
Como amigo do Pedro fico contente por ele ter sido escolhido para sub-director da Cinemateca. Como apreciador de cinema, a escolha de um “heterodoxo” agrada-me. E como cidadão satisfaz-se que o lugar não tenha sido reservado a um boy e que as simpatias políticas não tenham contado. Será bom para Cinemateca sangue novo. E alguém de fora do meio talvez acabe por ser mais consensual e pacifico. Parabéns ao Pedro. Que faça um bom trabalho.
Por Daniel Oliveira 18 Mar 08 em Cinema, Cultura


Tens amigos de direita?
Nada melhor que um “outsider” para ajudar a varrer a babugem do cinema português. A babugem refere-se a uma grande desonestidade intelectual que paira no cinema português. Há bons exemplos, mas cada vez mais há maus vícios.
http://palcopiniao.blogspot.com/search/label/C%C3%82MARA%20MUNICIPAL%20DE%20COIMBRA%20URBANISMO
DIVULGUE-SE ILEGALIDADES.
OBRIGADO!
Perdoar-me-á não ficar assim muito satisfeito com a escolha do seu amigo Pedro Mexia. Até o aprecio - embora longe dele politicamente, parece-me manter alguma independência crítica - mas uma escolha destas parece-me mais do mesmo. Porque será que, em Portugal, andam sempre os mesmos por todos os lados? Passa pela tal mobilidade social de que falava aqui no outro dia. Cruzam-se por todos os lugares de cronista e comentadores e pelos cargos todos onde alguns até aproveitam para ir dizendo mal do Estado. Espero que Mexia não comece por aqui esse hábito de abichar sinecuras.
Subscrevo, os boys carregam sempre a poeira dos seus padrinhos, a perspectiva de respirar ar puro é sempre de salutar.
Boa escolha. O Mexia faz mexer o meio, politicamente incorrecto.
Cuidado Daniel.
Eu, ao contrário de muitos, não tenho problema nenhum que para certos cargos ( públicos e em empresas privadas ) se escolham pessoas de confiança de quem decide política ou empresarialmente.
Mas para quem grita quando os boys não são de sua conveniência arrisca-se…
Eu diria : parabéns Pedro Mexia. Faça o seu trabalho. No fim cá estaremos para ver se foi bom ou mau e retirar as devidas consequências.
Muitos. Não escolho as minhas amizades pela cor política.
Precisava de saber o mail para onde posso enviar a denuncia de um roubo no Metro. Não de alguém de fora mas sim da própria empresa. Trata-se da nova modalidade de bilhetes. Gostava de expor a situação e enviar as provas do crime…
Não adianta chamar a policia, mas pedi o livro de reclamações já por duas vezes. Parece uma anedota!
Uma dúvida: o cargo de João Bénard da Costa é honorário-vitalicius não é?
Embora não tenha a ver com este post, fica aqui a denúncia. Daniel, podes ignorar ou se puderes, tornar a denúncia mais explicita e sarcástica. Obrigado.
“É verdade… Agora há que ter mais atenção ao andar de metro em Lisboa. Os assaltos agora já são
feitos pela própria empresa de transportes.
É inconcebível que alguém se dê ao direito de poder mandar no dinheiro do próximo sem o seu
consentimento. Na realidade é isso que se passa quando compramos um bilhete no Metro de Lisboa.
Independentemente de o novo cartão Lisboa Viva ser uma boa ideia pela sua flexibilidade e por
permitir gastar menos papel, parece-me absurdo o facto de o passageiro ficar sem escolha quanto à
compra de um pedaço de cartão descartável que contem a viagem (única mercadoria que se
pretende comprar).
Duvido que isto seja legal.
Um utilizador ocasional, um turista, alguém não informada arrisca-se a perder constantemente
€0,50 sem perceber como.
É certo que o dinheiro que nos foi retirado ilicitamente nos é devolvido caso o recibo da compra
seja apresentado em determinadas estações de Metro (poucas por sinal).
A última vez que andei de metro (dia 17 de Março de 2008) tive de ir a três estações diferentes para
me devolverem o meu dinheiro. Acontece que quando cheguei a uma das que permitem a
devolução, a bilheteira já tinha fechado e tive que arrastar o caso até ao dia seguinte.
Para meu espanto, no dia 18 de Março na estação de Metro de Alvalade (uma das “credenciadas”
para efectuar devoluções) foi-me dito pelo funcionário que não me poderia restituir o meu dinheiro
porque o cartão (“descartável” por sinal) tinha o canto inferior direito danificado.
IMPRESSIONANTE!!! Eu só queria uma viajem, que normalmente custa €0,75 e acabo por pagar
€1,25, andar a pé de estação em estação para no fim apenas perder tempo e chegar tarde ao trabalho
por ter estado a fazer a minha reclamação no Livro de Reclamações do Metro.
Já antes havia recorrido ao dito livro por ter perdido algum tempo numa fila para me devolverem o
que é meu. Agora fiquei a saber que podem nem se quer devolver o que nos retiraram ilegalmente
(pelo menos eticamente), pelo simples facto de estar ligeiramente danificado um produto fragil que
nem sequer quisemos comprar”
assinado: Miguel Silva
PS: posso enviar as imagens da prova do crime.
http://www.petitiononline.com/qd5c1029/
Miguel Silva,
o cartão dura um ano, ou até se desintegrar. Terminada a validade de um ano, os cartões não podem ser recarregados, mas os títulos ainda existentes podem continuar a ser utilizados ou serem transferidos para um novo cartão.
O cartão é recarregável, reutilizável. Dá para o Metro e para a Carris.
Carregue 10 € e tem um bónus de 0,75€, fica logo a ganhar 0,25€ e não chateia mais os senhores dos guichés nem os leitores do arrastão com vis trapaças de cem “mé” reis!
Em relação ao Mexia, gostei da escolha. Ainda bem! Que possa abrir ainda mais novos horizontes cinéfilos, a nós espectadores, e a essa muy útil instituição que, na minha opinião, tão bem tem servido a 7ª arte.
É uma boa escolha.
ok Karoglan, percebo que és de Lx e te estejas a lixar para um direito básico do qual ficam privados qualquer visitante por um dia a esta cidade.
Ok, Karoglan, já percebi que para ti apenas os lisboetas têm direitos que para mim deveriam ser básicos e de todos. Não são os miseros “cem mé reis”, é a forma como as coisas são feitas… mas é como tudo… as pessoas adaptam-se a tudo. É mais bonito escrever sobre temas mais profundos para não incomodar com mesquinhices do dia à dia de alguns centavos.
Já agora fica um comentário sobre o assunto deste post.
Parece-me bem a nomeação. Só não percebo é o porquê do cargo vitalício do sr. João Bénard da Costa.
Espero que com esta nomeação ainda tenha mais motivos para não “chorar” os meus cêntimos na deslocação através do subsolo lisboeta… (embora o meu choro não seja pelos €s, como é simples de perceber).
o gordo lamenta-se mas não dispensa um bom tacho.
neste cargo, acho que conseguirá aprender com o prícipe benárd. ou seja: agarrar-se ao lugar como se não houvesse amanhã.
Caro Miguel Silva,
estou há largos minutos a olhar para a minha caixa de comentário, vazia. A tentar escrever algo que contrariasse o seu brilhante raciocínio acima expresso. Não consigo. A sua retórica, perfeita, aliada ao facto de ter toda a razão, ética, moral e senso comum do seu lado, torna-o impossível. Penitencio-me humildemente pela minha cegueira, insensatez e, pior de tudo, residência em Lisboa! Perdoe-mas, por favor.
Humildemente,
Karoglan
Querido Karoglan
Pronto meu filho, estás perdoado.
Por vezes cai-se no erro de não pensar todas as consequências de uma regra ou lei. É normal. Errar é humano. Já podes sair do armário. Mas promete que não voltas a cair em tentação e tentas pensar melhor sobre cada tema sobre o qual resolveres “abrir a boca” com conhecimento “tão profundo” após uma investigação descuidada.
Parabéns Miguel Silva, o seu comentário é pertinente e merece ser denunciado este roubo. Quanto ao Karoglan, lamento mas perdeu por goleada.
Infelizmente aqui no Porto há também esse problema com o “andante”. Ao menos devolvem sempre o dinheiro independentemente do cartão ter algum problema.
http://br.youtube.com/watch?v=yWuBgWNMUM8
http://br.youtube.com/watch?v=mb-rJDx4hFQ