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	<title>Comentários em: Tenho 426 argumentos</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-34813</link>
		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 00:17:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] mundo da juventude “popular”, A vida perturba normal funcionamento do mercado de trabalho e Tenho 426 argumentos, : Os liberais e o Salário [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] mundo da juventude “popular”, A vida perturba normal funcionamento do mercado de trabalho e Tenho 426 argumentos, : Os liberais e o Salário [...]</p>
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		<title>Por: kosamet</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23397</link>
		<dc:creator>kosamet</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 14:44:14 +0000</pubDate>
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		<description>A falta de produtividade pode em parte sem duvida ser atribuida aos patrões que como Portugueses que são tem pouca formação,a pouca qualificação dos trabalhadores tb contribui.
Há milhares de empresas que sobreviveram ao longo destes anos através dos subsidios e principalmente da fuga ao fisco, essa festa acabou.
Como já disse aqui outras vezes, a falta de qualificação de patrões e empregados vai inevitávelmente empurrar-nos para longos anos de desemprego nos dois digitos, que só não existe ainda devido aos cerca de um milhão de Portugueses que imigraram nos últimos quinze anos.E não há nada que NENHUM governo possa fazer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de produtividade pode em parte sem duvida ser atribuida aos patrões que como Portugueses que são tem pouca formação,a pouca qualificação dos trabalhadores tb contribui.<br />
Há milhares de empresas que sobreviveram ao longo destes anos através dos subsidios e principalmente da fuga ao fisco, essa festa acabou.<br />
Como já disse aqui outras vezes, a falta de qualificação de patrões e empregados vai inevitávelmente empurrar-nos para longos anos de desemprego nos dois digitos, que só não existe ainda devido aos cerca de um milhão de Portugueses que imigraram nos últimos quinze anos.E não há nada que NENHUM governo possa fazer.</p>
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		<title>Por: Stran</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23396</link>
		<dc:creator>Stran</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 10:44:04 +0000</pubDate>
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		<description>Mocho,

No Caso da Alemanha, eles têm um sistema de apoio social bem melhor do que o nosso. Além desse facto o argumento que tu deste não é contra um SMN, mas uma forma um pouco diferente de negociar o salário. Infelizmente não podemos comparar o peso que os sindicatos têm na gestão de uma empresa na Alemanha e o peso dos sindicatos têm em Portugal, assim como os seus papéis. Em Portugal só encontro algo comparável no caso da Autoeuropa, onde os sindicatos são um asset para a gestão. É um caso exemplar e que deveria ser mais divulgado.

GPN,

Estás a olhar apenas para um lado da questão, pois se os salários diminuem o poder de compra diminui, pelo que neste cenário também levaria à falência de empresas. Não se pode ter uma visão tão simplista da questão.
Além de que o aumento ou diminuição dos salários é irrelevante se analisada isoladamente como é fácil de entender. Um dos aspectos mais importantes é saber se o poder de compra aumenta ou diminui com a proposta da JP.

Outro aspecto que foi referido é a produtividade. Esta é mais uma palavra que entrou na moda e que é utilizada levianamente (como o deficit).
A produtividade está dependente de muitos factores, muitos deles não directamente relacionados com os trabalhadores. Imaginemos que que a produtividade é medida em valor (produto/nº horas de trabalho). É natural que a nossa produtividade seja inferior ao de paises mas desenvolvidos pois apostam em produtos de valor acrescentado. Por exemplo se um trabalhador fizer um sapato numa hora cujo valor é de 30 Eur é menos produtivo que um um trabalhador italiano que faz um sapato em 2 horas mas cujo valor é de 90 Eur!
Por outro lado se for em quantidade esse indicador é muito insuficiente, pois como qualquer pessoa consegue compreender, um sapato só tem valor se for vendido!!!

Este é o grande problema de Portugal a ser debatido, a criação de valor, que é mais abrangente do que um mero indicador de produtividade.

Já agora um reparo, outro problema que existe em Portugal é que ganhos de produtividade não são repercutidos nem no cliente, nem no trabalhador. Ficam no bolso dos accionistas e dos gestores de topo. Um bom exemplo é o do BCP, cuja disparidade de valores de ordenados é criminoso e que tem apenas dois responsáveis a administração e os sindicatos!

Pessoalmente, em vez de se falar de SMN (da sua existência ou não) sugiro que a JP fale de um outro assunto: Tecto máximo salarial.
Por cá ainda não se discute mas prevejo* que daqui a uns anos se comece a falar.

*P.S. Esta previsão deve-se ao simples facto de esta temática estar a ser discutida na Alemanha, pelo que, como é costume só daqui a uns anos é que tal discussão chegará cá</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mocho,</p>
<p>No Caso da Alemanha, eles têm um sistema de apoio social bem melhor do que o nosso. Além desse facto o argumento que tu deste não é contra um SMN, mas uma forma um pouco diferente de negociar o salário. Infelizmente não podemos comparar o peso que os sindicatos têm na gestão de uma empresa na Alemanha e o peso dos sindicatos têm em Portugal, assim como os seus papéis. Em Portugal só encontro algo comparável no caso da Autoeuropa, onde os sindicatos são um asset para a gestão. É um caso exemplar e que deveria ser mais divulgado.</p>
<p>GPN,</p>
<p>Estás a olhar apenas para um lado da questão, pois se os salários diminuem o poder de compra diminui, pelo que neste cenário também levaria à falência de empresas. Não se pode ter uma visão tão simplista da questão.<br />
Além de que o aumento ou diminuição dos salários é irrelevante se analisada isoladamente como é fácil de entender. Um dos aspectos mais importantes é saber se o poder de compra aumenta ou diminui com a proposta da JP.</p>
<p>Outro aspecto que foi referido é a produtividade. Esta é mais uma palavra que entrou na moda e que é utilizada levianamente (como o deficit).<br />
A produtividade está dependente de muitos factores, muitos deles não directamente relacionados com os trabalhadores. Imaginemos que que a produtividade é medida em valor (produto/nº horas de trabalho). É natural que a nossa produtividade seja inferior ao de paises mas desenvolvidos pois apostam em produtos de valor acrescentado. Por exemplo se um trabalhador fizer um sapato numa hora cujo valor é de 30 Eur é menos produtivo que um um trabalhador italiano que faz um sapato em 2 horas mas cujo valor é de 90 Eur!<br />
Por outro lado se for em quantidade esse indicador é muito insuficiente, pois como qualquer pessoa consegue compreender, um sapato só tem valor se for vendido!!!</p>
<p>Este é o grande problema de Portugal a ser debatido, a criação de valor, que é mais abrangente do que um mero indicador de produtividade.</p>
<p>Já agora um reparo, outro problema que existe em Portugal é que ganhos de produtividade não são repercutidos nem no cliente, nem no trabalhador. Ficam no bolso dos accionistas e dos gestores de topo. Um bom exemplo é o do BCP, cuja disparidade de valores de ordenados é criminoso e que tem apenas dois responsáveis a administração e os sindicatos!</p>
<p>Pessoalmente, em vez de se falar de SMN (da sua existência ou não) sugiro que a JP fale de um outro assunto: Tecto máximo salarial.<br />
Por cá ainda não se discute mas prevejo* que daqui a uns anos se comece a falar.</p>
<p>*P.S. Esta previsão deve-se ao simples facto de esta temática estar a ser discutida na Alemanha, pelo que, como é costume só daqui a uns anos é que tal discussão chegará cá</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Os custos económicos e sociais do salário mínimo (2)</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23395</link>
		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Os custos económicos e sociais do salário mínimo (2)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 09:18:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] resposta ao desafio lançado pelo Daniel Oliveira deixo aqui um estudo cujas conclusões são semelhantes às que aqui haviam sido adiantadas pelo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] resposta ao desafio lançado pelo Daniel Oliveira deixo aqui um estudo cujas conclusões são semelhantes às que aqui haviam sido adiantadas pelo [...]</p>
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		<title>Por: Mocho Vigilante</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23394</link>
		<dc:creator>Mocho Vigilante</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 00:53:44 +0000</pubDate>
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		<description>O argumento da JP não é tão descabido assim.

Existem diversos países onde não existe um salário mínimo nacional, como a Alemanha e a Suécia. Os salários são fixados a nível do sector por via de convenção colectiva e depois alargados às empresas não signatárias por via do mecanismo da extensão.

Por outro lado, o salário mínimo excessivamente elevado dificulta a criação de emprego, protegendo excessivamente os que se encontram com contrato de trabalho e dificultando ainda mais a procura de emprego a quem não o tem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O argumento da JP não é tão descabido assim.</p>
<p>Existem diversos países onde não existe um salário mínimo nacional, como a Alemanha e a Suécia. Os salários são fixados a nível do sector por via de convenção colectiva e depois alargados às empresas não signatárias por via do mecanismo da extensão.</p>
<p>Por outro lado, o salário mínimo excessivamente elevado dificulta a criação de emprego, protegendo excessivamente os que se encontram com contrato de trabalho e dificultando ainda mais a procura de emprego a quem não o tem.</p>
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		<title>Por: A destreza das dúvidas :: Serviço Público :: December :: 2007</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23393</link>
		<dc:creator>A destreza das dúvidas :: Serviço Público :: December :: 2007</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 20:03:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Daniel Oliveira pede que lhe indiquem estudos científicos sérios que estimem, para Portugal, o impacto que o salário mínimo tem no desemprego. Vou-lhe indicar dois artigos publicados nas melhores revistas de ci&#234;ncia económica da Europa: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Daniel Oliveira pede que lhe indiquem estudos científicos sérios que estimem, para Portugal, o impacto que o salário mínimo tem no desemprego. Vou-lhe indicar dois artigos publicados nas melhores revistas de ci&ecirc;ncia económica da Europa: [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23392</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 18:53:59 +0000</pubDate>
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		<description>A questão é a produtividade!E a produtividade depende bem mais dos gestores do que dos trabalhadores!Pergunta-se aqui se o SMN podia ser 1000 Euros.Não ,não pode! Mas há países onde pode! Logo a questão é que o salário depende de muitos factores a maioria dos quais não atribuíveis ao trabalhador!

E com salários de miséria como sempre temos tido porque é que não avançamos?Porque é que as nossas empresas não são competitivas?

Deve ser porque os nossos empresários são beneméritos e fazem o favor de oferecer trabalho!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão é a produtividade!E a produtividade depende bem mais dos gestores do que dos trabalhadores!Pergunta-se aqui se o SMN podia ser 1000 Euros.Não ,não pode! Mas há países onde pode! Logo a questão é que o salário depende de muitos factores a maioria dos quais não atribuíveis ao trabalhador!</p>
<p>E com salários de miséria como sempre temos tido porque é que não avançamos?Porque é que as nossas empresas não são competitivas?</p>
<p>Deve ser porque os nossos empresários são beneméritos e fazem o favor de oferecer trabalho!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: kosamet</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23391</link>
		<dc:creator>kosamet</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:34:22 +0000</pubDate>
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		<description>Nos EUA não hà salário minimo. Há um preço minimo por hora de trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA não hà salário minimo. Há um preço minimo por hora de trabalho.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: gpn</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23390</link>
		<dc:creator>gpn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:32:37 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de mais, desculpe o meu &quot;português&quot; do ultimo texto.

kosamet, falar de produtividade?! Agora é que estragou a conversa toda..Isso não interessa nada...O importante é que os salários subam...já agora mais formações pagas pelos &quot;capitalistas&quot;... Depois a estrutura de custos aumenta, há empresas na falência mas não se preocupe que a culpa e desses mesmos capitalistas...
capitalistas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, desculpe o meu &#8220;português&#8221; do ultimo texto.</p>
<p>kosamet, falar de produtividade?! Agora é que estragou a conversa toda..Isso não interessa nada&#8230;O importante é que os salários subam&#8230;já agora mais formações pagas pelos &#8220;capitalistas&#8221;&#8230; Depois a estrutura de custos aumenta, há empresas na falência mas não se preocupe que a culpa e desses mesmos capitalistas&#8230;<br />
capitalistas&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/cds/tenho-425-argumentos/comment-page-1/#comment-23389</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:29:29 +0000</pubDate>
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		<description>gpn, saberá que a esmagadora maioría dos países da OCDE têm salário mínimo? Que nos EUA há salário mínimo. Mas claro que isto são países com economias desgraçadas.

Suponho que defende, para não se imporem custos, o fim dos impostos, o fim das leis ambientais, o fim das ferias, do subsídio de férias. Ou seja, voltarmos ao século XIX, tempo em que, como se sabe, vivíamos todos muito melhor.  O Estado Social, o salário mínimo e os direitos laborais é que destruiram isto tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gpn, saberá que a esmagadora maioría dos países da OCDE têm salário mínimo? Que nos EUA há salário mínimo. Mas claro que isto são países com economias desgraçadas.</p>
<p>Suponho que defende, para não se imporem custos, o fim dos impostos, o fim das leis ambientais, o fim das ferias, do subsídio de férias. Ou seja, voltarmos ao século XIX, tempo em que, como se sabe, vivíamos todos muito melhor.  O Estado Social, o salário mínimo e os direitos laborais é que destruiram isto tudo.</p>
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