Cavaco Silva foi à Madeira, aceitando que Jardim o impedisse de visitar o principal órgão de eleito da Região Autónoma (transformando o Chefe de Estado num mero visitante em pleno território nacional). Acabou a fazer rasgados elogios a um homem que recorrentemente viola as regras democráticas. Uma enfática demonstração da falta de firmeza da nossa democracia, onde o autoritarismo, a certeza da inimputabilidade e a boçalidade política são repetidamente premiados.
Por Daniel Oliveira 21 Abr 08 em Cavaco Silva, Medeira


Eu acho que quem vai à Madeira é hipnotizado pelo Sr. Jardim antes de fazer qualquer declaração pública. Primeiro Jaime Gaima, agora o “Sr. Silva”…
Estou a ver que até o Jerónimo de Sousa, na Madeira, acabaria por encontrar muito marxismo-leninismo por lá.
Assim se vê o carácter da pessoa em causa, neste caso do PR!
A crónica do MST no Expresso resume bem a coisa! Faço das palavras dele as minhas, por estas e por outras é que nunca votei neste senhor nem nunca votarei!
Eu subscrevo inteiramente o que o MST disse na sua crónica do expresso, mas também não me esqueço de um programa que ele tinha já há muitos anos na RTP em que entrevistava várias personalidades, e quando chegou a vez do Jardim tudo se passou entre sorrisos e elogios.
Claro que a si convém achar que Jardim impediu. Você nunca votou em Cavaco nem nunca votará faça ele o que fizer. Para si e outros como você e o Sr. Anacleto, Cavaco será sempre preso quer tenha cão ou não. Vocês não são isentos, mas gostam de apregoar que o são.
Quanto aos rasgados elogios, fê-los a um homem com obra feita e que não é nenhum criminoso. Fê-los da mesma maneira que Jaime Gama fez, que um dia chamou Bokassa a Jardim. Ao contrário, gentes do BE fazem ou fizeram elogios a qualquer criminoso desde que seja anti-americano. E aqui arranjam sempre uma desculpa, o tal “mas”, para as sistemáticas violações às regras democráticas.
Subscrevo. Foi simplesmente lamentável a figura que o PR fez nesta sua visita à Madeira! O senhor Alberto João Jardim ficou com as mãos livres para repetir as suas atoardas.
Então mas a democracia não é isto mesmo? Aceitar a estupidez de qualquer um para não interferir com a sua liberdade de opinião?