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O Prémio Pessoa deste ano foi para Irene Pimentel, historiadora do Estado Novo e autora de trabalhos sobre a PIDE, a Mocidade Portuguesa Feminina e os judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial. Tenho o prazer de conhecer Irene Pimentel e a algumas parte do seu trabalho e fico muito satisfeito pelo merecido prémio.

Irene Pimentel também recebeu há pouco mais de uma semana o Prémio Sedas Nunes (o mais importante na área das ciências sociais), ex-aequo com o antropólogo Paulo Granjo, com quem tenho uma velha amizade e até laços familiares. À Irene Pimentel duplos parabéns. Ao Paulo, aqui, parabéns atrasados.

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Sem respostas ao post “Merecido”  

  1. 1 1  Francisco

    E se não os conhecesse nem ao seu trabalho?
    Seria imerecido?
    Já agora, porque não corrige o inqérito e reformula a pergunta
    “Concorda com a alteração da Lei Eleitoral Autárquica nos moldes que estão a ser negociados em segredo nos bastidores pelo bloco central?”
    No final é sempre uma negociata, não é???
    Mas veja bem um dos principais apoiantes dessa lei está hoje convosco na CML,

  2. 2 2  Francisco

    Aliás
    “Concorda com a alteração da Lei Eleitoral Autárquica nos moldes em que está a ser negociada, em segredo, nos bastidores, pelo bloco central?”.
    Parece-me mais correcto, uma vez que o que está a ser negociado é a lei eleitoral autárquica, dentro de certos moldes.

  3. 3 3  tric

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