Que raciocínio mais enviesado o de esses jovens populares… o salário mínimo impede alguém de trabalhar??? Pensava que impedia era a exploração dos trabalhadores através da aplicação de salários desumanos…..
Se é porque se trabalha é porque se sai caro; se se vive à custa do fundo de desemprego é porque se é subsidio-dependente.
O pessoal deve ser solidário, mas estúpido tenho as minhas dúvidas. Então se não me pagam de forma justa o meu trabalho e posso ganhar o mesmo ficando em casa ou passeando pelo El corte inglês vou arrastar a tamanca?
Tenho uma dúvida… que é que tem de mal o raciocínio da JP? O que eles dizem não é novo. Está estudado isso. Um pequeno desenho com curvas de oferta e procura mostra isso.
“Não nos assusta o tradicional receio/argumento de que sem o salário mínimo as empresas irão pagar ainda menos”, refere o comunicado, sublinhando que “o paradigma da competitividade baseada nos baixos salários já mudou”.
Então se o paradigma já mudou, qual é o problema?
Não mudou, não. A J do CDS sempre ao lado do patronato, claro.
As teorias da extrema esquerda sobre economia têm sido sempre um verdadeiro desastre.
São bem intencionadas, mas simplistas e contraproducentes.
O Chávez, esse grande democrata segundo o Arrastão, decidiu fixar o preço do leite.
É simples. O povo precisa leite barato. Fácil. Fixa-se o preço do leite. Efeito na prática - prateleiras vazias (ninguém quer vender leite com prejuízo).
A extrema esquerda quer melhorar a qualidade de vida dos pobres. Fácil. Aumentam-se os salários mínimos.
Efeito - há pessoas que vão ficar de fora do mercado de trabalho apesar de estarem dispostas a trabalhar abaixo do salário mínimo e haver empresários dispostos a contratá-los mas apenas por valores abaixo do salário mínimo.
Existe uma grande diferença entre intenções e efeitos. Não bastam boas intenções para pôr uma economia a funcionar.
Que ideia brilhante: chegar à prosperidade pela via da escravatura!! E se fossem para a raio que lhes parta agora pela altura do natal!!! As elites económicas deste país são feudais. Por vezes são piores, muito piores, do que os sindicatos.
JEM, há salário minimo na esmagadora maioria dos países europeus. Tudo dominado pela extrema-esquerda, suponho. Mas é capaz de ser verdade. Nos tempos que correm, a mais moderada das social-democracias é de extrema-esquerda.
GM: está estudado o quê? Então explique-me lá qual é o milagre que permite que os países escandinavos estejam economicamente tão saudáveis, quando todas estas teses inabaláveis não vingam. Suponho que as curvas deixam de funcionar com temperaturas muito baixas.
Esta mania de querer transforma ideologia em ciência…
«Aumentam-se os salários mínimos.
Efeito - há pessoas que vão ficar de fora do mercado de trabalho apesar de estarem dispostas a trabalhar abaixo do salário mínimo e haver empresários dispostos a contratá-los mas apenas por valores abaixo do salário mínimo.»
Se as pessoas anseiam assim tanto por salários mais baixos, podem sempre emigrar para um país onde recebam, à fartazana, esses salários - e essa qualidade de vida necessariamente inferior.
Mas, é claro que, ninguém é idiota ao ponto de emigrar para um país com piores salários… Enfim.
Daniel Oliveira, a Suécia, a Finlândia, a Islândia, a República Checa e a Eslovénia (que já nos ultrapassaram), por ex, não têm salários mínimos.
Pelos vistos os milagres não vem daí.
E, já agora, não sou eu que estou a transformar ideologia em ciência. Eu não estava a tecer juízos de valor a favor ou contra o SMN. Estava apenas a falar de ciência económica.
Seven EU member states have no national
statutory minimum wage.
The Scandinavian countries – Denmark, Sweden and Finland – as well as Germany, Austria, Italy and
Cyprus rely on collective agreements alone
to ensure minimum wage protection.
Eu fico espantada com as declarações patronais.Apresentam-se na maior parte das vezes como empresários de vistas largas,competentes,inovadores,conhecedores do clima no qual os trabalhadores motivados aumentam a produtividade.Depois aparecem a fazer estas tristes figuras,que não podem pagar estes ordenados,que se calhar vão empresas á falencia,que precisam de apoios do estado.Mas que especie de empresários são estes?
Kilo, há países em que o subsidio de desemprego e os apoios sociais garantem à partida o próprio salário mínimo (ninguém aceita, por lógica evidente, trabalhar abaixo desses valores) e os salários praticados não justificam a existência de salário mínimo.
É ao contrário!Os baixos salários a M/L prazo levam as empresas para a falência.Não inovam,não investem no trabalhador convencidos ( os empresários) que na empresa ao lado tudo está na mesma. Mas não, na empresa ao lado estão a desenvolver um produto que vai substituir o deles!
Só não é assim se tivermos um “condicionamento industrial “á Salazar”!
Os salários baixos é sinónimo de miséria! E não é preciso ser de esquerda.Basta estar atento!
Eu subscrevo o Nuno Barata.
Ainda por cima, no «sítio do pica-pau amarelo» de onde emite, a coisa - soube-se neste 18 de Dezembro - é de : 444 Euros. Ali, na Baía do Limpôpo !
a República Checa e a Eslovénia tem salários mínimos (EUROSTAT). Na Eslovénia até ja passou os 500 euros. E porque não falar do Luxemburgo, Reino Unido, Irlanda (esse exemmplo de sempre)?
E que tal se em vez de salário mínimo houvesse um rendimento universal (podia chamar-se «dividendo do cidadão» ou «salário do cidadão») pago a todos, empregados ou desempregados, ricos ou pobres?
Mas com um grande «mas»: esse rendimento, tal como todas as prestações sociais, contaria para efeitos de IRS; e este tornar-se-ia muito mais progressional do que é hoje.
Penso que isto iria ao encontro das preocupações manifestadas pelos meninos da JP, pelo menos se estas são as que eles dizem que são.
sei que a afirmação da JP parece estaparfudia para mentes de pensamento linear. Mas com um bocado de esforço os Danieis Oliveiras aqui do burgo talvez percebam. Porque será que os empresários não empregam toda a gente pelo salário minimo,previsto na lei?
agora algo ainda mais rebuscado.
O que aconteceria ao desemprego se o estado elevasse o salário minimo para o valor do luxemburgo? pronto, agora o texto da JP já não parece assim tão incompreensivel, pois não?
já agora caro Daniel vê lá se não me censuras mais esta posta, senão já vai na 3ª ccensurada.
A JP limitou-se a descrever uma teoria económica e um corolário primários e mais que provados.
Sempre que há intromissão no livre estabelecimento de preços de um determinado bem ou serviço existe obrigatoriamente uma perda de bem estar social. Esse bem estar (perdido) é repartido por fornecedor e cliente.
Era bem interessante alguns dos leitores do arrastão (e se calhar o Daniel) pegarem num livro de economia e lerem os dois primeiros capítulos - não vos quero cansar. Um livro qualquer de ciencia económica.
Se aquilo vos parecer errado, porque a matemática não bate ou as premissas não são aceitáveis por favor desenvolvam e provem uma teoria melhor.
E se no fim do dia virem que é possível vender o pão a metade do preço pagando salários mais generosos que o mercado por favor ensinem-nos como se faz.
migpt, acontece que o salário minimo não está ao nivel do luxemburgo, mas ao nível minimo de subsistência em Portugal. E essa pequena diferença faz toda a diferença.
E já agora, não há nada mais linear e básico que a economia resumida à lei da oferta e da procura. Como qualquer economista lhe pode explicar, as coisas são um pouco mais complexas.
Mas então, voltando ao pensamento linear do Daniel Oliveira, para acabar com a pobreza e os salários de miséria:
- Aumentar o salário minimo para 1.500 Euros
- Obrigar as empresas a pagar um décimo quinto mês
- Regular todos os preços existentes no mercado, obrigando as empresas a baixar até ao preço de custo
- Mandar o banco central imprimir notas e distibuir pelos mais carenciados.
Prontos, aqui está o meu contributo para acabar com todos os problemas de pobreza.
Há coisas fantásticas, não há?
Depois de ler os argumentos contra o SMN,mais razão tenho para pensar que não é por causa dos ditames de Bruxelas ou do PEC,temos sempre que encontrar um bode expiatório,que o nosso País está a ficar para trás em relação aos 27 é por nossa causa e de mais ninguem.
Salários minimos à parte, enquanto tivermos esta lei laboral,que asfixia as empresas e impede o desenvolvimento de um mercado de trabalho,não há nada a fazer.
Eu acho que as pessoas que não conseguem sentir piedade pelos pobres são sociopatas.
Quando tinha 20 anos fui durante uns meses militante da JC (por ser anti-comunista). A JC de Cavaleito Ferreira não era a organização sinistra que é hoje a JP. Mas saí a correr, depois de constatar que a JC era uma organização de arrivistas esfomeados e de desgraçados, sem coluna vertebral nem ideologia.
O que é que se há-de dizer mais sobre esta Jota homofóbica cujos dirigentes são gay?
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Não foi o presidente destes jotinhas que descobriu o terrível terrorista de 4 anos Bernardino Soares?
Que raciocínio mais enviesado o de esses jovens populares… o salário mínimo impede alguém de trabalhar??? Pensava que impedia era a exploração dos trabalhadores através da aplicação de salários desumanos…..
O Salário Mínimo é desumano.
Se é porque se trabalha é porque se sai caro; se se vive à custa do fundo de desemprego é porque se é subsidio-dependente.
O pessoal deve ser solidário, mas estúpido tenho as minhas dúvidas. Então se não me pagam de forma justa o meu trabalho e posso ganhar o mesmo ficando em casa ou passeando pelo El corte inglês vou arrastar a tamanca?
Tenho uma dúvida… que é que tem de mal o raciocínio da JP? O que eles dizem não é novo. Está estudado isso. Um pequeno desenho com curvas de oferta e procura mostra isso.
e porque quase todos os gasolineiros foram despedidos e hoje em dia quase só há pontos de venda automáticos?
porque continuam a fechar muitas fábricas de texteis?
…pois é.
“Não nos assusta o tradicional receio/argumento de que sem o salário mínimo as empresas irão pagar ainda menos”, refere o comunicado, sublinhando que “o paradigma da competitividade baseada nos baixos salários já mudou”.
Então se o paradigma já mudou, qual é o problema?
Não mudou, não. A J do CDS sempre ao lado do patronato, claro.
As teorias da extrema esquerda sobre economia têm sido sempre um verdadeiro desastre.
São bem intencionadas, mas simplistas e contraproducentes.
O Chávez, esse grande democrata segundo o Arrastão, decidiu fixar o preço do leite.
É simples. O povo precisa leite barato. Fácil. Fixa-se o preço do leite. Efeito na prática - prateleiras vazias (ninguém quer vender leite com prejuízo).
A extrema esquerda quer melhorar a qualidade de vida dos pobres. Fácil. Aumentam-se os salários mínimos.
Efeito - há pessoas que vão ficar de fora do mercado de trabalho apesar de estarem dispostas a trabalhar abaixo do salário mínimo e haver empresários dispostos a contratá-los mas apenas por valores abaixo do salário mínimo.
Existe uma grande diferença entre intenções e efeitos. Não bastam boas intenções para pôr uma economia a funcionar.
Que ideia brilhante: chegar à prosperidade pela via da escravatura!! E se fossem para a raio que lhes parta agora pela altura do natal!!! As elites económicas deste país são feudais. Por vezes são piores, muito piores, do que os sindicatos.
Depois de ler isto, até me deu vontade de vomitar!
JEM, há salário minimo na esmagadora maioria dos países europeus. Tudo dominado pela extrema-esquerda, suponho. Mas é capaz de ser verdade. Nos tempos que correm, a mais moderada das social-democracias é de extrema-esquerda.
GM: está estudado o quê? Então explique-me lá qual é o milagre que permite que os países escandinavos estejam economicamente tão saudáveis, quando todas estas teses inabaláveis não vingam. Suponho que as curvas deixam de funcionar com temperaturas muito baixas.
Esta mania de querer transforma ideologia em ciência…
«Aumentam-se os salários mínimos.
Efeito - há pessoas que vão ficar de fora do mercado de trabalho apesar de estarem dispostas a trabalhar abaixo do salário mínimo e haver empresários dispostos a contratá-los mas apenas por valores abaixo do salário mínimo.»
Se as pessoas anseiam assim tanto por salários mais baixos, podem sempre emigrar para um país onde recebam, à fartazana, esses salários - e essa qualidade de vida necessariamente inferior.
Mas, é claro que, ninguém é idiota ao ponto de emigrar para um país com piores salários… Enfim.
Daniel Oliveira, a Suécia, a Finlândia, a Islândia, a República Checa e a Eslovénia (que já nos ultrapassaram), por ex, não têm salários mínimos.
Pelos vistos os milagres não vem daí.
E, já agora, não sou eu que estou a transformar ideologia em ciência. Eu não estava a tecer juízos de valor a favor ou contra o SMN. Estava apenas a falar de ciência económica.
Algum desses tipos da P que P já vergou a mola na vida?
Seven EU member states have no national
statutory minimum wage.
The Scandinavian countries – Denmark, Sweden and Finland – as well as Germany, Austria, Italy and
Cyprus rely on collective agreements alone
to ensure minimum wage protection.
Eu fico espantada com as declarações patronais.Apresentam-se na maior parte das vezes como empresários de vistas largas,competentes,inovadores,conhecedores do clima no qual os trabalhadores motivados aumentam a produtividade.Depois aparecem a fazer estas tristes figuras,que não podem pagar estes ordenados,que se calhar vão empresas á falencia,que precisam de apoios do estado.Mas que especie de empresários são estes?
Kilo, há países em que o subsidio de desemprego e os apoios sociais garantem à partida o próprio salário mínimo (ninguém aceita, por lógica evidente, trabalhar abaixo desses valores) e os salários praticados não justificam a existência de salário mínimo.
É ao contrário!Os baixos salários a M/L prazo levam as empresas para a falência.Não inovam,não investem no trabalhador convencidos ( os empresários) que na empresa ao lado tudo está na mesma. Mas não, na empresa ao lado estão a desenvolver um produto que vai substituir o deles!
Só não é assim se tivermos um “condicionamento industrial “á Salazar”!
Os salários baixos é sinónimo de miséria! E não é preciso ser de esquerda.Basta estar atento!
Eu subscrevo o Nuno Barata.
Ainda por cima, no «sítio do pica-pau amarelo» de onde emite, a coisa - soube-se neste 18 de Dezembro - é de : 444 Euros. Ali, na Baía do Limpôpo !
a República Checa e a Eslovénia tem salários mínimos (EUROSTAT). Na Eslovénia até ja passou os 500 euros. E porque não falar do Luxemburgo, Reino Unido, Irlanda (esse exemmplo de sempre)?
E que tal se em vez de salário mínimo houvesse um rendimento universal (podia chamar-se «dividendo do cidadão» ou «salário do cidadão») pago a todos, empregados ou desempregados, ricos ou pobres?
Mas com um grande «mas»: esse rendimento, tal como todas as prestações sociais, contaria para efeitos de IRS; e este tornar-se-ia muito mais progressional do que é hoje.
Penso que isto iria ao encontro das preocupações manifestadas pelos meninos da JP, pelo menos se estas são as que eles dizem que são.
sei que a afirmação da JP parece estaparfudia para mentes de pensamento linear. Mas com um bocado de esforço os Danieis Oliveiras aqui do burgo talvez percebam. Porque será que os empresários não empregam toda a gente pelo salário minimo,previsto na lei?
agora algo ainda mais rebuscado.
O que aconteceria ao desemprego se o estado elevasse o salário minimo para o valor do luxemburgo? pronto, agora o texto da JP já não parece assim tão incompreensivel, pois não?
já agora caro Daniel vê lá se não me censuras mais esta posta, senão já vai na 3ª ccensurada.
A JP limitou-se a descrever uma teoria económica e um corolário primários e mais que provados.
Sempre que há intromissão no livre estabelecimento de preços de um determinado bem ou serviço existe obrigatoriamente uma perda de bem estar social. Esse bem estar (perdido) é repartido por fornecedor e cliente.
Era bem interessante alguns dos leitores do arrastão (e se calhar o Daniel) pegarem num livro de economia e lerem os dois primeiros capítulos - não vos quero cansar. Um livro qualquer de ciencia económica.
Se aquilo vos parecer errado, porque a matemática não bate ou as premissas não são aceitáveis por favor desenvolvam e provem uma teoria melhor.
E se no fim do dia virem que é possível vender o pão a metade do preço pagando salários mais generosos que o mercado por favor ensinem-nos como se faz.
migpt, acontece que o salário minimo não está ao nivel do luxemburgo, mas ao nível minimo de subsistência em Portugal. E essa pequena diferença faz toda a diferença.
E já agora, não há nada mais linear e básico que a economia resumida à lei da oferta e da procura. Como qualquer economista lhe pode explicar, as coisas são um pouco mais complexas.
Não lhe censurei coisa nenhuma.
há muito tempo que não me ria desta maneira, e eu sou fã de boa/má comédia…
Gostava de ver estes meninos a (sobre)viverem com um salário mínimo… acho que mudariam de opinião muito rapidamente…
Mas então, voltando ao pensamento linear do Daniel Oliveira, para acabar com a pobreza e os salários de miséria:
- Aumentar o salário minimo para 1.500 Euros
- Obrigar as empresas a pagar um décimo quinto mês
- Regular todos os preços existentes no mercado, obrigando as empresas a baixar até ao preço de custo
- Mandar o banco central imprimir notas e distibuir pelos mais carenciados.
Prontos, aqui está o meu contributo para acabar com todos os problemas de pobreza.
Há coisas fantásticas, não há?
Depois de ler os argumentos contra o SMN,mais razão tenho para pensar que não é por causa dos ditames de Bruxelas ou do PEC,temos sempre que encontrar um bode expiatório,que o nosso País está a ficar para trás em relação aos 27 é por nossa causa e de mais ninguem.
Ao primeiro “jovem popular”que já trabalhou, caiu um braço. Mas, se repararem bem, não há por lá qualquer maneta…
Salários minimos à parte, enquanto tivermos esta lei laboral,que asfixia as empresas e impede o desenvolvimento de um mercado de trabalho,não há nada a fazer.
Eu acho que as pessoas que não conseguem sentir piedade pelos pobres são sociopatas.
Quando tinha 20 anos fui durante uns meses militante da JC (por ser anti-comunista). A JC de Cavaleito Ferreira não era a organização sinistra que é hoje a JP. Mas saí a correr, depois de constatar que a JC era uma organização de arrivistas esfomeados e de desgraçados, sem coluna vertebral nem ideologia.
O que é que se há-de dizer mais sobre esta Jota homofóbica cujos dirigentes são gay?