À pergunta “Concorda com a alteração da Lei Eleitoral Autárquica nos moldes que estão a ser negociados entre o PS e o PSD?” 225 leitores (73%) responderam que “não” e 82 (27%) disseram que “sim”.

Novo inquérito na coluna da direita: “Qual a figura mais relevante de 2007?” Escolhi 10 políticos internacionais: Al Gore, Durão Barroso, George Bush, Hu Jintao, Hugo Chávez, Mahmoud Ahmadinejad, Nicolas Sarkozy, Robert Mogabe, Tony Blair e Vladimir Putin. Podia ter escolhido outros, mas estes parecem-me cobrir os principais acontecimentos políticos do ano. A ideia não é saber qual agrada ou desagrada mais aos leitores, mas apenas qual terá sido o que mais marcou o ano que agora acaba.


Sem respostas ao post “Inquérito”  

  1. 1 1  Karl Macx

    O meu voto foi para Chávez. Por ser o único “ditador” que aceita o resultado de um “referendo”…

    … e porque acho piada às tiradas anti-Bush do homem… ( a do Mr. Danger, então…)

  2. 2 2  Sérgio A. Correia

    Lamento, mas nenhum deles marcou nada nem ninguém. Quem marcou foi a vinda a Portugal de Terry Jones, o eterno Monthy Python (por sinal, um dos pior actores do bando).

  3. 3 3  Sapka

    Mugabe é com u. Estas perguntas, com o adjectivo relevante ou o verbo marcar, sem outra precisão ou advérbio acoplado, deixam-me sempre perplexo. Pura linguagem (e mentalidade) jornalística. Equivale a perguntar: quem é que fez mais correr tinta? quem é que vendeu mais papel, audiência ou KB? Ora para isso não são precisos inquéritos destes. É um dado, uma estatística pronta e irrefutável. A pergunta aqui, julgo eu, deveria ser mais especializada e subjectiva: quem é que concorreu mais para isto ou aquilo (a paz, a guerra, o equilíbrio internacional, a instabilidade, etc.) Se não, estamos a pôr no mesmo plano anjos e bandidos, assassinos e filantropos.

  4. 4 4  josé Manuel Faria

    Karl Macx com toda a razão. Chávez ( Genocida, mr:Bush)

  5. 5 5  rita maria

    Bem sei que isto já não tem ares de ir mudar, mas parece-me uma injustiça para com a Angela. Na chafarica onde ele trabalha, Durão Barroso faz tão pouco que, outro dia, ao saberam que eu era portuguesa, comentaram comigo como ele era “fofinho”…

  6. 6 6  Sapka

    O resultado mostra uma inclinação dos respondentes para Chávez, um esquerdista circense e insuportável ditador movido a petróleo de quem os frequentadores desta barraca disfarçam a triste atracção que sentem por ele através da utilização do termo “relevante” e do verbo “marcar”.

  7. 7 7  Daniel Oliveira

    Sapka, eu votei Putin, que, como saberá não suporto.

  8. 8 8  Karl Macx

    Fujam, fujam…

    O Sapka vem aí! Pessoal, toca a mudar o sentido de voto só porque alguém não concorda connosco…

    Já agora, em quem votou e porquê?

  9. 9 9  Sapka

    Se fosse a alinhar com o espírito equívoco do “relevante”, eu teria de escolher Bush, evidentemente. É ele quem mais manda, quem tem maior poderio económico, quem faz a guerra e a paz, quem move mais cordelinhos a nível planetário! Chávez é só mais um Fidel, um Bin Laden, um Saddam Hussein, um Ahmadinejad, um Querido Leader Kim Jong Il, que só ganha ou perde relevância em função da maior ou menor pain in the ass que conseguem causar a G W Bush. Esses rapazes estão, pois, ao nível dos furúnculos e das hemorróidas. Excepção para Bin Laden, que, apesar da sua “relevância”, não conseguiu ser escolhido para man of the year da revista TIME em 2001, coitado, snif, snif. Na lista aqui proposta a votação, e dentro do espírito equívoco do “relevante”, eu teria de optar por Putin, o único político capaz de causar a Bush mais do que uma simples dor de cú. A TIME deve ter pensado o mesmo, já que não podem escolher todos os anos Bush para man of the year… Mesmo assim, já o escolheram duas vezes em 8 anos.

  10. 10 10  Karl Macx

    Caro Sapka,

    Mesmo ao nível de furúnculos e hemorróidas (desconfio que gajos como Hitler e Pol Pot pensariam o mesmo do espectro político oposto…), a bofetada de luva branca de Chávez ( e reside aqui o busílis da questão para muita gente em todo o mundo que já se preparava para dizer “Vêem como o tipo é um ditadorzito de merda? Eu disse, não disse?” e que teve de engolir - ou meter por outros orifícios, conforme o gosto, a necessidade e/ou a moral - as suas palavras) ao referendar as alterações à Constituição e aceitando o resultado do jogo democrático é, para mim (e pelos vistos, para uma grande percentagem dos votantes) um aspecto bastante relevante. Mais do que invadir nações soberanas com desculpas absolutamente absurdas com o intento de garantir o fornecimento energético à Pátria-Mãe.
    Por falar em Mãe ou em Mãe-Rússia, dir-lhe-ei que é mais relevante do que mandar prender o principal opositor nas vésperas de uma eleição ou viciar umas eleições.
    Putin não é oposição a Bush. É o outro lado do espelho. Só que não tem nenhum irmão a fazer o papel de governador na Tchechénia…

    Mas não altere o sentido de voto só porque não concordo consigo.

    Pode ser que o resultado mostre “uma inclinação dos respondentes para Bush, um palhaço circense, vácuo de inteligência e insuportável ditador movido a petróleo de quem os frequentadores desta barraca disfarçam a triste atracção que sentem por ele através da utilização do termo “irrelevante” e do verbo “matar”.

    Feliz 2008!…

  11. 11 11  Pedro Morgado

    Caro Daniel,

    O Mesquita Machado também discorda (http://dn.sapo.pt/2007/12/28/cidades/mesquita_machado_contra_eleitoral_au.html).

    Deve ser das poucas coisas em que estamos todos de acordo.

    Abraço,
    PM

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