É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido, É a economia, estúpido.


11 respostas ao post “Cavaco Silva volta a falar aos portugueses sobre o Estatuto dos Açores (que vai promulgar)”  

  1. 1 1  o psiquiatra de serviço

    Essa obstinação por Cavaco é patológica.

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  2. 2 2  andré

    a obstinação de Cavaco pelo estatuto é que é patológica….
    se está com dúvidas, que mande para o Constitucional!

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  3. 3 3  João Moreira

    Antes da economia está a integridade do território, antes da soberania está a integridade do território, antes da soberania está a integridade do território, antes da soberania está a integridade do território… ó estúpido!

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  4. 4 4  Pedro Sales

    A integridade do território? Por causa de uma consulta à Assembleia Legislativa Regional? Humm…, então deve ser por isso que o PR vai promulgar um estatuto aprovado por unanimidade?

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  5. 5 5  Spartakus

    Pedro: acho a questão mesquinha. Se! … não for realmente inconstitucional. O que parece. Aí, qualquer violação por pequena que seja é grave. Logo: Constitucional. Tudo menos este show da treta.

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  6. 6 6  Pedro Sales

    Se Cavaco Silva entende que as normas em apreços são inconstitucionais tivesse-as remetido para o TC, coisa que não fez.

    Agora, exigir poderes para intervir nas regiões autónomas e, ao mesmo tempo, visitar a madeira e nada dizer perante os desaforos de João Jardim ao parlamento madeirense e continuar calado quando, pela primeira vez em 30 e tal anos de democracia, um partido decidiu impedir um deputado eleito pelo povo de participar nas sessões parlamentares, não faz qualquer sentido.

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  7. 7 7  fado alexandrino

    Por causa de uma consulta à Assembleia Legislativa Regional?

    Ouvi, como todos, a comunicação.
    Parece que afinal o problema é mais profundo.

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  8. 8 8  Ibn Erriq

    Pedro Sales,

    Não acredito que não veja o que está mal com esta lei. Infelizmente é muito mais do que o estatuto dos Açores. Sei perfeitamente que o Pedro Sales tem plena consciência do que está em jogo, sei também que se fizer uma análise diferente a politica corriqueira tem a grandeza de espírito de reconhecer o que está errado. Para que fique clara, nunca votei e jamais votaria no Cavaco Silva, mas tenho que reconhecer que ele, em meu entender está carregado de razão. Que visse-mos o PS fazer esta figura já estávamos à espera, o que não esperávamos era ver toda assembleia, por mera contabilidade eleitoral fazer esta figura. (ninguém sai bem deste filme)

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  9. 9 9  Ibn Erriq

    “Agora, exigir poderes para intervir nas regiões autónomas e, ao mesmo tempo, visitar a madeira e nada dizer perante os desaforos de João Jardim ao parlamento madeirense e continuar calado quando, pela primeira vez em 30 e tal anos de democracia, um partido decidiu impedir um deputado eleito pelo povo de participar nas sessões parlamentares, não faz qualquer sentido”

    Pedro Sales, acha que isto é justificação para alguma coisa? Acha que um péssimo exemplo se justifica com um mau exemplo? Eu não acho!

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  10. 10 10  

    O Presidente falou 2 vezes ao país nos últimos 6 meses, no último dia antes de férias e no ante-penultimo dia do ano, sobre o estatudo dos Açores.

    Estamos a atravessar a maior crise financeira de sempre do período capitalista. A Grécia que tem condições sociais melhores que as nossas está a ferro e fogo. Guerra em Gaza. Fraude no sistema bancário português. Mega-hiper-crise na educação com maior mobilizações de sempre.

    E o camelo vem falar dos seus poderzinhos de Estado que nem os usa para intervir na ditadura da Madeira. É mesmo a política dos gabinetes…

    O QUE É QUE O PRESIDENTE TEM A DIZER AO POVO?

    Mais valia ficar a comer bolo rei durante os 5 anos que está no cargo… A gente paga para ele ficar calado… Ao menos não destraí meio Portugal das coisas que verdadeiramente interessam…

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  11. 11 11  João Moreira

    A Grécia que tem condições sociais melhores que as nossas está a ferro e fogo.

    Puro exagero. Há sublevações de pequenas minorias políticas em alguns centros urbanos. Tipos à escala social do Bloco, mas que ainda (ou já, depende…) usam cocktails molotov.

    Guerra em Gaza.

    Em nada relacionada com a crise financeira a que se refere.

    Fraude no sistema bancário português.

    Posta a descoberto pela crise, mas que não foi, de todo, causada por ela.

    Mega-hiper-crise na educação com maior mobilizações de sempre.

    Também isto, evidentemente, em nada se relaciona com a crise financeira global.

    E o camelo vem falar dos seus poderzinhos de Estado

    São certamente «poderzinhos» a possibilidade de se constituir em contrapeso aos desmandos das maiorias absolutas (se amanhã se quiser abolir o direito do Presidente de dissolver a AR quero ver como vai ser, caso este precedente não seja invalidado…), e o não ter de consultar mais gente para dissolver um órgão regional do que a que tem de ouvir para exercer essa prerrogativa relativamente à Assembleia que representa todos os cidadãos, conferindo à Assembleia Legislativa dos Açores um estatuto de excepção a um tempo infundado e perigoso para a unidade nacional.

    que nem os usa para intervir na ditadura da Madeira.

    Isso é a todos os títulos fabuloso. A não-utilização dos poderes legitima a sua derrogação? O seu argumento é ridículo: postulando que um poder presidencial só lhe deve ser assegurado se for para usar, então aplique-se a sua lógica ao poder de declarar guerra e fazer a paz e teremos conflitos militares em todos os mandatos presidenciais, de contrário a Assembleia bem pode retirá-lo ao Cgefe de Estado e entregá-lo ao Governo, ou a quem quiser!

    É mesmo a política dos gabinetes…

    Onde mais se haveria de fazer a política? Na rua? Já se fez, aqui há 33 anos. O povo cansou-se dela, preferiu políticos – a nossa população não é bloquista, subjuga o estético ao ético com demasiada facilidade…

    O QUE É QUE O PRESIDENTE TEM A DIZER AO POVO?

    «Portugal é um só, eu sou Presidente de todo ele, e não quero que a repartição dos poderes do Estado, garante máximo da Democracia, fique entregue à vontade discricionária da maioria parlamentar». Isto, para si, pode ser pouco importante: não é falar de couves nem de broa, mas de coisas como interdependência de poderes e soberania, que, para si, como não se comem, não são importantes. Mas que o são para qualquer que veja Portugal como uma Pátria e não como o lugar onde, casualmente, se encontra a forragem matinal.

    Mais valia ficar a comer bolo rei durante os 5 anos que está no cargo… A gente paga para ele ficar calado…

    A estupidez pseudo-urbano-superior tão cara à Esquerda: «o homem é um bronco, nem come de boca fechada, como é que pode achar que pode falar, que pode ter opiniões, que pode exercer cargos e pensar em coisas? Esteja mas é caladinho, e se for para falar que seja para ser ‘imparcial’, que é como quem diz, para dizer amén connosco. E enquanto a preocupar-se com a separação de poderes e o modo como as alterações na repartição do poder se processam, que se dane: se amanhã acordarmos e verificarmos que uma maioria absoluta tem ainda mais poder do que já hoje tem, nenhum de nós quer saber disso para nada – o que importa é ter um prato com arroz».
    E arroga-se esta Esquerda de estar contra a visão economicista do mundo…

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