Continua a série “Guerra Fria”. Com esta série de documentários o Arrastão quer assinalar os 20 anos da queda do Muro de Berlim. O documentário tem 24 episódios, é de Jeremy Isaacs e foi produzido em 1998 pela CNN e BBC.
O primeiro episódio foi sobre o período até ao fim da guerra; o segundo sobre os primeiros anos pós-guerra e a Europa nascida de Yalta; o terceiro sobre o Plano Marshall; o quarto sobre o bloqueio soviético a Berlim Ocidental e as pontes aéreas então criadas; o quinto sobre a Guerra da Coreia e o sexto sobre o senador McCarthy e o terror estalinista.
O sétimo episódio cobre os acontecimentos depois da morte de Estaline, incluindo o discurso de Kruschev ao XX Congresso do PCUS e a invasão da Hungria.
23 comentários 6 Nov 09 em Doc à 6ª23 respostas ao post “Doc à 6ª: Guerra Fria (7) – Depois de Estaline 1953-1956”
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maior que o “terror estalinista” é esta monumental obra de manipulação da história. Como já aqui disse antes, esta série de docs é produzida por um judeu rico cujos interesses exerce e faz prevalecer sobre a BBC. Não é nada de admirar, considerando que foram os judeus os grandes vencedores da guerra.
Só para apontar uma das mentiras entre mil, que a paciência para estes embustes começa a ficar curta,
de facto Kruschov no tal Congresso limitou-se a exercer uma vingança póstuma sobre as velhas rivalidades que o opuseram a Estaline, quando comandava uma divisão durante a guerra e não concordava com as directivas que impuseram a marcha e a tomada de Berlim
Em vez de se perder tempo a visionar estas merdas de documentários, melhor seria que as vitimas da propaganda histórica se livrassem da peçonha e comprassem o livro de Paul-Marie de La Gorce “1939-1945 Uma Guerra Desconhecida”
onde se explica os projectos franco-ingleses de guerra contra a União Soviética em 1940, as pressões e manobras de dirigentes britânicos partidários de um acordo com a Alemanha,,
por estas e por outras,
é que os Aliados só chegaram “pra salvar a Europa” no Verão de 1944, quando viram que a URSS já tinha ganho – sem dúvida, “este é que foi o verdadeiro terror”,, nunca pensaram que tal coisa pudesse acontecer
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Ó Daniel, e a santanete Clara F Alves?
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O Daniel deve andar todo contente. Com esta febre anti-comunista que se espalha pelas televisões devido ao 20º aniversário da queda do muro de Berlim, o Daniel deve ter orgasmos minuto sim minuto não.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 7th, 2009 at 0:42
ali la pointe, quem me dera…
Já agora, sabe quantos comunistas matou o estalinismo? Serei anti-comunista por me revoltar com essas mortes?
Mas repito: se a RDA era o comunismo, sou anti-comunista. Pode dar-se, claro, o caso do comunismo ser outra coisa. E aí, não sendo comunista, também não sou anti-comunista. Sei apenas que conheci a Checoslováquia em 1984 (e voltei lá muitas vezes depois da queda do muro) e desde essa altura, tendo continuado a ser comunista, soube que não era aquilo que queria. E até era do menos que mau que por ali havia. Acho que o chamado “socialismo real” foi uma tragédia. E já o achava quando ainda me considerava comunista. Quando o muro caiu era comunista e festejei. Porque antes de ser comunista, era solidário com o sofrimento de um povo.
xatoo, Marx era judeu, Engels era rico.
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daniel Kennedy era rico, Ben Bernanke é judeu
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outra sugestão de leitura, cujo autor é judeu, socialista, que escreveu a verdade sobre Estaline:
Isaac Deutscher “Stalin: a Political Biography” (1949)
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1. 86 Leo
A “Carta alemã” de Gerd-Helmut Komossa
por Anna Voronova.
Essa situação é de há muito conhecida, e muito melhor compreendida para quem esteja devidamente atento.
Afinal o que fazem cerca de 200 mil militares Americanos (julgo que Ingleses também) em território Alemão?
Quais são os tipos de armamento permitidos às forças armadas Alemãs? É-lhes permitido possuírem Porta-aviões ou cruzadores? Qual é seu o poderio militar hoje? Inferior ao de Espanha! O que tem está ao serviço da Nato! Portanto a Alemanha não deixa de ser um país ocupado e tutelado por os Americanos como o Japão e outros mais.
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á agora, sabe quantos comunistas matou o estalinismo? Serei anti-comunista por me revoltar com essas mortes? .
E aí, não sendo comunista, também não sou anti-comunista. Sei apenas que conheci a Checoslováquia em 1984 (e voltei lá muitas vezes depois da queda do muro) e desde essa altura, tendo continuado a ser comunista, soube que não era aquilo que queria.
Já agora satisfaça lá o meu apetite sanguinário. Quantas foram as vitimas de Estaline nos cerca 29 anos que esteve à frente da URSS? Não faça contas de merceeiro! Vocês sabem todos muito bem os números que encontraram nos arquivos Soviéticos quando Gorbatchov permitiu a sua abertura que se prolongou depois por o reinado de Ieltsin. Como não encontraram os números fabulosos que esperavam, calaram-se todos para não se desdizerem a vós próprios.
Leia por favor a conclusão a que chegaram os investigadores.
««««««««««Os relatórios da investigação do sistema correctivo soviético são expostos num trabalho com cerca de 9 000 páginas. Os investigadores que escreveram os relatórios são vários sendo os mais conhecidos os históriadores russos V.N. Zemskov, A.N. Dougin e O.V. Xlevnjuk. O seu trabalho foi começado a publicar em 1990 estando em 1993 praticamente acabado e totalmente publicado na Rússia. Os relatórios da investigação chegaram ao conhecimento do ocidente em colaboração com investigadores de diversos países ocidentais. Os dois trabalhos conhecidos pelo autor deste texto, são o trabalho apresentado em França na revista L’Histoire em Setembro de 1993 por Nicolas Werth, chefe investigador do instituto francês de investigação cientifica, CNRS, (Centre National de la Recherche Scientifique) e o trabalho publicado nos EUA na revista The American Historical Review por J. Arch Getty, professor de história da Universidade da California, Riverside em conjunto com G.T. Rettersporn, investigador do instituto francês de investigação CNRS e o investigador russo V.N. Zemskov do instituto de História Russa da Academia das Ciencias Russa.
Existem também hoje em dia livros sobre o assunto escritos pelos investigadores acima mensionados ou por outros investigadores dos mesmos grupos de investigação. Antes de entrarmos no assunto quero deixar aqui esclarecido para que não haja confusão futura, que nenhum dos cientistas envolvidos nestes trabalhos tem uma visão socialista do mundo, mas sim um compreesão burguesa e antisocialista, muitas vezes bastante reaccionária. Isto dito para que o leitor não pense que o que se vai expor é produto de uma “conspiração comunista”. O que acontece quando os investigadores acima citados, desfazem completamente as mentiras de Conquest, Solzhenitsyn, Medvedev e outros, é que o fazem simplesmente pelo facto de que põem a honra profissional em primeiro lugar e não se deixam comprar para efeitos de propaganda »»»»»»»».
Com que então conheceu a Chequeslovaquia nos anos 80? Pois eu conheci a URSS por a mesma altura. A partir daí não mais perdi o conctato com aquelas bandas. Quando posso vou lá de ferias, e todos os fins de semana falo para a Rússia (por vezes durante horas).
Sobre os países que faziam parte da URSS, tenho a dizer apenas; que nem as moscas mudaram, e que a porcaria é muito mais fétida.
DESAFIO_O A DIZER_ME QUE NÂO É ASSIM!
Quanto à Chequeslovaquia. O Vaclav Havel (deve saber bem quem é?) teve este desabafo. “ Os antigos países comunistas vivem hoje sob um capitalismo mafioso em que o poder politico governa como antes”
Daniel para esta personagem com as responsabilidades que teve para a derrocada da antiga ordem ter esta opinião. Tudo leva a supor que a situação ainda deve ser pior de como ele a descreve.
Pode continuar a propagar esse seu anti-comunismo cavernicula, não tem é o direito de faltar à verdade.
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olhe xatoo, leia umas coisinhas mais, viaje e veja com olhos de ver, ouça e tente pensar um bocado a ver se areja essas ideias.
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Xatoo…. Sugestao de leitura: “A Europa em guerra” de Norman Davies.
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Na verdade as guerras não são exteriores ,mas interiores, dentro dos nossos corações e mentes, sejam estas fascistas, comunistas ou democráticas,
“Na verdade temos pouca liberdade de pensamento e as grandes descobertas associadas à revolução industrial (raios x, electrão, radioactividade, quantum e relatividade) nada têm a ver com os nossos sentidos. Para além disso, o nosso intelecto (cérebro) pouco se alterou desde o homem das cavernas (Szent-Gyorgyi, 1976:18-20). Os dirigentes políticos que fazem as guerras, esses “macacos loucos”, têm as suas raízes intelectuais no velho mundo pré-cientifico, cujos cérebros são instrumentos de satisfação humana, em que todas as decisões políticas podem ser justificadas por palavras e pela lógica (Szent-Gyorgyi, 1976:18-28).
Por outro lado, a produção económica derivada da era informacional, pretende manipular coisas e pessoas e este raciocínio aplica-se também na esfera política, através dos papéis intrínsecos à própria linguagem das comunicações. Nesta ordem de ideias, o louco fascista não pode ser neutralizado se não o perseguimos dentro de nós próprios (Dorozynsky, 1982: 49-50). Se o homem não se exterminou no passado, foi apenas porque os seus instrumentos de morte eram primitivos e ineficientes, facto que assegurava a sobrevivência de muitos a qualquer conflito violento (Szent-Gyorgyi, 1976:12).
Abç,
Madalena
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11 Henrique Morais
Norman Davies, um filho de Oxford, quando acabou a guerra tinha 6 anos. Quando se acabou de formar em 62 foi-lhe recusado um visto de entrada na URSS tal seria a qualidade do bicho. O que é que um tipo destes, sem acesso às fontes primárias poderá conhecer dos factos veridicos?
Arranjou um emprego como novelista… pago pelos produtores da guerra fria
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Claro que em 62, na URSS, so os historiadores mais imparciais é que teriam acesso as fontes primarias… Isaac Deutscher seria um deles. Obrigado por me abrir os olhos.
Como deve saber, graças ao espirito de grande liberdade que se vivia na URSS, so apos a queda do muro, festejado nos dias que correm por milhoes de pessoas (doi nao doi), é que se começou a escrever e a estudar realemnte a serio a uniao sovientica, e este livro que lhe recomendo é de agora. Ou vou ter que encontrar alguem com 500 anos de idade para me falar de Vasco da Gama?
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Senhora D. Cecília.
Esperando que não se incomode demasiado com meu reparo, faço empenho sem me tornar demasiado deselegante em não concordar com parte das recomendações que faz a um outro interveniente.
Em principio todos devem (ou deviam) saber que viajar é a arte de ver, descobrir. No entanto essa paixão está subordinada a várias condicionantes. Tais como; as preferências, a compreensão que se tem e que se fica com o que observamos.
Não basta ir fazer uma visita guiada ao Partenon onde está um palrador que se repete 10 vezes por dia. Não! Temos que conhecer a historia e as razões da sua construção. E quando olhamos para aquelas colunas majestosas não podemos lembrar-mos somente do seu criador, temos que não esquecer as mãos engenhosas (escravos) que deram forma e beleza àqueles pedregulhos e o esforço dispendido.
É assim em tudo na vida. Na leitura também não deixa de ser igual . Depende do que se lê e da interpretação que se faz.
Cumpriment
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Caro Henrique Morais.
Concordo com algumas das suas opiniões sobre a URSS. Pode ter a certeza que por lá não havia somente Primavera, mas também não se iluda de que o Inverno era permanente. Havia excelentes dias de Verão e de Outono mais graciosos que alguns, desta Primavera cinzenta que é oferecida a muitos milhões de Europeus, pode não ser o seu caso. Mas se é um dos bafejados por ter sol em abundância e flores nos seus campos por favor não fale em nome de outrem
É muito estranha a sua veemência em denunciar o que se passava nos países Socialistas. E hoje ser conivente com o caos social e económico instalado.
Afinal quais são os valores que o Senhor defende? Quer dizer se os povos estiverem submetidos a um sistema de partido único, são ditaduras é o Diabo, vivem no Inferno. Transitam para um sistema multi partidário em que as suas condições de vida se agravam. Já podem dar graças a Deus porque têm a liberdade em escolher os ladrões que os espoliam.
Olhe que é uma visão politica deveras enviusada.
Quanto a esse dói, dói de que fala. Deve doer ainda mais quando não consegue explicar as razões do retrocesso social dessas populações. Nem um pontapé nos processadores de sémen deve doer tanto.
Quanto a esses milhões que festejam a queda do muro. Não esqueça que 90% dos Americanos apoiaram a guerra do Iraque. Ou ignora uma panaceia qualquer que se chama manipulação da opinião pública?
Para lhe dar exemplos; Amid Karzai envolto naqueles trapos, foi eleito o homem mais bem vestido do mundo. Ou 98% dos Egípcios votam em Mubarak.
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Caro Henrique Morais.
Palmilhando no mesmo trilho, desejo falar-lhe agora nesse tal Norman Davies. Este “senhor” não precisa apresentações, é perfeitamente sabido quem é, o que pensa, defende e de quem está ao serviço. Mas não será por esse facto que vamos ignora-lo, pelo contrario é de toda a conveniência mantê-lo presente constantemente. Tamerlão não se fazia acompanhar das cabeças dos seus adversários?
Como nós somos benevolentes, contentamo-nos com os livros!
Apesar desse livro de Europa em Guerra, (que o meu Amigo traça largos elogios como tratando-se das tábuas das verdades) ser aquilo que lá está exposto, (uma amalgama de factos históricos) os objectivos que pretende alcançar (desancar o Socialismo). Cita acontecimentos que seria descaramento a mais omiti-los ou deturpa-los. Mas a esses o Caro Henrique diz moita carrasco (esconde-se).
Então consulte lá as paginas 131 a 134 e 166 a 168. Mesmo assim esse “senhor” distorce alguns factos. Só que a história foi feita por os seus intervenientes, não pode mais ser alterada. Aí passa a chamar-se estória.
Como aconselhou a leitura deste livro do Davies se porventura estiver interessado em saber outras opiniões. Estou disponível para disponibiliza-las.
Obrigado
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Partizan
Norman Davies é mais um historiador que conta a sua versao da historia, nunca tendo eu afirmado que se tratasse das tabuas da verdade. Gostei do livro, pois foi dos primeiros que li em que se fez um paralelismo, a meu ver justo, entre os dois maiores tiranos do sec. XX. (Hitler e Estaline). Tudo isto em resposta ao xatoo que sempre aparece por ai com livros que ele considera insuspeitos, mas que de resto, toda a gente suspeita, entrando sempre no discurso “não precisa apresentações, é perfeitamente sabido quem é, o que pensa, defende e de quem está ao serviço”, como se os autores que refere fossem um poço de virtudes e de livres de qualquer “contaminação”.
Quanto a RDA. Pondo de parte a questao social, é reconhecido que aquele sistema caiu, tambem, porque era insustentavel. Estava em bancarrota.
Cumprimentos e terei muito gosto e ler as versoes que se permite a disponibilizar.
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Leram a reflexão do Avante sobre a queda do muro?!
Deplorável.
Esta gente não aprendeu nada. E teimam num radicalismo patético de não aceitar que o razoável é naturalmente melhor que o medíocre, ainda que não seja o excelente.
Não quererão referendar o comunismo junto dos que viveram o inferno a Este do muro? Vá lá, coragem!…
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