A investigação foi despoletado por conversas telefónicas, alegadamente interceptadas pela PJ, entre o ex-ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, e o ex-director financeiro do CDS-PP, Abel Pinheiro, no âmbito do inquérito-crime “Portucale”. O Ministério Público ordenou a separação processual, abrindo então um novo inquérito para os submarinos.
Fonte ligada ao processo disse que a Escom do Reino Unido (o GES tem outras empresas com o mesmo nome sedeadas nas Ilhas Virgens Britânicas e em Portugal) poderá ter transferido parte dos 24 milhões de euros para escritórios de advogados, empresas ligadas a tecnologias de ponta e à investigação, ao ramo automóvel e ao sector da construção civil.
Por Daniel Oliveira 9 Jul 07 em CDS


eh, eu via a roupa de talhe a cair tan ben que me dei a dezer comigo, hey, aquilo pode ser só fibra de sobreiro, sem mescla de submarino tamém…
Violação do segredo de justiça tendo como fim, sem dúvida, prejudicar a investigação.
Crime. Puna-se.
Pelo que me é dado ler,
o “impoluto” Paulinho parece ter rabos de palha.
Tantas pedras tem atirado para os telhados dos vizinhos, que se deve ter
esquecido que o seu era de vidro.
jofer
O segredo de justiça só o é de nome. Em Portugal é um segredo que toda a gente conhece.
De acordo com Luís Lavoura.
PUNA-SE!
Será que é desta que vemos o Louçã a fazer um daqueles discursos hiperbólicos sobre o financiamento partidário, ou vai continuar caladinho?