Durão Barroso garante que leu informações que não eram verdadeiras sobre o Iraque. E diz que a prova que o apoio à guerra não retirou a credibilidade a Portugal foi a sua escolha para Presidente da Comissão Europeia.
Por Daniel Oliveira 18 Nov 07 em Durão Barroso, Iraque, União Europeia


Sim.E depois?Queres falar na bondade dos juros compostos e na ‘dívida’ que mata milhões de pessoas pelo mundo fora?É?E na catrefa de criminosos votados pelos consumidores ocidentais,que só por serem votados são logo democratas,como todos sabemos.Pode-se ser o ser mais abjecto que sendo eleito democraticamente todos os seus atos são tocados pela Razão.Claro,desde que não seja o Hugo Chavez.Acho que há uma vagazinha para os lados do Sócretino para gente como tu que vês largo;olha,comó Pacheco Pereira,está riquinho da silva a escrever prós bosses
eh, cada um acredita no que quer, sem excepção de blairs, aznars e barrosos, consoante à sua consciência, não tira é de estes primarem na sabujice que, historicamente, repugna a maioria da gente…
Mas o homem não foi a vigèsima escolha…. e o candidato natural não era o Antonio Vitorino, a quem o Barroso tirou o tapete….
E disse que só muito depois soube que lhe tinham dado informações erradas. E o entrevistador esqueceu-se de lhe perguntar porque nunca apresentou queixa disso, nem publicamente, nem junto de quem lhe passou a informação.
Epa, este Salazar está com a pica toda e não é que tem toda a razão. E, segundo parece, não foi eleito democraticamente, portanto não há motivos para ser bafejado pela razão. Ele vê largo. Merece um lugar a escrever prós bosses.
Vamos lá Salazar: “Por que no te calas?”. Vês, mandei-te calar, segundo alguns, porque, para mim e para a maioria, não se trata duma ordem mas dum interrogação, o que em português é um tanto ou quanto diferente. Dadas as semelhenças, parece-me correcto dizer que no espanhol a regra funciona da mesma maneira…
Que tipinho tão inconveniente e invejoso! Como se não bastasse dar mostras que não é democrático, ainda assina com o nome que sempre provocou brotoeja nas esquerdas internacionais e nas direitas capitalistas. Todos sabemos que isto está difícil mas é o melhor que se pode arranjar. Quanto aos Sr. Pachecos que por aí se roçam e se enchem a falar sabiamente da coisa pública, confundindo os tolos que na cabeça só têm de seu, o cabelo e o armazém das ideias, que mal tem? Só Deus e eu é que sabemos o quanto gostava de ter jeito para a coisa. Mas infelizmente vivi a infância e a juventude no tempo do S. Salazar e o famigerado regime não tinha nos seus programas educacionais cursos para malandros, além disso, reconheço que não nasci com vocação para a coisa, sou um pouco atordoado. Fiquem bem que eu também não.
Não foi a prova. Foi a prenda que o tio bush lhe deu.
O espantoso è que houve gente que acreditou naquilo que o cherne lhes leu.
Quero falar num sistema (injusto, ainda assim)que permite que milhões de pessoas vivam bem em liberdade e em paz!
Nunca tantos viveram tão bem e tanto tempo!
Salazar, os meus parabéns pelo seu excelente post. A sua lúcida percepção da complexidade do mundo deixou-me maravilhado. O brilhantismo da exposição (inclusive a nível gramatical) converteu-me por inteiro. Só fiquei com uma ligeira dúvida, que mal me atrevo a formular: se o Saramago está riquíssimo da silva, devemos inferir que ele escreve para os bosses (esta dos bosses, perdõe-me insistir em elogiá-lo, é um achado).