18 respostas to “No PSD profundo”  

  1. 1 1  Joana

    Já que estamos numa de saudosismos fascistas, mas que raio foi aquilo ontem no Prós e Contras?!
    Que a apresentadora não devia muito à inteligência, julgo que é consensual, agora que, além disso, era mal educada e prepotente…
    “Foi uma muoscaaa… que lhe mordeu!!!”

    Fátima e a mosca

    A senhora aqui até tinha a sua piada!

  2. 2 2  Voice_Of_The_Opressed

    Sem comentarios encontrei esta caixa e na verdade esta afirmação merece um “sem comentarios” de tao ridicula e conservadora que é, enfim o povo portugues nao consegue enxergar, e o pior é que tanto a esquerda como a direita em portugal sao extremamente conservadoras, sectarias e com medo, medo de tudo o que seja novo, a direita agarra-se aos valores tradicionais, a esquerda defende sistemas politico economicos do passado com maior ou menof reformismo, e senao fosse por uma ou outra individualidade dentro dos partidos estavamos numa situação muito semelhante à de italia, no fundo estao todos agarrados ao poder e aos tachos, e perder isso, valha-me o ceu poder dentro dos partidos, nas concelhias no parlamento, enquanto isso durar ha sempre quem diga viva salazar ao que eu respondo viva portugal dos pequeninos, de espirito pelo menos…

  3. 3 3  josé manuel faria

    Há muito salazarista no PSD, desde sempre.

  4. 4 4  Fado Alexandrino

    Fui lá ler a notícia, pena não terem o clip áudio para se poder fazer uma análise, uma vez que é possível que a senhora não tenha dito exactamente aquilo ou que seja retirado do contexto.
    Não era a centésima vez.
    Agora fartei-me de rir com a intervenção do senhor do PS, diz ele:

    Rui Vaz, líder dos socialistas de Macedo de Cavaleiros condena estas afirmações frisando que “só quem viveu o 25 de Abril é que pode falar dele”.

    E lá vamos ter ao problema da musica e dos 95% que não ouvem as cantorias portuguesas, penso eu de que.
    É que sendo aquilo lei, metade de Portugal deixava de falar nas conquistas de Abril e passava a falar da bola.
    Como aliás já faz.

  5. 5 5  Minhoto

    Se estivessemos no tempo do Professor Doutor Oliveira Salazar o Daniel Oliveira tinha de certo lugar garantido, o de BUFO!!!

  6. 6 6  Mouzinho

    O Salazar ao pé de algumas referências da esquerda é um santinho

  7. 7 7  Hélio Martins

    Pobre PSD… Assim não vai a lado nenhum.

  8. 8 8  Dinis

    Olá! Soube desse impropério como?
    É só para tirar dúvidas…

  9. 9 9  Daniel Oliveira

    Através de um comentário seu deixado aqui no Arrastão. Devia ter linkado o comentário?

  10. 10 10  Dinis

    Não, claro que não! Era só para saber…coisas da blogosfera..Cumprimentos!

  11. 11 11  Nuno

    O importante de ser dito, disse-o o Voice_Of_The_Opressed. Concordo em absoluto! Os portugueses são muito avessos à mudança do status, a tudo o que é novo, são muito conservadores em todo o espectro político! O resultado são declarações destas!

  12. 12 12  maria l

    A dama sente-se saudosista de Salazar, no que respeita à educação? Mas já teve oportunidade de matar saudades quando Manuela Ferreira Leite era ministra da educação.Qual será a razão porque apenas falam da Ferreira Leite no que se refere a Finanças e nunca como Ministra da Educação?Será que é porque nada fez que seja lembrado? Qual o motivo de tal branqueamento? Será que têm medo que se diga que era muito menos capaz do que esta?

  13. 13 13  David Fernandes

    Cruzes canhoto Daniel, isso é obsessão.

    Mas gosto da peça. Sobretudo da escrita: “confessa-se saudosista de Salazar ao afirmar peremptoriamente “se calhar em relação a esta situação, e muitas outras, precisávamos novamente do Salazar”.”

    Repare-se: “ao afirmar PEREMPTORIAMENTE”, tão peremptoriamente que começa a frase com uma CERTEZA enorme: “se calhar”.

    Eheh.

  14. 14 14  Tina

    Passam a vida a bater na mesma tecla, mas depois fazem tudo ao contrário. Portugal não estava preparado para uma democracia e os resultados estão à vista. As pessoas de idade, aquelas a quem têm tirado tudo, começam a questionar-se e a fazer comparações.Não é por mal, é apenas porque lutaram uma vida inteira para acabarem em lares horrorosos sem condições e vêm os seus netos cada vez com menos educação e a correr perigos que no tempo deles só acontecia a quem se metia em politica.

  15. 15 15  David Fernandes

    Tina, não vá por aí; isso é real de mais.

    A “coisa” hoje divide-se entre duas classes de pessoas:

    - esses de que fala e que “não percebem nada de política” porque, coitados, nem entendem o que raio andam a fazer os políticos;

    - e outros que percebem muito de política e sabem tudo, como é o caso, por exemplo, do dono deste espaço.

    Aqueles vivem num mundo real, estes vivem num mundo de ideias, em tempos chamado de utópico.

    O que hoje se diz do tempo da “outra senhora” é em grande parte uma mistificação; muitos dos actos praticados, hoje considerados horrendos, teriam justificação se fossem praticados por outra gente.

    Um exemplo:

    Otelo Saraiva de Carvalho no tempo quente foi responsável por determinados actos que em nada diferiam do que antes se fazia. Tinha a justificação da situação: um país sem constituição, um tempo de revolução. Aceitável.

    Já ninguém se questiona sobre que argumentos justificam as acções das FP-25, pelas quais foi condenado, num tempo em que já havia constituição, por exemplo.

    A mim parece-me que esses que “percebem de política” não estão nada interessados em agir para o povo; apenas em perpetuar-se; o acordo silencia. (uau que filosófico).

    Mas lá está: eu também sou daqueles lá longe que não pesca nada disto.

  16. 16 16  Henrique Morais

    De uma coisa nao duvido…antes do 25 de abril as pessoas saiam a ler da primaria. Mas basta falar em Salazar e ja tudo e miseravel. O homem tinha defeitos, mas algum coisa de bom deve ter feito nao? A empregada da minha avo com a 4 classe, dava uma liçao de escrita a muitos que por aqui passam, cheios de licenciaturas, incluindo a mim…

  17. 17 17  maria l

    Pois é Tina, as pessoas de idade devem lembrar-se é da fome e da miséria que passavam no tempo do Salazar:uma sardinha para uma família(quando havia), pés descalços e, realmente não havia lares, porque morriam sem qualquer tipo de assistência. Quanto aos netos realmente não tinham metade das preocupações:eram analfabetos e tinham como única preocupação matar a fome no momento ou sonhar que a iriam enganar com um naco de pão(caído da mesa dos poucos mais abastados) no dia se4guinte ou daí a uma semana.

  18. 18 18  David Fernandes

    “Pois é Tina, as pessoas de idade devem lembrar-se é da fome e da miséria que passavam no tempo do Salazar”

    Maria, quem lhe contou essa história? Não vê a falta de tino de semelhante raciocínio?

    Os meus avós maternos passaram por isso na infância: década de 20/30. Depois a coisa melhorou: o meu avó montou uma serrelharia. Virou capitalista como dirão alguns.

    Os paternos também passaram por isso enquanto jovens à volta da mesma época. Depois, tiveram 7 filhos, todos sãos e salvos: o meu avô era picheleiro, a minha avó era operária de uma fábrica têxtil.

    Nunca o meu pai e irmão passaram miséria.

    Como eles muitos.

    É uma estupidez generalizar a miséria como é estupidez (ou má fé) ignorar que as épocas de maiores dificuldades foram as épocas de guerra. Não creio que o Salazar tenha tido responsabilidades nisso, talvez muito pelo contrário.

    Outra estupidez é acreditar que foi o 25 de Abril que acabou com essa suposta miséria.

    Mas lá está: as pessoas REAIS sabem disso; pessoas que os políticos da treta teimam em “idiotizar”.

    Abra o olhos; o pai natal não existe mesmo.

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