
Eu adoro o meu país. Agora já sei. Se eu quiser manter um estabelecimento ilegal sem que ninguém me feche as portas, o segredo é nunca legaliza-lo. Se não existe no papel, não existe. E deste ponto de vista, quem pode contrariar estes senhores? De facto, o que nunca abriu dificilmente pode fechar. Que as nossas cabeças um pouco suínas não percebam todos os impasses existenciais com que um burocrata se depara é absolutamente normal. Não merecemos esta gente. São pérolas a porcos.
Por Daniel Oliveira 20 Dez 07 em CromosSem respostas ao post “Porcos, burocratas e outras questões filosóficas”
- 1 Pingback on 20 Dez 2007 às 20:26



Faz-me lembrar uma frase de um livro de BD de ficção Científica que li em miúdo: “Tudo o que não está previsto, não existe.”
Afinal parace que não era ficção científica…
Portanto, a ver se percebi, se eu decidir abrir um “banco” assim à Lagardère, desde que tenha o cuidado de não deixar morrer os “porcos” que por lá andem, nunca me vão encerrar o “banco”, é assim?
Eu conheço um tipo que um dia me disse: vou deixar de pagar impostos! Passou tudo para nome da mãe (que era analfabeta,) incluindo empresas.E deixou de enviar documentos,impostos,fazer negócios em seu nome…
Este tipo nunca mais foi chamado ás finanças ou a qualquer outra instituição do estado!
Como se tivesse morrido!
pode-se concluir que o risco bactereológico nunca existiu, porque não existiam porcos, porque a exploração nunca abriu!
Pelo que ouvi na TV o responsável pela exploração pediu a respectiva licença à Câmara de Alcácer há 14 anos . Por não reunir as condições mínimas para a criação de porcos, a Câmara recusou a licença, mas fez “vista grossa” a que o projecto fosse avançando e se tornasse naquilo que é hoje. Conclusão: algumas pessoas da Câmara e da DGV já se devem ter enchido de comer presunto e então tiraram o tapete ao promotor.