Depois de deixar passar uma semana sem documentários aqui no Arrastão, lá ia mais uma. Aqui fica, com dois dias de atraso, a continuação da série “Guerra Fria”. Com esta série o Arrastão quer assinalar os 20 anos da queda do Muro de Berlim. O documentário tem 24 episódios, é de Jeremy Isaacs e foi produzido em 1998 pela CNN e BBC. Depois do primeiro episódio, sobre o período até ao fim da guerra; do segundo, sobre os primeiros anos pós-guerra e a Europa nascida de Yalta; do terceiro sobre o Plano Marshall; do quarto, sobre o bloqueio soviético a Berlim Ocidental e as pontes aéreas então criadas, aqui fica mais um, desta vez sobre a Guerra da Coreia.
Para ver todos os documentários já publicados no Arrastão, basta ir à categoria “Doc à 6ª”.
20 comentários 25 Out 09 em Doc à 6ª20 respostas ao post “Doc à 6ª: Guerra Fria (5) – Coreia 1949-1953”
- 1 Pingback on 6 Nov 2009 às 15:41
- 2 Pingback on 20 Nov 2009 às 21:15
- 3 Pingback on 5 Fev 2010 às 15:41
- 4 Pingback on 13 Fev 2010 às 4:38




corrigindo, da autoria aliás de Sir Jeremy Isaacs, um judeu rico que foi director da Royal Opera e fundador do Channel Four.
Com “autorias” destas, numa perspectiva de classe, é sempre questionavel a boa fé nas conclusões sobre a queda do Muro, blá,blá.
Também ando atrasado a desmontar-lhe estas manipulações – na verdade quando afirmou aqui antes que tinha sido a URSS que declarou o bloqueio a Berlim isso é mentira.
De facto quem declarou o bloqueio foram os Aliados ao instituir unilateralmente uma nova moeda na parte ocupada e controlada nos 3 sectores ocidentais pelos EUA, Inglaterra e França deixando o sector russo bloqueado pela nova moeda com um valor facial muito mais alto e anexado ao triunfante dolar; e ainda, mudando a capital do país para Bona. Face à exclusão dos comunistas das decisões (muito por via da acção de Churchill que controlava a banca internacional a partir da City de Londres), a reacção de não deixar transitar nada pr via terrestre de comum acordo com as populações da futura DDR não poderia ter sido outra.
Foram os aliados que dividiram e repartiram a Alemanha e não o contrario
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 25th, 2009 at 15:38
xatoo, se visse os documentários que quer comentar saberia que está a repetir coisas que por lá são ditas.
Extraordinario….Se calhar foi essa garotice que fez os Sovieticos permanecer por lá ate 89.
ahhh!!! Malvados esses aliadas.
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Não vi o documentário até ao fim, porque ando fartinha de guerras, conflitos, violência e política em geral.Já enjoa, são temas maçudos e densos. Mas, a guerra da Coreia ( 1950- 53) representa e simboliza o 1º conflito da guerra fria: depois deste, muitos outros emergiram : Vietname, a crise dos misseis em Cuba, As guerra coloniais portuguesas em àfrica,a revolta na Checoslováquia, a guerra Soviética- afegã,…
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Daniel
não quero ver mas comento (se me dá licença). E permito-me duvidar que lá seja dito o mesmo nos termos em que aqui o fiz; são manias de gajo alérgico a autores com títulos nobiliárquicos
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 25th, 2009 at 22:16
Xatoo, ninguém consegue dizer nada nos termos em que o senhor diz.
E o documentario que passou na RTP2 sobre o comunismo ?
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Daniel: uma vez mais, manifesto o meu enjoo pelo programa Eixo do Mal, sobretudo em relação à santanete arrependida, para a qual já não há pachorra. Gritar sistematicamente (o tom de voz esganiçado supera, em decibeis que medi, o da Júlia Pinheiro…) que “não, o Santana Lopes é outra coisa” ou repetir até à exaustão que “tem saudades do Durão Barroso” e que ele é “suuuuper-inteligente”, dá vontade de vomitar. Como aguentas tudo isto, é que me faz espécie. Mas pronto, cada um tem o estômago que tem. Mas que já não há pachorra, lá isso não…
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Henrique Morais
25 Out 2009 às 16:05
“Extraordinario….Se calhar foi essa garotice que fez os Sovieticos permanecer por lá ate 89.”
Olhe que os States ainda lá estão…
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7 Daniel
mas foi vc que disse textualmente na apresentaçao de um outro episódio desta mesma série há duas semanas que “a URSS declarou o bloqueio a Berlim”. Mentiu conscientemente ou também não viu o documentário do judeu rico?
3 Henrique Morais
ninguém está à espera que vc diga que a campanha anti-comunista está ligada à reabilitação do fascismo. Mas podia ser um pouco mais honesto quando diz que “os soviéticos estiveram lá até 1989″. Dos que ficaram só conheço os cerca de meio milhão que perderam lá a vida para escorraçar os Nazis. Estaõ num cemitério da periferia de Berlim sob um monumento impressionante de um soldado russo com uma criança alemã ao colo. O sitio chama-se Treptow e tipos como vc deviam visitá-lo, para ver se sacodem as moscas que lhes atormentam a moleirinha
Apesar da DDR ter sido um país independente, o mesmo não se passa com a actual RFA, que permanece colonizada por quase 100 mil militares norte-americanos. Nunca ouviu falar da maior base yankke fora dos EUA que é Ramstein?
além do mais, as exigências dos judeus sobre a economia alemã para os obrigarem a pagar-lhes o material para as agressões na Palestina permanecem:
Israel wants Berlin to finance two new warships
http://www.thelocal.de/politics/20091023-22775.html
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 26th, 2009 at 11:28
xatoo, o bloqueio foi (a moeda e o bloqueio são coisas diferentes, apesar de ligadas).
A sua sua conversa sobre “judeus” começa a cansar. Talvez fosse melhor procurar as companhias que mais lhe são mais próximas. Há grupos especializados.
O Xatoo é que topa bem o Daniel.
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xatoo….Tendo em conta que o nosso conceito de liberdade e independencia sao bastante diferentes, sera bastante dificil continuarmos com qualquer tipo de argumentaçao a este respeito. Para mim continua a ser preferivel ter 100 mil soldados americanos no meu territorio a ter que pedir a Moscovo para fazer uma estrada que seja.
Relativamente aos morto Sovieticos ( não apenas Russos como normalmente se diz por ai),respeito-os profundamente. Nao so pela guerra que travaram, mas principalmente pelo facto de terem sido carne para canhao e de terem sofrido como ninguem por absoluta falta de escrupulos dos seus oficiais. Os alemas lutaram em duas frentes e perderam cerca de 4 milhoes de homens. Os sovieticos lutando numa frente apenas perderam 11 milhoes. Isto explica bem o que quero dizer. Nao se esqueça tambem que os paises que perderam mais civis foram os Bielorrussos e Ucranianos, cujas vidas durante anos foram contadas como mortos do povo “Russo” e serviram de arma de pressao ao Estaline para subjugar meia Europa (so 10% da Russia e que esteve ocupada). Sao as pequenas questoes de semantica que fazem toda a diferença e que os Sovienticos souberam utilizar como ninguem.
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pronto. Sou obrigado a admitir que Israel não é um Estado religioso que se aproveita vergonhosamente da vitimização para recolher dividendos e suporte económico?
Admito que seja cansativo, mas é assim mesmo, desta maneira e não de outra, que as coisas se passam.
Passa-me uma guia de marcha para a adesão a “determinados grupos”. Por mim penso que no MRPP estaria bem.
E vc meu caro Daniel? quando é que se muda para o largo do Rato? tem a vantagem de ficar ali próximo da sinagoga…
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Fantástico, para quem goste de História! Mais uma vez, muito obrigado ao Daniel Oliveira.
Vista à luz dos nossos critérios actuais, esta Guerra distante e criminosa parece relevar de uma irresponsabilidade atroz de ambos os lados, à altura dos aconteciementos.
Claro que a máxima responsabilidade recai, quanto a mim, sobre a Coreia do Norte, como País agressor, embora os E. U. A. e o Conselho de Segurança da O. N. U. (e depois a China) partilhem também as culpas por esta aventura desastrosa e totalmente inútil.
E o mais chocante, para além de todo o sofrimento visível e imaginável (mais o inimaginável…), é ver que tudo resultou em rigorosamente nada e que esse nada absoluto se prolongou, como um bloqueio inultrapassável, até aos dias de hoje, já bem depois do final da chamada Guerra Fria, ou seja, como que congelou o próprio Tempo na Península da Coreia.
Como foi possível aos maiores poderes mundiais brincar assim às guerras, tão poucos anos após Hiroxima e Nagasáqui, continua a ser para mim um mistério…
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«A Coreia do Norte país agressor… tão poucos anos após Hiroxima e Nagasáqui». Devem ter sido os coreanos a experimentar bombas atómicas sobre duas cidades japonesas sem qq interesse militar… Malvados dos coreanos.
E Piongyang que foi destruída pelas bombas americanas ao ponto de apenas um edifício ficar de pé?
D.O. para o Rato? Bom conselho…
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