programa”? É que no Brasil isso só quer dizer ‘mixê’, i.e., prostituto, chulo. E mesmo que soubesse, quem é que de seu perfeito juízo ia dizer isso de um PM, mesmo que se chame Sócrates.
A corrida no calçadão é todo um programa que se insere num modo muito particular de ver o mundo.
http://fjsantos.wordpress.com/2008/05/26/sofistas-socraticos-e-socratinos/
Se não disse, podia ter dito. LPN não se ensaia nada para lançar insinuações torpes. Ou já se esqueceram do que ele disse sobre o Miguel Abrantes?! Então, que eu me lembre, o DO nem piou. Porque será?
O Manuel Abrantes não existe. Eu não “pio sobre anónimos.
MIGUEL
Sábado à noite, quem me tira o eixo do mal tira-me tudo. Bairro Alto só mesmo depois da 01.00.