Sem respostas ao post “Todo o revisionismo precisa da sua novilíngua ou como a comida orgânica une Hitler a Clinton”  

  1. 1 1  Jam

    Um idiota pseudo-educado. Pseudo porque basta pô-lo em frente a alguém que perceba um niquinho de história para aquela argumentação se desmoronar toda.

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  2. 2 2  carlos martins

    Parasitismo sempre houve, este é do mais fraquinho. Para não dizer rebuscado.

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  3. 3 3  Henrique Morais

    As influencias foram praticamente as mesmas, os metodos tambem, bem como as reformas inicias. Tambem os resultados finais foram catastroficos nos dois. Como tal nao me parece que seja assim um descabimento tao grande, alias isto nem é nenhuma novidade nem esta teoria e inedita…

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  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Bem sei que na blogosfera há esta particularidade. Não há enormidade que não seja dita que não encontre alguém para a aplaudir. Mas, caro Henrique Morais, explique lá isso melhor. Em que é que os métodos da esquerda americana foram semelhantes aos de Mussolini? As influências? Foram as mesmas? Quais? As reformas? Refere-se a que reformas?

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  5. 5 5  Henrique Morais

    Referia-me as relaçoes dos regimes tatalitarios que surgiram na Europa no sec. XX…

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  6. 6 6  margarida v

    vi a entrevista desse rapazola na cnn, impressionante o pseudo intelectual, compara ser verdinho com o fascismo, está tudo maluco.

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  7. 7 7  Jam

    Henrique, pense lá um pouco, e diga o que é ser fascista.
    Por acaso “ser” fascista é alguma coisa do que ele diz que é?
    Fascistas foram só os governos de Hitler e Mussulini? Ou o de Franco e Salazar não foram? Fascismo não serão mais as políticas nacionalistas? O autoritarismo? As restrições à liberdade? (e não estamos a falar de coisinhas como “ah, existe um SNS então existe uma restrição à liberdade”) As perseguições políticas? Os campos de concentração e prisões mil vezes mais desumanas do que Guantanamo? Não adoptava uma religião? Qual é a diferença, se condicionava a educação; aliás, a grande função da religião é precisamente controlar condutas, o “fim” da salvação da alma é só um pretexto para este “meio”. Se ainda tiver dúvidas, pergunte a uma “vítima” do fascismo se o fascismo é comer um vegetal, ou se é alguma das coisas supracitadas. É sem dúvida um ignorante completo.

    Mas enfim, nem é preciso chegar aqui para perceber que são balelas e que ele é um ignorante educado. O tipo diz que o liberalismo clássico não é/foi nada de revolucionário… Se as premissas de que parte (saber o que é liberalismo, saber o que é o fascismo) estão todas erradas (para além de, como já referi, reconduzir o ‘fascismo’ apenas a Mussolini e Hitler), pergunto-me como é que alguma editora publica aquilo. Claro que a coisa se perceberá melhor, por estarmos em vésperas de eleições, o livro ter Hillary (e os democratas em geral) como alvo e os republicanos estarem a ver a coisa mal parada. A acrescentar à ignorância histórica do indivíduo, apenas por exemplo, ele diz mesmo que muitas das ideias que ele diz que são fascistas, foram absoluta novidade, antes deles, nunca ninguém tinha tido preocupações ambientais ou com a poluição. Enfim.

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  8. 8 8  just

    Que pena o João Miranda não ir ao Daily Show…lol

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  9. 9 9  Justicialista

    O Peixeiro Pereira vem dizer no seu blogue que Barack Obama é um produto de plástico que não tem conteúdo nenhum. Percebe-se claramente a motivação racista de Pexeiro Pereira no seu post.

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  10. 10 10  Manuel Leão

    Sr. Henrique Morais:

    Desculpará , mas para se responder é necessário saber ler.

    O Sr. Daniel Oliveira perguntou: “Em que é que os métodos da esquerda americana foram semelhantes aos de Mussolini? As influências? Foram as mesmas? Quais? As reformas? Refere-se a que reformas?

    O Sr. respondeu: “Referia-me as relaçoes dos regimes tatalitarios que surgiram na Europa no sec. XX…”

    Só falta,agora, aparecer aquele surdo do filme a “Canção de Lisboa”, com um funil no ouvido, a dizer: – percebi perfeitamente!

    Olhe, eu não!

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  11. 11 11  Irredutível

    Os intelectuais de esquerda não conseguem alcançar o objectivo que este suposto inculto e analfabruto de direita propõe com este livro. Aliás, como nunca entenderam o porquê da mulher de Durão Barroso lhe ter dedicado um poema com o titulo de cherne. Posso também não ter percebido o alcance do poema de Alexandre O’neil, mas tenho a certeza que a senhora não estava a chamar “animal” ao marido…
    Seguindo, o escritor deste livro utiliza de uma maneira pertinente a palavra fascismo. Na verdade, ele utiliza-a devido aos pseudo esquerdistas que costumam circular pela nossa praça. Fascismo é por si só um termo com tantas modificações e tantos significados que é difícil saber por onde começar. Talvez seja melhor pelo ínicio: Fascismo é uma ideologia que surgiu no final da primeira guerra mundial, em Itália, num grupo conhecido como os camisas negras, que chegou ao poder em 1922 e cujo líder adoptou essas ideias, juntamente com as suas, para governar a Itália. Todos os outros regimes referenciados com o fascismo, em verdade, não podem ser chamados sequer de fascistas. Estamos a falar de um conjunto de ideias tão concretas que a sua única concretização aconteceu na Itália, com Mussolini. No entanto, para os portugueses, por exemplo, a designação de fascismo compreende todas, ou a maior parte, das politicas seguídas por Salazar e pelo Estado Novo. Quem se interessar minimamente por história saberá que muitas das politicas dos regimes de Portugal e Itália, não foram coincidentes. Assim como o franquismo ou o nazismo são erradamente chamados de fascistas. No fundo estes 4 regimes ficaram até hoje na história como os únicos fascistas de sempre porque partilharam alguns anos, existiam boas relações entre eles (Salazar também se dava bem com os ingleses, mas ninguém o chama democrata por causa disso) e eram regimes de partido único que não proclamavam a suposta vitória dos operários numa terra distante para perpetuarem no poder. Por estas razões principalmente foram sempre vistos como os maus da fita.

    No entanto a génese do título deste livro vem ainda de outra deturpação que não faço ideia quando surgiu, mas que surge num ambiente pós segunda guerra mundial em que o establishment é posto em causa, e se comparam os regimes democráticos que ainda hoje vigoram ao nazismo. (continua)

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  12. 12 12  Irredutível

    Foi neste ambiente que a palavra “fascista” foi utilizada como insulto recorrente, sem qualquer tipo de critério, designando apenas qualquer um que atentasse contra um suposto direito de outro.
    É neste espírito que ainda hoje se chamam fascistas à policia, aos reitores das universidades (mesmo que sejam militantes do PCP) e é também nesse espírito que este escritor põe o nome de liberal fascism a este livro, porque se formos a ver bem a coisas, as politicas liberais de obsessão com a saúde das pessoas, as politicas ambientais e outro tipo de politicas que hoje em dia estão na moda, são também elas fascistas, ou não? Neste sentido, sendo que a politica é quase sempre um jogo de liberdades, sempre que alguém
    perde uma liberdade para outrem, pode sempre acusar quem faz a lei ou quem fica com mais liberdade de fascista. A Argumentação do escritor é que não foi a melhor… mesmo assim gostava de ler o livro. tenho a certeza que não surgia na televisão se não tivesse ideias com algum interesse…

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  13. 13 13  Henrique Morais

    A extrema-esuqerda exterminou a propriedade privada e a liberdade religiosa, que sao provavelmente as mais antigas liberdades do homem. Sim, tambem perseguiu homossexuais e deficientes, bem como judeus, cristaos, budistas e qualquer tipo de crença. Tambem invadiu outros povos pela via armada e tentou destruir bases culturais e povos. Há ate demaisada simetria…Os extremos tocam-se
    (publico aqui este post, ja que o tentei colocar noutro lado mas no moderador ainda esta a pensar no assunto)

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  14. 14 14  Henrique Morais

    Peço desculpa ao moderador. Do outro lado ja saiu a posta…

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  15. 15 15  Manuel Leão

    Sr. Henrique Morais:

    Onde é que ouviu dizer que a “propriedade privada” era uma liberdade?

    E de onde vem a ideia que, no início, a propriedade era privada? De quem é essa teoria?

    De tudo quanto eu li sobre o assunto, e já li alguma coisa, a propriedade inicial era colectiva (tribal), e mais tarde familiar, por se ter tornado imperativo a sua subdivisão. Só alguns bens mobiliários eram pessoais, como por exemplo as vestes ou os utensílios domésticos. Só mais tarde surgiu a propriedade privada, muitas vezes relacionada com a constituição da família monogâmica.

    Sugiro-lhe a leitura de várias publicações sobre a origem da família, da propriedade privada e do estado.
    Mesmo que não queira ler a obra de Engels – que presumo seja “suspeito” para si – há, ainda assim, muitas fontes sobre este assunto.

    Agora, mandar palpites…

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  16. 16 16  Henrique Morais

    Manuel Leao

    Pois muito bem, diga-me uma liberdade que tenha tido o homem antes das que acabei de referir… Se foi mais cedo ou mais tarde e outro assunto, a questao é que foi das primeiras. Ja agora, fico feliz em saber que aceita as outras, por omissao de argumentaçao, como validas.
    E sim, a propriedade é uma liberdade. Talvez pensar o contrario é que tivesse sido o responsavel pela calamidade que foi o socialismo revolucionario.

    P.S. Adoro mandar palpites

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  17. 17 17  Henrique Morais

    Em relaçao a questao da propriedade aconselho a ler, por exemplo John Locke( que presumo seja “suspeito” para si)

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