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	<title>Comentários em: Fado</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 23:37:08 +0000</pubDate>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26045</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 01:03:35 +0000</pubDate>
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		<description>sam,
Sabes como é o nunes, primeiro estranha-se, depois entranha-se. Acaba infiltrado, é fatal.
(andas no fado, cantigueiro?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sam,<br />
Sabes como é o nunes, primeiro estranha-se, depois entranha-se. Acaba infiltrado, é fatal.<br />
(andas no fado, cantigueiro?)</p>
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		<title>Por: samuel</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26048</link>
		<dc:creator>samuel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:42:08 +0000</pubDate>
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		<description>Magnífico!
O Rui Vasco Neto conseguiu "infiltrar" o nunes num comentário sobre os parabéns ao "Charmoso". O nunes vai ficar escamado! Espero que o premiado tenha alguma prova da proveniência do objecto em forma de cabeça do señor Goya...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Magnífico!<br />
O Rui Vasco Neto conseguiu &#8220;infiltrar&#8221; o nunes num comentário sobre os parabéns ao &#8220;Charmoso&#8221;. O nunes vai ficar escamado! Espero que o premiado tenha alguma prova da proveniência do objecto em forma de cabeça do señor Goya&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26050</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:19:31 +0000</pubDate>
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		<description>amigo,
Pior que atirar ao lado é não chutar. Veja o Crstiano Ronaldo e nunca as mãos lhe doam, não se assuste com ranzingas como eu. Opinar é dos poucos prazeres que vai escapando ao olho vigilante do nunes.
Abraço, claro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amigo,<br />
Pior que atirar ao lado é não chutar. Veja o Crstiano Ronaldo e nunca as mãos lhe doam, não se assuste com ranzingas como eu. Opinar é dos poucos prazeres que vai escapando ao olho vigilante do nunes.<br />
Abraço, claro.</p>
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		<title>Por: Henrique Morais</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26053</link>
		<dc:creator>Henrique Morais</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:55:26 +0000</pubDate>
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		<description>rvn
Eu percebi que quando disse para nao levar a mal, foi com essa mesma intençao. Percebi tambem que vou ter que ter mais cuidado quando me quiser expressar...Apenas quis transmitir o meu agrado pelo acontecimento, talvez, e como me consegui provar, nao o tivesse feito da melhor forma.

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>rvn<br />
Eu percebi que quando disse para nao levar a mal, foi com essa mesma intençao. Percebi tambem que vou ter que ter mais cuidado quando me quiser expressar&#8230;Apenas quis transmitir o meu agrado pelo acontecimento, talvez, e como me consegui provar, nao o tivesse feito da melhor forma.</p>
<p>Cumprimentos</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26061</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 22:11:01 +0000</pubDate>
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		<description>henrique,
Quis e quero dizer que o fado não pode ser considerado uma conquista da cultura portuguesa, pela mais elementar razão que o fado é a cultura portuguesa. A cultura portuguesa é só o fado? Claro que não, mas também não conquistou nada que não fosse parte de si, nesse hermafroditismo complexo que o mau caro vislumbrou. Consegue o meu amigo imaginar a cultura portuguesa sem o fado, ainda por conquistar? Eu não.

Pedi-lhe que não me levasse a mal por pudor de arrogância e não por salamaleque de escrita. É que é tanto o especialista de fado nos nossos dias que não me reconheço competência para vestir a pele desse lobo, que papa cordeiros como eu ao pequeno almoço de todas as análises. Não quis por isso que me confundisse, a minha intenção foi nenhuma, terá feito um zig, nada de grave, limitei-me a indicar o zag, sem remoque.

Não veja pois também grande alarde no que lhe vou dizer agora: dizer que o fado é triste é só comentar meio fado, que ele foi inventado em dois tons distintos. Os portugueses cantavam o seu sentir sem viola, só à guitarra manhosa e alaúdica, tocada para pecadores e à porta do pecado. Em dois andamentos, dos quais deriva todo o fado. O Fado Menor, para a dolência dos queixumes, e o Fado Corrido, para cantar o coração a bailhar. Todas as diminutas com quartas aumentadas nos sustenidos dos novos especialistas perdem-se neste imenso acorde natural, simples e primário, dois tons apenas, que deu início a essa cantiga com três acordes. A mesma que hoje deslumbra, (revista e melhorada, sim, mas ela própria e a de sempre,) um país que se deslumbra com pouco e aplaude sempre de pé e em delírio a novidade da moda. Porque gosta? Não, porra. Porque o fado ganhou um Goya, desta vez.

Aceite um abraço, caríssimo. E, acabando como comecei, não me leve a mal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>henrique,<br />
Quis e quero dizer que o fado não pode ser considerado uma conquista da cultura portuguesa, pela mais elementar razão que o fado é a cultura portuguesa. A cultura portuguesa é só o fado? Claro que não, mas também não conquistou nada que não fosse parte de si, nesse hermafroditismo complexo que o mau caro vislumbrou. Consegue o meu amigo imaginar a cultura portuguesa sem o fado, ainda por conquistar? Eu não.</p>
<p>Pedi-lhe que não me levasse a mal por pudor de arrogância e não por salamaleque de escrita. É que é tanto o especialista de fado nos nossos dias que não me reconheço competência para vestir a pele desse lobo, que papa cordeiros como eu ao pequeno almoço de todas as análises. Não quis por isso que me confundisse, a minha intenção foi nenhuma, terá feito um zig, nada de grave, limitei-me a indicar o zag, sem remoque.</p>
<p>Não veja pois também grande alarde no que lhe vou dizer agora: dizer que o fado é triste é só comentar meio fado, que ele foi inventado em dois tons distintos. Os portugueses cantavam o seu sentir sem viola, só à guitarra manhosa e alaúdica, tocada para pecadores e à porta do pecado. Em dois andamentos, dos quais deriva todo o fado. O Fado Menor, para a dolência dos queixumes, e o Fado Corrido, para cantar o coração a bailhar. Todas as diminutas com quartas aumentadas nos sustenidos dos novos especialistas perdem-se neste imenso acorde natural, simples e primário, dois tons apenas, que deu início a essa cantiga com três acordes. A mesma que hoje deslumbra, (revista e melhorada, sim, mas ela própria e a de sempre,) um país que se deslumbra com pouco e aplaude sempre de pé e em delírio a novidade da moda. Porque gosta? Não, porra. Porque o fado ganhou um Goya, desta vez.</p>
<p>Aceite um abraço, caríssimo. E, acabando como comecei, não me leve a mal.</p>
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	<item>
		<title>Por: António P. Neto</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26060</link>
		<dc:creator>António P. Neto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 20:38:01 +0000</pubDate>
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		<description>Fado Alexandrino:

Tal como disse um comentador por aqui, o fado de Coimbra não é mais do que o fado de Lisboa levado para Coimbra pelos estudantes. É, pelo menos, essa, a sua origem. Actualmente, dá para notar diferenças óbvias: seja pela guitarra (afinada meio-tom abaixo da de Lisboa), pelo próprio canto (exclusivo de homens, e a meu ver mais técnico) ou pela própria sonoridade, normalmente com arranjos mais complexos (o que tem uma razão de ser, já que o fado de Lisboa é &lt;b&gt;normalmente&lt;/b&gt; cantado em círculos mais populares e o de Coimbra em círculos mais eruditos). Mas não se trata de saber se um ou outro é melhor ou pior. Tanto um como outro merecem divulgação e não merecem ser marginalizados pelo facto de um vender mais. Ambos são fado, e isso é inegável. Não estamos a comparar o corridinho com a chula.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fado Alexandrino:</p>
<p>Tal como disse um comentador por aqui, o fado de Coimbra não é mais do que o fado de Lisboa levado para Coimbra pelos estudantes. É, pelo menos, essa, a sua origem. Actualmente, dá para notar diferenças óbvias: seja pela guitarra (afinada meio-tom abaixo da de Lisboa), pelo próprio canto (exclusivo de homens, e a meu ver mais técnico) ou pela própria sonoridade, normalmente com arranjos mais complexos (o que tem uma razão de ser, já que o fado de Lisboa é <b>normalmente</b> cantado em círculos mais populares e o de Coimbra em círculos mais eruditos). Mas não se trata de saber se um ou outro é melhor ou pior. Tanto um como outro merecem divulgação e não merecem ser marginalizados pelo facto de um vender mais. Ambos são fado, e isso é inegável. Não estamos a comparar o corridinho com a chula.</p>
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	<item>
		<title>Por: laura</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26059</link>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 20:10:30 +0000</pubDate>
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		<description>Ó Tric, claro, mas a DPontes é coisa bem maior que o fado.

E então se estamos “nessa onda” ouça lá em troca este fado, semi-a capella, semi jazz:
http://www.antoniozambujo.com/home.asp?zona=3&#38;template=3&#38;precedencia=0&#38;idioma=1

O que me dá gozo é um arrojo assim, tão conseguido!

Mas se quer que lhe diga, o Deus do fado não tem sempre o mesmo nome! E tem tanto da Alá como de Deus cristão… quer-me bem parecer!

Seja como for, é sempre, sim, definitivamente físico. E metafísico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Tric, claro, mas a DPontes é coisa bem maior que o fado.</p>
<p>E então se estamos “nessa onda” ouça lá em troca este fado, semi-a capella, semi jazz:<br />
<a href="http://www.antoniozambujo.com/home.asp?zona=3&amp;template=3&amp;precedencia=0&amp;idioma=1" rel="nofollow">http://www.antoniozambujo.com/home.asp?zona=3&amp;template=3&amp;precedencia=0&amp;idioma=1</a></p>
<p>O que me dá gozo é um arrojo assim, tão conseguido!</p>
<p>Mas se quer que lhe diga, o Deus do fado não tem sempre o mesmo nome! E tem tanto da Alá como de Deus cristão… quer-me bem parecer!</p>
<p>Seja como for, é sempre, sim, definitivamente físico. E metafísico.</p>
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	<item>
		<title>Por: Miguel F. Carvalho</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26058</link>
		<dc:creator>Miguel F. Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 20:04:59 +0000</pubDate>
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		<description>pena é que em Portugal essa consagração tenha sido vista apenas como se tivesse recebido um mero Globo de Ouro da SIC...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pena é que em Portugal essa consagração tenha sido vista apenas como se tivesse recebido um mero Globo de Ouro da SIC&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: laura</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26057</link>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:41:12 +0000</pubDate>
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		<description>Ora, ora , você é definitivamente 1 homem orientado!
Prova de autenticidade e bom gosto = gostar de fado.
(Lá está outro complexozito nacional, diz bem!)

Apesar de eu não gostar muito do Carlos do Carmo (não faz de todo o meu estilo) é bom saber que o distinguiram; reconhecer que fez uma ‘ponte’ importante em tempos conturbados; e saber sobretudo que lá fora se destacou o nosso género musical mais emblemático.
(Pena é que tudo isto venha por arrasto de um destaque feito, não por um português, mas por 1 espanhol…o Saura).

E tem toda a razão o Daniel quando diz que o fado de Lisboa é (actualmente) nacional. - Any problem?

Por mim, adoro fado, desde sempre!
Quanto a cantores, todos temos diferentes preferências... dividimo-nos justamente como no resto das coisas da vida (e nem sempre pelas mesmas razões).
Não gosto do Carlos do Carmo, como não gosto do João Braga. Mesmo não confundindo as dimensões, é mais por questão de voz e de forma: - são ambos monocórdicos e desinfectados, coisa que nada condiz com o fado:).

Também não alinho nada no fenómeno ‘passeio em ombros’ de Marisa, que não me comove
(é fantástico como as pessoas são sugestionáveis!).

Gostar, gostar, em vozes de agora, é de irrepetíveis como o Ferreira Rosa, o António Zambujo, a Kátia Guereiro e a Aldina Duarte.
(mais alguns outros e sem esquecer anónimos da minha predilecção, claro).

- Nada em comum naqueles exemplos?
Pouco…de facto.
Só mesmo cantarem mesmo muuuuuuuito bem!


OBS: Ó Daniel, faça lá de vez em quando uma entrada sobre fado, por favor!
- E que tal também uns links?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, ora , você é definitivamente 1 homem orientado!<br />
Prova de autenticidade e bom gosto = gostar de fado.<br />
(Lá está outro complexozito nacional, diz bem!)</p>
<p>Apesar de eu não gostar muito do Carlos do Carmo (não faz de todo o meu estilo) é bom saber que o distinguiram; reconhecer que fez uma ‘ponte’ importante em tempos conturbados; e saber sobretudo que lá fora se destacou o nosso género musical mais emblemático.<br />
(Pena é que tudo isto venha por arrasto de um destaque feito, não por um português, mas por 1 espanhol…o Saura).</p>
<p>E tem toda a razão o Daniel quando diz que o fado de Lisboa é (actualmente) nacional. - Any problem?</p>
<p>Por mim, adoro fado, desde sempre!<br />
Quanto a cantores, todos temos diferentes preferências&#8230; dividimo-nos justamente como no resto das coisas da vida (e nem sempre pelas mesmas razões).<br />
Não gosto do Carlos do Carmo, como não gosto do João Braga. Mesmo não confundindo as dimensões, é mais por questão de voz e de forma: - são ambos monocórdicos e desinfectados, coisa que nada condiz com o fado:).</p>
<p>Também não alinho nada no fenómeno ‘passeio em ombros’ de Marisa, que não me comove<br />
(é fantástico como as pessoas são sugestionáveis!).</p>
<p>Gostar, gostar, em vozes de agora, é de irrepetíveis como o Ferreira Rosa, o António Zambujo, a Kátia Guereiro e a Aldina Duarte.<br />
(mais alguns outros e sem esquecer anónimos da minha predilecção, claro).</p>
<p>- Nada em comum naqueles exemplos?<br />
Pouco…de facto.<br />
Só mesmo cantarem mesmo muuuuuuuito bem!</p>
<p>OBS: Ó Daniel, faça lá de vez em quando uma entrada sobre fado, por favor!<br />
- E que tal também uns links?</p>
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	<item>
		<title>Por: Fado Alexandrino</title>
		<link>http://arrastao.org/cinema/fado/#comment-26056</link>
		<dc:creator>Fado Alexandrino</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 18:18:21 +0000</pubDate>
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		<description>Quinta do Infantado

Já sabia que não os conhecia!
Sim, posso ter ouvido qualquer coisa dele distraído, olhe dizem-me agora aqui do lado que interpretou uma vez o Avante camaradas numa festa da Atalaia.
Para o contentar vou terça-feira a Carcavelos ver se os ciganos têm lá qualquer coisa dele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta do Infantado</p>
<p>Já sabia que não os conhecia!<br />
Sim, posso ter ouvido qualquer coisa dele distraído, olhe dizem-me agora aqui do lado que interpretou uma vez o Avante camaradas numa festa da Atalaia.<br />
Para o contentar vou terça-feira a Carcavelos ver se os ciganos têm lá qualquer coisa dele.</p>
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