Admito que não dê saúde, mas ouvindo a música e vendo o videoclip, a ganza devia estar boa, devia.
“Droga, não dá saúde, não…”(mas dá para fazer músicas de m%&da…)
Há duas maneiras de ver o problema da droga.
Uma é aquela de quem já esteve nesse inferno ou de quem já teve um filho, irmão ou outro familiar muito próximo afundado no mesmo.
Outra é daqueles, poucos, felizardos a quem este drama (desculpem se a palavra incomoda) nunca tocou.
Estes podem, na sua felicidade, brincar com este vídeo.
Invejo-os e desejo-lhes a maior sorte do mundo.
Fado Alexandrino, lá está o senhor de novo com suposições. E isso é muito irritante, porque não sabe do que fala.
As pessoas não lidam todas da mesma maneira com os seus problemas.
Aliás, qualquer pessoa que saiba do que está a falar (e as restantes) acha este vídeo idiota. Ninguém aqui está a gozar com a toxicodependência (assunto que para mim não tem graça nenhuma). Estamos a gozar com o vídeo. Descontraia e não seja polícia do humor alheio.
Achar o vídeo idiota é achar que quem o faz é idiota.
Eu, que não sou lá muito culto, acho que chamar idiota aos outros é capaz de ser um bocado idiota quando afinal se trata de um acto artístico.
Nem todos têm os mesmos gostos e se assim fosse coitado do amarelo.
O mijatório de Duchamp é considerado uma peça artística, provavelmente por aquele senhor que educadamente me manda crescer, eu como já cresci até onde se pode crescer acho que foi muito inteligente em aproveitar o aforismo “mais vale cair em graça do que ser engraçado”
Quanto ao problema da droga, peço desculpa se não era o motivo do post.
Parecia.
Oh, homem o video é ridiculo. (ponto) Não é por ser sobre a droga, o cancro, a fome, a sida ou outra porra miserável qualquer. Se gosta e considera “isto” uma peça artistica, comente nesse sentido. Não chateie com lamechices fora de contexto. Porra.
Mas que ‘droga’ de vídeoclip.
3 minutos e 49 segundos de ‘bad trip’.
Uma autêntica ‘overdose’ de música pimba.
Fado Alexandrino… acredite que é possível achar que este vídeo é um gozo e ao mesmo tempo perceber e conhecer o ‘drama’ da toxicodependência. E já agora, apesar de ter passado o ano a discordar de quase tudo o que escreve neste blogue… desejo-lhe um Feliz Natal. Sinceramente.
Eu só lhe coloco uma única questão.
Porque é que o senhor se arroga o direito de dizer que o vídeo é ridículo?
Para si é, mas os outros não podem simplesmente dizer que ridículo é o senhor.
Deixe-me dar-lhe um exemplo.
Colocam-lhe na frente uma página escrita em chinês e pedem-lhe para dar a sua análise sobre o valor do que lá está escrito.
O que é que o senhor responde?
Está a ver como devemos sempre ser humildes quando julgamos compreender tudo.
O que o senhor e outros senhores podem dizer sobre o vídeo é, gosto ou não gosto.
O senhor não gosta, outros gostam.
Vai chamar-lhes idiotas, ignorantes e burros?
Caro fado alexandrino, não leu o que escrevi: se digo que o video é ridiculo, obviamente essa é apenas a minha opinião. Logo escrevo que se considera ‘aquilo’ uma peça artistica, comente nesse sentido. A sua opinião é decerto respeitável.
Confundir tudo isto com insensibilidade do autor do blog em relação ao ‘problema da droga’ é sem duvida abusivo.
E eu até gosto do amarelo…
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Mesmo para quem nunca a usou fica com vontade de dar um pezinho de dança à “pala” dela. Ou não?
Admito que não dê saúde, mas ouvindo a música e vendo o videoclip, a ganza devia estar boa, devia.
“Droga, não dá saúde, não…”(mas dá para fazer músicas de m%&da…)
O gajo quando compôs essa música não devia estar muito longe da droga.Atrevo-me a dizer,que estava a uma passa dela.
Há duas maneiras de ver o problema da droga.
Uma é aquela de quem já esteve nesse inferno ou de quem já teve um filho, irmão ou outro familiar muito próximo afundado no mesmo.
Outra é daqueles, poucos, felizardos a quem este drama (desculpem se a palavra incomoda) nunca tocou.
Estes podem, na sua felicidade, brincar com este vídeo.
Invejo-os e desejo-lhes a maior sorte do mundo.
Este Marinho, da GenteTV.com, não tem nada a ver com aquele que, depois dos fretes que fez ao Sócrates, passou agora a administrador, pois não?
Fado Alexandrino, lá está o senhor de novo com suposições. E isso é muito irritante, porque não sabe do que fala.
As pessoas não lidam todas da mesma maneira com os seus problemas.
Aliás, qualquer pessoa que saiba do que está a falar (e as restantes) acha este vídeo idiota. Ninguém aqui está a gozar com a toxicodependência (assunto que para mim não tem graça nenhuma). Estamos a gozar com o vídeo. Descontraia e não seja polícia do humor alheio.
Potente!!! O tipo precisou de muita droga para fazer uma música e um vídeo destes!
Já agora, Fado Alexandrino: cresça.
Achar o vídeo idiota é achar que quem o faz é idiota.
Eu, que não sou lá muito culto, acho que chamar idiota aos outros é capaz de ser um bocado idiota quando afinal se trata de um acto artístico.
Nem todos têm os mesmos gostos e se assim fosse coitado do amarelo.
O mijatório de Duchamp é considerado uma peça artística, provavelmente por aquele senhor que educadamente me manda crescer, eu como já cresci até onde se pode crescer acho que foi muito inteligente em aproveitar o aforismo “mais vale cair em graça do que ser engraçado”
Quanto ao problema da droga, peço desculpa se não era o motivo do post.
Parecia.
Oh, homem o video é ridiculo. (ponto) Não é por ser sobre a droga, o cancro, a fome, a sida ou outra porra miserável qualquer. Se gosta e considera “isto” uma peça artistica, comente nesse sentido. Não chateie com lamechices fora de contexto. Porra.
Mas que ‘droga’ de vídeoclip.
3 minutos e 49 segundos de ‘bad trip’.
Uma autêntica ‘overdose’ de música pimba.
Fado Alexandrino… acredite que é possível achar que este vídeo é um gozo e ao mesmo tempo perceber e conhecer o ‘drama’ da toxicodependência. E já agora, apesar de ter passado o ano a discordar de quase tudo o que escreve neste blogue… desejo-lhe um Feliz Natal. Sinceramente.
Fastio
Eu só lhe coloco uma única questão.
Porque é que o senhor se arroga o direito de dizer que o vídeo é ridículo?
Para si é, mas os outros não podem simplesmente dizer que ridículo é o senhor.
Deixe-me dar-lhe um exemplo.
Colocam-lhe na frente uma página escrita em chinês e pedem-lhe para dar a sua análise sobre o valor do que lá está escrito.
O que é que o senhor responde?
Está a ver como devemos sempre ser humildes quando julgamos compreender tudo.
O que o senhor e outros senhores podem dizer sobre o vídeo é, gosto ou não gosto.
O senhor não gosta, outros gostam.
Vai chamar-lhes idiotas, ignorantes e burros?
Esta já passou no Nuno Markl há imenso tempo…
e há lá melhores ainda…
Caro fado alexandrino, não leu o que escrevi: se digo que o video é ridiculo, obviamente essa é apenas a minha opinião. Logo escrevo que se considera ‘aquilo’ uma peça artistica, comente nesse sentido. A sua opinião é decerto respeitável.
Confundir tudo isto com insensibilidade do autor do blog em relação ao ‘problema da droga’ é sem duvida abusivo.
E eu até gosto do amarelo…