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Vieram quase todos do PC e fizeram um blogue em homenagem ao que houve antes do PC: o Spectrum. No tempo em que antes de começar a jogar se ouvia rshhhhhhhggggggggggiiiiiiiiiióóóóóóóó e em que os heróis sofriam de tetraplegia. O blogue é quase tão bom como o seu nome. Faz-me ter saudades da adolescência em que parecia que já estávamos no futuro. Umas vezes concordo com uns, outras discordo de outros. São provocadores e o anonimato, que não gosto, facilita. Mas muitas vezes o Spectum é dos poucos blogues que nos lava a alma. Outras irrita. Junta mais-ou-menos-anarquistas, mais-ou-menos-comunistas e mais-ou-menos-bloquistas. É o blogue da semana: Spectrum, ou “a luta de classes e outros jogos de plataformas”.


Sem respostas ao post “Spectrum”  

  1. 1 1  Golfinho

    Não são assim tão anónimos ;) E, de facto, são irreverentes e excelentes!

  2. 2 2  Gonçalo

    Não me diga que o Daniel também era fã dessa grande máquina que era o Spectrum?

  3. 3 3  J

    Recebi um Spectrum quando fiz 8 anos =) não era o modelo da foto, era sim o ZX 2+ de 128K, lançado em 1986 e que já trazia leitor de cassetes incorporado, mas havia um destes na minha escola, juntamente com uma Atari 2600 e um Philips Videopac!

    Foi o meu primeiro sistema e só lamento não o ter compreendido melhor. Embora eu já tivesse alguma experiência de jogos, o Spectrum foi o primeiro que me permitiu jogar jogos em casa e ficava encantado com a sinfonia dos mais de 10 minutos de loading necessários para jogar =D

    Infelizmente não teve uma vida muito longa, pouco tempo depois recebi o meu NES da Nintendo e a partir daí a minha “direcção” como jogador mudou radicalmente.

    Mas já que nos últimos tempos me tenho dedicado a tentar encontrar pérolas jogáveis do século XXI, é possível que em breve, se o eBay for meu amigo, venha a comprar um Spectrum “novo” para preencher o lugar daquele a que eu perdi o rasto há cerca de 13 anos.

    Ah…isto de ser geek…poucos compreendem, há até quem diz que já sou “crescidinho para joguinhos”, mas o que é que eles sabem? ;)

  4. 4 4  parca

    Os meus pais depois de eu muito pedinchar e dar a minha contribuição com as minhas modestas poupanças ofereceram-me um spectrum 128k+2, que vinha com leitor de cassete incorporado. Até aprendi a trabalhar com basic e tudo, num curso feito na minha escola

  5. 5 5  Luis Pestana

    Boas recordações

  6. 6 6  Feminine Mystique

    o anonimato tem as suas vantagens, embora aqui se perceba que ao daniel oliveira só faltou dizer os nomes dos autores do spectrum.
    o anonimato permite que não nos julguem por aquilo que somos “na vida real”. não se fazem (tantos) juízos de valor se não souberem a nossa idade, sexo/género, nível de formação, profissão, área de residência, etc.

  7. 7 7  Chuckie Egg

    Se eu em vez de chuckie egg assinasse jorge fernandes, que não é o meu nome, nunca ninguém saberia que eu sou um “anónimo”, acreditavam e pronto. A questão só se põe aqui porque és uma figura mais ou menos mediática por via de um partido e de um canal de tv privado, ou seja, quando assinas daniel oliveira há um grupo relativamente alargado de pessoas que sabe quem és, eu pelo contrário e com muito orgulho, sou mesmo um anónimo todos os dias, e assim continuarei. Assinar o meu nome ou outro qualquer que parecesse verdadeiro seria o mesmo.

    Sendo assim, penso que é de acrescentar à questão que nós assumimos o anonimato, é mais isso.
    Posto isto, agradeço o link mas tenho de fazer um reparo, agradecia mais que deixasses de dizer que quem foi lá a silves espezinhar milho transgénico é um bando de fedelhos e adolescentes. Apesar de não ter estado lá, lembro-me bem de quando eu e mais 150 pessoas levámos uma tareia da policia no chiado por causa dumas paredes sujas e lembro-me de quantas coisas chamaste sem razão a quem não o merecia.
    Agradeço que tenhas em consideração as coisas que erradamente chamas a pessoas que já disseste que não conheces.

    E quanto ao sermos mais-ou-menos isto ou mais-ou menos-aquilo, tenho apenas a dizer que no que me toca a mim tenho muito mais duvidas que certezas.

    P.S- Gostei bastante da ideia de por o video da carga policial na ponte, há 2 dias salvo erro vi na sic uma mini-reportagem sobre a pereira roldão onde mostravam outras tantas cargas do mesmo género mas em vez de camionistas tinham trabalhadores de larga idade pela frente…nem parecia a sic…

    P.P.S- A feminine mystique também acrescentou um bom ponto à questão do anonimato e Obitoque também é uma boa casa.

    Saudações

  8. 8 8  Saboteur

    Para além do que foi dito, acrescentava isto:

    A ideia do nick apareceu-me porque trabalhava na Banca - Grupo Espírito Santo - e quando punha o meu nome no google apareciam lá posts meus num outro blog, nomeadamente a utilizar inside information da companhia para exempleficar determinadas coisas.

    Para além disso, hoje é comum em diversas empresas pesquizar o nome no google, hi5, youtube, etc. nas fases de recrutamento.

    Seria menos livre se usasse o meu nome.

    Depois, até deu jeito, quando o nosso Blog começou a ser visitado por fascistas. Ser ameaçado é uma coisa que me chateia.

    Por outro lado, os nicknames, os avatares, tudo isso, são comuns na www e não é por acaso.

    Vivemos tempos novos.

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