Como forma de assinalar aos 20 anos da queda do Muro de Berlim, continua aqui a série dedicada à Guerra Fria, um documentário em 24 episódios de Jeremy Isaacs, produzido em 1998 pela CNN e BBC. Depois dos antecedentes, os dois primeiros anos do pós-guerra e uma nova ordem na Europa nascida dos acordos de Yalta.


32 respostas ao post “Doc à 6ª: Guerra Fria (2) – Cortina de Ferro 1945-1947”  

  1. 1 1  Ant.º das Neves Castanho

    Caríssimos leitores interessados neste tema,

    seja por que porta for, entrar na História e conhecer bem o Passado traz-nos sempre grandes ensinamentos, sobre nós próprios e sobre o Presente.

    Resumindo, muitíssimo, a minha visão sobre esta época de Guerra Fria, que foi afinal a da minha Infância e Juventude, direi que a destruição da Europa, que já começara físicamente com a 1ª Guerra (dita Mundial, mas que foi essencialmente travada na Europa), foi consumada, ao nível moral e cultural, com a 2ª Guerra Mundial, que liquidou a influência europeia no Mundo, o qual passou a girar em torno de dois pólos extra-europeus (se bem que com raízes fundas no Velho Continente): a União Soviética mais a China, por um lado, e a América do Norte e a «Commonwelth» (Reino Unido e seus Satélites), por outro.

    A consumação dessa trágica destruição da Velha Europa – que podia ter graves pecados, como o Colonialismo, mas que era uma força civilizacional, quanto a mim, bastante mais positiva do que negativa, quando comparada com as “civilizações” norte-americana e comunista -, dizia que a consumação dessa trágica destruição da velha Civilização europeia – nas suas componentes liberal-democrática, cristã e social, etc. -, foi consequência do Fascismo e do Nacional-Socialismo, os quais, ao pretenderem impor a toda a Europa, pela força mais bárbara, a sua visão “pura” da Ordem europeia, acabaram por destruí-la, quem sabe se para todo o sempre.

    Sem Mussolini, sem Hitler, sem Franco (entre alguns outros pequeninos Ditadores paroquianos, de Países sem relevância histórica), mas sobretudo sem a 2ª Guerra Mundial, nunca a União Soviética se teria tornado imperialista, nunca os Estados Unidos se tornariam hegemónicos no Mundo.

    E mesmo que a evolução histórica subsequente tivesse acabado por impor novos fenómenos, como a Descolonização e a emergência de novas potências mundiais, os principais centros de decisão política e económica e a irradiação da Cultura teriam continuadado a ser Paris, Berlim, Londres, Roma, Viena, a par de Nova Iorque, Moscovo, Tóquio e Pequim, mas sem a desorganização económica, social e política que vitimou o coração e a espinha dorsal da Europa, ou seja, tudo aquilo a que se costuma chamar a “Europa Central” e que vai de Estocolmo a Atenas, passando por Hamburgo, Munique, Praga, Budapeste, Sarajevo e Belgrado, condensando quase tudo o que de mais relevante e significativo a Europa produziu ao nível culturalao longo da sua História milenar.

    Foi toda esta assombrosa riqueza, social, cultural e civilizacional, que os Fascismos, querendo “purificar”, vieram destruír, rachando a “Mitteleuropa” em dois farrapos, alinhavados à força, das armas (a Leste), ou da carência económica (a Oeste), a cada um dos blocos beligerantes da Guerra Fria.

    Tudo isto, tão imensamente diverso e rico, que hoje se pretende representar e reduzir, de uma forma liofilizada, em Bruxelas e Estrasburgo…

    E, talvez pior ainda, sem os Fascismos e as Guerras, talvez nunca tivesse sido criado esse abcesso na face do Mundo que é o ignominioso Estado de Israel, que não envergonha especialmente os Judeus, nem sequer os próprios israelitas (pelo menos muitos deles), mas sim todos os políticos europeus e as Democracias vencedoras do “Eixo” e que mancha toda a História do Mundo Ocidental desde o inícios da Guerra Fria aos nossos dias, e sabe-se lá por quantos mais anos (mil, como os que ia ter o Reich?…).

    A. Castanho.

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  2. 2 2  Panzermayer

    As Guerras civis europeias marcaram sem dúvida o fim da supremacia europeia no mundo e essa constatação é praticamente a única coisa em que estamos de acordo. Culpar o fascismo e o Nacional-Socialismo pela decadência da Europa é simplesmente surreal… Então os únicos movimentos políticos decidida e vigorosamente pan-europeus (há uma fase inicial marcada por um nacionalismo estreito e chauvinista mas ultrapassado depois já durante a Guerra por um decidido e inequívoco Pan-europeísmo bem patente nas fileiras das Waffen SS, o primeiro grande exército europeu da História, se descontarmos a epopeia das Cruzadas), então são esses movimentos que tentam restaurar a grandeza europeia perdida em 1918 que você culpa pela decadência do nosso continente?? Eles só são culpados por um motivo, PERDERAM A GUERRA e quem vence escreve sempre a História. Quanto a Israel, não compreendo porque é um abcesso, acaso o povo hebraico não tem direito à sua pátria???

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  3. 3 3  Justicialista

    A Europa pós II Guerra e até meados dos anos 90 era uma Europa idealista, sonhadora e progressista com líderes como:
    - Miterrand
    - Gonzalez
    - Olof Palme
    - Willy Brandt
    - Bruno Kreisnky
    - Andreas Papandreou
    - Mários Soares
    - Benito Craxi

    E mesmo a direita tinha nomes com peso político a nível pan-europeu como Churchill, De Gaulle, Tatcher ou Helmut Köhl.

    Com os medíocres líderes europeus que temos tido nos últimos anos, a Europa está cada vez mais sem rumo, e parecida com os EUA. Não admira basta ver quem lidera actualmente a Europa: Barroso, Brown, Sarkozy, Merkel e Berlusconi.

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  4. 4 4  Olympus Mons

    Hum, nesta alturas convem lembrar o seguinte:
    Quem fez este discurso?

    “Nós somos Socialistas, nós somos inimigos do actual sistema capitalista que explora os economicamente fracos, é injusto nos salários, com a sua injusta avaliação o ser humano de acordo com a sua riqueza e propriedade em vez de responsabilidade e trabalho, e estamos determinados a destruir este sistema de qualquer forma possível.”

    Francisco Lousa? Jerónimo?

    Não… foi Adolfo Hitler, discurso de 1 de Maio de 1927

    Pois é, ah pois é!

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  5. 5 5  Olympus Mons

    Caro A castanho.
    e esta…
    “True, it is a fixed idea with the French that the Rhine is their property, but to this arrogant demand the only reply worthy of the German nation is Arndt’s: “Give back Alsace and Lorraine”. For I am of the opinion, perhaps in contrast to many whose standpoint I share in other respects, that the reconquest of the German-speaking left bank of the Rhine is a matter of national honour, and that the Germanisation of a disloyal Holland and of Belgium is a political necessity for us. Shall we let the German nationality be completely suppressed in these countries, while the Slavs are rising ever more powerfully in the East?”

    wow! — hitler puro, não?
    e esta, ler com a atenção António…

    “This is our calling, that we shall become the templars of this Grail, gird the sword round our loins for its sake and stake our lives joyfully in the last, holy war which will be followed by the thousand-year reign of freedom.”

    Glorificação do sacrificio Militar! — dúvidas não há de que é hitler….

    Não meu caro, ambas são de… Engels, o co autor de, nem mais nem menos, Karl Marx. Sim esse mesmo.

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  6. 6 6  Olympus Mons

    e esta, estimado Antonio, apelando à emancipação da humanidade do judaismo! —

    caro, hitler puro! não…

    “Let us consider the actual, worldly Jew — not the Sabbath Jew, as Bauer does, but the everyday Jew. Let us not look for the secret of the Jew in his religion, but let us look for the secret of his religion in the real Jew. What is the secular basis of Judaism? Practical need, self-interest. What is the worldly religion of the Jew? Huckstering. What is his worldly God? Money. Very well then! Emancipation from huckstering and money, consequently from practical, real Jewry, would be the self-emancipation of our time…. We recognize in Jewry, therefore, a general present-time-oriented anti-social element, an element which through historical development — to which in this harmful respect the Jews have zealously contributed — has been brought to its present high level, at which it must necessarily dissolve itself. In the final analysis, the emancipation of the Jews is the emancipation of mankind from Jewry”.

    … de quem é? de quem é?

    pasmem-se …. o próprio Karl Marx! — sob o seu abecesso estamos conversados.

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  7. 7 7  Olympus Mons

    Quem…?

    “Os sindicatos, na minha opinião não podem ser dispensados. Pelo contrário, estão entre as instituições mais importantes da vida económica da nação! A sua importância reside não só no campo sócio-politico, mas mais que tudo na política nacional. As pessoas, as massas, através do movimento sindical obtêm a satisfação das suas necessidades e simultaneamente são educadas, para melhor resistirem na luta da existência!”

    ….. Mein Kampf, capitulo 12

    Desculpem o desbobinar, mas viver sob o FCE (fascimo cultural de esquerda) como se vive em portugal, nem sempre é facil.

    Por hora calo-me.

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  8. 8 8  Madalena Madeira

    Acabei de assistir ao documentário. Mais uma vez afirmo que o cérebro humano pouco evoluiu desde a pré-história. Fiquei, especialmente, chocada com o depoimento da mulher alemã ( uma miúda , na altura, a baby sitter ) que foi violada por militares soviéticos. A utilização da violação sexual de mulheres, como arma de guerra ainda é utilizada com frequência nas guerra e conflitos da actualidade.
    As graves violações dos direitos humanos incluem: execuções extrajudiciais, mortes civis, tortura, violações sexuais, raptos, destruição de propriedades e de aldeias, furto de gado e de propriedades, destruição de meios de subsistência da população atacada e deslocação forçada.

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  9. 9 9  Isabel Coutinho

    O documentário é excelente.

    Venham mais.

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  10. 10 10  Olympus Mons

    Cara Madalena,
    Não mudámos nada. O cérebro é igual e pasme-se inclusisivé vivemos basicamente o mesmo número de anos (cerca de 80), desde o início da história.

    Violações? –isso não foi nada. A Madalena sabe qual é a taxa de violações por cada 100000 hab na Àfrica do sul do Mandela? — Và ver.

    Guarde essa revolta por algo que aconteceu com Jovens, esfaimados, cansados há 60 anos!

    Use a revolta para coisas que ocorrem hoje, neste segundo, pelo mundo fora. — (com esta endorfinei-me. humm ,1cc de dopamina na minha corrente sanguinea!) aARRGH, sinto-me como um bloquista. Pew pew pew (sou eu a cuspir :-) )

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  11. 11 11  Madalena Madeira

    Olympus Mons,

    “Não mudámos nada. O cérebro é igual e pasme-se inclusivé vivemos basicamente o mesmo número de anos (cerca de 80), desde o início da história.”

    pOIS! o cérebro humano não mudou, porque do ponto de vista social e humano evoluimos muito pouco desde a pré-história, mas o que é “incrível” é que evoluimos imenso cientifico-tecnlogicamente ( ao nível do armamento, por exemplo).

    “Guarde essa revolta por algo que aconteceu com Jovens, esfaimados, cansados há 60 anos!”

    Não lhes dá o direito de violarem seja quem for( só por estarem esfaimados e cansados) e deveriam ser julgados por esse crime e presos. Certamente na prisão seriam violados por presidenciários esfaimados e cansados.
    Nem aí teria pena deles , acredite!
    Talvez nessa altura ( esses militares) sentissem o que a baby sitter sentiu ao ser violada por aqueles animais!

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  12. 12 12  Madalena Madeira

    Corrijo : presidiário e não presidenciário

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  13. 13 13  Ant.º das Neves Castanho

    Caro Panzermayer, ainda bem que estamos em desacordo. Parece-me contudo óbvio que, sem a loucura do Fascismo e do Nazismo, a Europa teria acabado, a seu tempo, por recuperar dos traumas da Grande Guerra e da Crise Económica (como recuperou das seguintes e recuperará também desta), restaurando o melhor das suas velhas grandezas e sem necessidade de se auto-chacinar.

    Mas a única coisa que agora podemos fazer é aprender com a História: tanta destruição e ódio para quê se, logo após o catástrofe, a França, a Alemanha e a Itália foram capazes de unir esforços e criar a C. E. E.! Deveria fazer-nos pensar duas vezes, antes de enveredarmos pela violência como forma de resolução de diferenças…

    Quanto à sua pergunta final, claro que acho que todos os indivíduos têm direito a uma Pátria, desde que isso não obrigue à destruição da Pátria dos outros, como aconteceu na Palestina.

    Mas também lhe pergunto: acha que os israelitas não tinha Pátria antes da criação de Israel?

    Se queriam emigrar para a Palestina, muito bem, que o fizessem legalmente, como hoje impomos ao eritreus, por exemplo.

    Ou então, uma pergunta: acha que o Povo cigano não tem direito a uma Pátria?

    E se a localização para essa Pátria tiver, digamos assim, uma legitimação “histórica”, com dois ou três mil anos, para ser algures entre Óbidos e a Quinta da Marinha, está de acordo que todos os portugueses que aí residam e trabalhem sejam deportados para outro sítio qualquer, ou acantonados em campos de “refugiados” (presumindo, obviamente, que o mártir Povo Cigano teria a mesma capacidade do hebraico para mobilizar uma formidável força militar, substancialmente suportada pela sua “diáspora” americana e que conseguiria em seis dias reduzir a pó uma eventual resistência portuguesa e humilhar Portugal e o seu Povo, diariamente, nas principais instâncias internacionais…)?

    Mas olhe que foi assim que tudo aconteceu na então Palestina. E muito por causa das consciências pesadas resultantes do Holocausto…

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  14. 14 14  Tiago R.

    Caro DO:

    Escrevi uma resposta ao seu texto “Jovens Turcos”, que não tenho a felicidade de ver publicada em nenhum jornal de distribuição nacional, mas que farei gosto que veja e discuta.

    http://politica-dura.blogspot.com/2009/09/jovens-doutores.html

    Cumprimentos.

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  15. 15 15  Panzermayer

    Caro António das Neves, a Europa nunca conseguiria recuperar porque a cegueira de Clemenceau e Lloyd George conduziu-os à ignomia do Diktat de Versalhes, é por isso que foi impossível a Europa retomar o seu caminho normal depois de 1918, essa foi sem dúvida a grande lição que os chefes aliados aprenderam em 1945, não podemos fazer outro Versalhes e a solução foi, e muito bem, pôr a produção de carvão e aço franceses e alemães unidos e tudo começou com esse simples gesto…
    Todos sabemos que foram cometidas injustiças sobre os palestinianos tal como tinham sido cometidas no passado sobre os judeus e mais uma vez concordo consigo numa coisa, sem Holocausto é óbvio que nunca teria havido estado de Israel.

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  16. 16 16  agitador

    o olympus é daquelas pessoas que acredita em tudo o que lhe dizem. pior o que os politicos escrevem, pior o que hitler escreve, sendo que hitler tinha uma forma peculiar, para não dizer distorcida de ver as coisas, mas isso ultrapassa-lhe…

    ou é ingenuidade ou simples desinformação.

    e tirar frases inteiras do seu contexto… isso são tiques.

    de resto, eu tambem posso dizer que uma acção tipicamente nazi é a construção de auto estradas.

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  17. 17 17  Olympus Mons

    Agitador;
    Humm Fraco, muito fraco. um conselho.
    Não comente um post de outrem para simplesmente fazer um Ad hominem ao próprio. Lembrar Hitler num blog como este, torna pertinente lembrar que o homem era nacional socialista, com grande tónico no Socialismo.
    Isto não ser um facto de cultura geral, espanta-me.
    Acha que inventei os discursos, textos e comentários?Acha que estão fora do contexto? – que contexto?
    PS: Não responda, que não me parece que valha muito a pena. Um bem haja.

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  18. 18 18  Olympus Mons

    Madalena Madeira ,
    largue as endorfinas e a Dopamina! Tanto que eu falo nisso. Objectivamente os eventos decorridos em 45, são totalmente irrelevantes, quando hoje, agora, no seu actual minuto e segundo, existe uma naçao (Africa do Sul) onde a violação é uma aberração quotidiana SEM QUE ISSO GERE UM FENÓMENO POLITICO!!! Se o que se passa na Africa do sul do Mandela é “normal”, aquilo que os soldados russos fizeram após a vitória é “banal”.
    Ainda de outra forma. Se fosse de direita ao chocar-se com o ocorrido na 2 grande guerra da forma que o faz, no segundo seguinte estaria á porta da embaixada da Africa do sul a protestar. COmo é de esquerda, delicia-se com um a posição moralmente superior, mas que realmente não significa nada. :-)

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  19. 19 19  agitador

    uuuuiiiiii

    mais uma vitima do famoso “ataque pessoal”. peço perdao sua excelencia….

    mas não me parece elegante da sua parte esparramar partes de um artigo sacado da net quase na integra, sem sequer ler os arquivos onde cartas e artigos dos autores que menciona e que estão disponiveis.

    onde se percebe perfeitamente o contexto.
    e para não gastar muito latim consigo, visto que não “vale a pena”.

    só vou rematar com isto, o exemplo que dá de marx trata-se nada mais nada menos da ideia de secularismo, estado ( e a abolição do mesmo), sociedade civil, e religião (em geral); em reposta a um fulano chamado bruno bauer que escreveu “a questao judaica”.

    não é como o senhor apregoa um apelo “à emancipação da humanidade do judaismo!”.

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  20. 20 20  Madalena Madeira

    Olympus Mons,
    Sim! tem razão ! , mas o q se passa com a África do Sul! . Tantos anos de apartheid gerou esta situação caótica!!Tantos animais à solta!

    África do Sul: Violações Sexuais
    Por Sósimo Leal
    19/06/2009

    Campanha contra violencia domestica -

    Mais de um em cada quatro homens que participaram num estudo na África do Sul afirmam ter cometido violação sexual. Os dados mostram que muitos dos inquiridos cometeram o acto várias vezes.
    Cerca de 28 por cento dos homens que participaram no estudo do Conselho de Pesquisa Médica Sul-africana dizem ter violado uma mulher ou jovem rapariga. Deste número, cinco por cento afirma ter praticado o acto no ano passado.
    Os homens admitem terem violado as suas parceiras, e participado em grupos de violadores, e alguns violaram homens ou rapazes. Cerca de 10 por cento sublinha que a primeira experiência sexual coerciva que tiveram, foi por volta dos 10 anos de idade, e a maioria diz que o primeiro acto foi antes de terem completado 20 anos de idade.
    Rachel Jewkes, directora da Unidade de Pesquisa em Saúde e Género do Conselho Médico Sul-africano, diz que o estudo mostra que os homens são normalmente os que violam e os primeiros a assumirem comportamentos de risco.

    “Eles são os que parecem ser fisicamente violentos em relação às mulheres e também os que parecem ter tido múltiplos parceiros sexuais. Alguns que contactei tinham mais de vinte parceiros sexuais; tendo relações com estrangeiros, com prostitutas, e de ingerirem grandes quantidades de álcool.”
    Jewkes sublinha que muitos desses homens tiveram uma infância em que um ou os dois pais estiveram ausentes. Tinham uma fraca relação com os pais, ou ainda, foram ainda eles mesmos alvos de abusos emocionais e sexuais. Muitos deles têm dificuldades em construir uma vida familiar sã.
    “E penso que uma forma de violência contra mulheres e também outros homens que está a desenvolver-se, a tornar-se legítima, acontece dentro do contexto onde os homens sentem que não tem outras formas de se expressarem como homens de sucesso, de se expressarem de forma menos benigna como através dos empregos, das suas casas, de se sentirem bem com eles mesmos e expressarem (esse sentimento) através da forma convencional que está acessível a homens em escalões mais altos. ”
    A sociedade sul-africana é essencialmente patriarcal o que para Jewkes tem contribuído para uma visão distorcida do machismo.
    O estudo abrangeu mil setecentos e trinta e oito homens entre os 18 e 49 anos, de todas raças e de todos os grupos socioeconómicos, e foi realizado em três distritos da província do Cabo, e na do Kwazulu-Natal.

    http://www.voanews.com/portuguese/archive/2009-06/2009-06-19-voa1.cfm?CFID=289784327&CFTOKEN=74511060&jsessionid=de30fa7445f7eb8271d77d1a52687d7e2d2e

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  21. 21 21  Olympus Mons

    agitador
    Poderia pensar que não sabe ler inglês, mas não é esse o problema, pois não?

    Olhe, como Marx gostava de dizer: não gosto disto, está cheio de Moscas e Judeus! — Hilter tambem achou, mas não sei se fez alguma coisa em relação ás moscas.

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  22. 22 22  Giorgos Andrea Papandreou
  23. 23 23  Ludi

    Como faço para conseguir esse documentário? Em português…..Gostaria de saber antes de domingo..

    Maravilhoso é descobrir nosso passado que forma o presente….e criará o futuro….

    [Responder]

  1. 1 Arrastão: Doc à 6ª (desta vez ao sábado): Guerra Fria (3) – Plano Marshall Plan 1947-1952
  2. 2 Doc à 6ª (desta vez ao sábado): Guerra Fria (3) – Plano Marshall 1947-1952 :: w a z z u p
  3. 3 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (4) – Berlim 1948-1949
  4. 4 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (5) – Coreia 1949-1953
  5. 5 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (8) – Sputnik 1949-1961
  6. 6 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (13) Make Love, Not War 60’s
  7. 7 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (15) China 1949-1972
  8. 8 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (17) Good Guys, Bad Guys 1967-1978
  9. 9 Arrastão: Doc à 6ª: Guerra Fria (20) Soldados de Deus 1975-1988

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